Local view for "http://purl.org/linkedpolitics/eu/plenary/2007-07-11-Speech-3-323"

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"en.20070711.29.3-323"6
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"Senhor Presidente, Senhores Deputados, congratulo-me com a oportunidade de falar aqui sobre o Paquistão que é, sem dúvida, um país muito importante e que, porventura, nem sempre recebe a atenção que merecerá. Sei que alguns dos Senhores deputados atribuem um interesse muito especial às relações com o Paquistão, pelo que me apraz poder expor a posição do Conselho sobre este país e ouvir as vossas opiniões. A situação no Paquistão está a evoluir rapidamente na fase que precede as eleições e esperamos manter uma boa cooperação com o Parlamento Europeu, ao longo dos próximos meses. A União Europeia tem uma longa história de relações com o Paquistão, que remonta a 1976 quando foi estabelecido o nosso primeiro acordo de cooperação. Infelizmente, nos últimos anos e por várias razões, as nossas relações não têm sido tão estreitas como qualquer uma das partes teria desejado. Foi por este motivo que em 2005 a União Europeia deu início a uma revisão da sua política para com o Paquistão, pois os desafios colocados por determinadas questões com o Paquistão foram reconhecidos no Conselho. Mas também se concordou com firmeza que a única política eficaz consistia em resolutamente manter com o Governo paquistanês contactos regulares. Desta decisão resultou a declaração conjunta entre a União Europeia e o Paquistão que foi aprovada em Berlim em 8 de Fevereiro. Foi assim formalizado o nosso diálogo político e aberta a via para a plena implementação do acordo de cooperação de 2004, também conhecido como acordo de terceira geração. As relações da União Europeia com o Paquistão assentam assim numa nova base desde o início deste ano. A nossa esperança é que tal venha contribuir para um melhor entendimento entre ambas as partes. Trata-se de um passo num processo que é um processo a longo prazo para o estabelecimento de uma cooperação que desejamos frutuosa. Trata-se também do reconhecimento da importância que a UE atribui ao Paquistão enquanto país parceiro. Simultaneamente, embora tenhamos definido o nosso rumo a longo prazo, há algumas questões que teremos que abordar a curto prazo. Sabemos que o Parlamento tem certas preocupações quanto aos recentes acontecimentos e podemos partilhar algumas de entre essas preocupações. Os combates em torno da Mesquita Vermelha em Islamabad retiveram toda a nossa atenção ao longo da semana passada. Não quero enveredar por uma discussão sobre o que esteve na origem da actual situação. Gostaria, pelo contrário, de saudar a decisão do Governo no sentido de enfrentar aqueles que pregam a intolerância. Como é natural, todos nós gostaríamos de ter assistido a um desfecho pacífico do impasse, mas é importante que o Governo tenha tomado posição contra o extremismo radical. Há que estabelecer uma distinção entre aqueles que pregam a violência e aqueles que se manifestam pacificamente. O Conselho encarou com grande preocupação a violência que em Maio eclodiu em Karachi. É imperioso que tudo seja feito para impedir uma repetição dos acontecimentos. O Conselho está a seguir muito atentamente a situação no Paquistão, através de contactos permanentes com as embaixadas da União Europeia em Islamabad. Esperamos que todas as partes dêem provas de contenção e esperamos, em particular, que as autoridades responsáveis pela manutenção da ordem pública empreguem proporcionadamente o mínimo de força ao lidarem com civis. O Conselho está também a seguir de muito perto o processo de Iftikhar Chaudhry, juiz do Supremo Tribunal. Importa que a acção judicial contra Chaudhry respeite as regras de um processo equitativo, sem ingerências indevidas. Os meios de comunicação social devem igualmente ter liberdade para desempenhar a sua missão de informar sem intimidações. Em geral, é desejo da União Europeia que o Paquistão continue a seguir a via da moderação esclarecida, no respeito pelas normas internacionais em matéria de princípios democráticos e Estado de direito. É este o entendimento em que assentam as nossas relações. Tal como se afirma no artigo 1° do acordo de cooperação de 2004, o respeito pelos direitos humanos e pelos princípios democráticos constitui um elemento essencial do presente acordo. Tencionamos trabalhar nesta base. O Paquistão está perante uma escolha em 2007, com a realização das eleições gerais. A União Europeia apoia plenamente todos os passos que sejam dados no sentido de uma democracia sustentável no Paquistão, bem como o reforço das instituições democráticas e da boa governação do país. A União Europeia considera, pois, importante, que as próximas eleições legislativas no Paquistão sejam livres e sejam justas. Consideramos igualmente muito importante que o próximo Presidente do Paquistão seja eleito em conformidade com a lei. O aspecto essencial é que o Governo possua a força que deriva da legitimidade democrática. Assim será necessário para que possa enfrentar os muitos desafios do Paquistão."@pt17
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"Senhor Presidente, Senhores Deputados, congratulo-me com a oportunidade de falar aqui sobre o Paquistão que é, sem dúvida, um país muito importante e que, porventura, nem sempre recebe a atenção que merecerá. Sei que alguns dos Senhores deputados atribuem um interesse muito especial às relações com o Paquistão, pelo que me apraz poder expor a posição do Conselho sobre este país e ouvir as vossas opiniões. A situação no Paquistão está a evoluir rapidamente na fase que precede as eleições e esperamos manter uma boa cooperação com o Parlamento Europeu, ao longo dos próximos meses. A União Europeia tem uma longa história de relações com o Paquistão, que remonta a 1976 quando foi estabelecido o nosso primeiro acordo de cooperação. Infelizmente, nos últimos anos e por várias razões, as nossas relações não têm sido tão estreitas como qualquer uma das partes teria desejado. Foi por este motivo que em 2005 a União Europeia deu início a uma revisão da sua política para com o Paquistão, pois os desafios colocados por determinadas questões com o Paquistão foram reconhecidos no Conselho. Mas também se concordou com firmeza que a única política eficaz consistia em resolutamente manter com o Governo paquistanês contactos regulares. Desta decisão resultou a declaração conjunta entre a União Europeia e o Paquistão que foi aprovada em Berlim em 8 de Fevereiro. Foi assim formalizado o nosso diálogo político e aberta a via para a plena implementação do acordo de cooperação de 2004, também conhecido como acordo de terceira geração. As relações da União Europeia com o Paquistão assentam assim numa nova base desde o início deste ano. A nossa esperança é que tal venha contribuir para um melhor entendimento entre ambas as partes. Trata-se de um passo num processo que é um processo a longo prazo para o estabelecimento de uma cooperação que desejamos frutuosa. Trata-se também do reconhecimento da importância que a UE atribui ao Paquistão enquanto país parceiro. Simultaneamente, embora tenhamos definido o nosso rumo a longo prazo, há algumas questões que teremos que abordar a curto prazo. Sabemos que o Parlamento tem certas preocupações quanto aos recentes acontecimentos e podemos partilhar algumas de entre essas preocupações. Os combates em torno da Mesquita Vermelha em Islamabad retiveram toda a nossa atenção ao longo da semana passada. Não quero enveredar por uma discussão sobre o que esteve na origem da actual situação. Gostaria, pelo contrário, de saudar a decisão do Governo no sentido de enfrentar aqueles que pregam a intolerância. Como é natural, todos nós gostaríamos de ter assistido a um desfecho pacífico do impasse, mas é importante que o Governo tenha tomado posição contra o extremismo radical. Há que estabelecer uma distinção entre aqueles que pregam a violência e aqueles que se manifestam pacificamente. O Conselho encarou com grande preocupação a violência que em Maio eclodiu em Karachi. É imperioso que tudo seja feito para impedir uma repetição dos acontecimentos. O Conselho está a seguir muito atentamente a situação no Paquistão, através de contactos permanentes com as embaixadas da União Europeia em Islamabad. Esperamos que todas as partes dêem provas de contenção e esperamos, em particular, que as autoridades responsáveis pela manutenção da ordem pública empreguem proporcionadamente o mínimo de força ao lidarem com civis. O Conselho está também a seguir de muito perto o processo de Iftikhar Chaudhry, juiz do Supremo Tribunal. Importa que a acção judicial contra Chaudhry respeite as regras de um processo equitativo, sem ingerências indevidas. Os meios de comunicação social devem igualmente ter liberdade para desempenhar a sua missão de informar sem intimidações. Em geral, é desejo da União Europeia que o Paquistão continue a seguir a via da moderação esclarecida, no respeito pelas normas internacionais em matéria de princípios democráticos e Estado de direito. É este o entendimento em que assentam as nossas relações. Tal como se afirma no artigo 1° do acordo de cooperação de 2004, o respeito pelos direitos humanos e pelos princípios democráticos constitui um elemento essencial do presente acordo. Tencionamos trabalhar nesta base. O Paquistão está perante uma escolha em 2007, com a realização das eleições gerais. A União Europeia apoia plenamente todos os passos que sejam dados no sentido de uma democracia sustentável no Paquistão, bem como o reforço das instituições democráticas e da boa governação do país. A União Europeia considera, pois, importante, que as próximas eleições legislativas no Paquistão sejam livres e sejam justas. Consideramos igualmente muito importante que o próximo Presidente do Paquistão seja eleito em conformidade com a lei. O aspecto essencial é que o Governo possua a força que deriva da legitimidade democrática. Assim será necessário para que possa enfrentar os muitos desafios do Paquistão."@cs1
"Hr. formand, mine damer og herrer! Jeg glæder mig over at få lejlighed til at tale om Pakistan, der uden tvivl spiller en vigtig rolle, selv om dette rent faktisk ikke altid anerkendes i tilstrækkelig grad. Jeg ved, at nogle af de ærede medlemmer anser vores forbindelser med Pakistan for at være af særlig betydning, og det glæder mig derfor at kunne redegøre for Rådets holdning til landet og høre Parlamentets synspunkter. Situationen i Pakistan udvikler sig hurtigt i denne sidste fase forud for valget, og vi håber, at det gode samarbejde med Europa-Parlamentet vil fortsætte i de kommende måneder. Der er knyttet en lang historie til EU's forbindelser med Pakistan, der går helt tilbage til 1976, hvor vores første samarbejdsaftale blev undertegnet. I de seneste år har vores forbindelser af forskellige årsager desværre ikke være så tætte, som begge parter kunne have ønsket. Dette var baggrunden for, at EU i 2005 gik i gang med at revidere sin politik over for Pakistan, idet Rådet erkendte, at visse spørgsmål i landet gav anledning til problemer. Der var også fuld enighed om, at den eneste effektive politik ville være at opretholde regelmæssige forbindelser med den pakistanske regering. Denne beslutning dannede udgangspunkt for EU's og Pakistans fælles erklæring, der blev vedtaget i Berlin den 8. februar. Vores politiske dialog blev således formaliseret, og det blev muligt at gennemføre samarbejdsaftalen fra 2004, den såkaldte tredjegenerationssamarbejdsaftale, fuldt ud. Forbindelserne mellem EU og Pakistan har således været baseret på et nyt grundlag siden starten af året. Vi håber, at dette vil medvirke til at øge forståelsen mellem de to parter. Dette er et skridt fremad i en langsigtet proces, der skal sikre et samarbejde, som forhåbentlig bliver gavnligt. Det er også en anerkendelse af den betydning, som EU tillægger Pakistan som partnerland. Selv om vi har fastlagt vores langsigtede mål, er der samtidig nogle spørgsmål, der skal løses på kort sigt. Vi ved, at de seneste begivenheder giver anledning til en vis bekymring i Europa-Parlamentet, og vi deler i nogen grad denne bekymring. Vi har i den seneste uge rettet al vores opmærksomhed mod kampene omkring Den Røde Moské i Islamabad. Jeg ønsker ikke at gå ind i en diskussion om baggrunden for den nuværende situation. Jeg vil hellere rose regeringen for dens beslutning om at gå op imod de grupper, der prædiker intolerance. Vi havde naturligvis alle gerne set en fredelig løsning på den fastlåste situation, men det er vigtigt, at regeringen greb beslutsomt ind over for den radikale ekstremisme. Der skal skelnes imellem de grupper, der prædiker intolerance, og de grupper, der demonstrerer fredeligt. Rådet var meget bekymret over den vold, der brød ud i Karachi i maj. Det er meget vigtigt, at vi gør vores yderste for at sikre, at det samme ikke sker igen. Rådet overvåger situationen i Pakistan tæt gennem sine permanente kontakter med EU's ambassader i Islamadad. Vi håber, at alle parter vil udvise tilbageholdenhed, herunder især at de retshåndhævende myndigheder vil handle ud fra situationen og anvende mindst mulig magt over for civile. Rådet følger også sagen vedrørende højesteretspræsident Chaudhry meget tæt. Det er vigtigt, at retssagen mod hr. Chaudhry håndteres retfærdigt uden unødig indblanding. Medierne skal også have frihed til at løse deres oplysningsopgave uden at blive udsat for trusler. EU ønsker generelt, at Pakistan fortsætter sin fornuftige, moderate linje og overholder internationale standarder for demokratiske principper og retsstatsprincippet. Vores forbindelser er baseret på denne forståelse. Som angivet i artikel 1 i samarbejdsaftalen fra 2004 er respekten for menneskerettigheder og demokratiske principper væsentlige elementer i aftalen. Vi agter at arbejde på dette grundlag. Som følge af parlamentsvalget står Pakistan over for at skulle træffe et valg i 2007. EU bakker fuldt ud op om alle tiltag, der fremmer et bæredygtigt demokrati i Pakistan, styrkelsen af landets demokratiske institutioner og god regeringsførelse i landet. EU mener således, at det er vigtigt, at det kommende valg i Pakistan er frit og retfærdigt. Vi mener også, at det er vigtigt, at den næste præsident i Pakistan vælges på grundlag af loven. Det afgørende er, at regeringen styrkes på grundlag af demokratisk legitimitet. Det er nødvendigt, hvis regeringen skal løse Pakistans mange problemer."@da2
". Herr Präsident, verehrte Abgeordnete! Ich freue mich über die Gelegenheit, hier über Pakistan zu sprechen, zweifellos ein sehr wichtiges Land, das vielleicht nicht immer die ihm gebührende Aufmerksamkeit erhält. Ich weiß, dass für einige Abgeordnete die Beziehungen zu Pakistan von besonderem Interesse sind, und deshalb freue ich mich über diese Möglichkeit, den Standpunkt des Rates zu diesem Land darzustellen und Ihre Meinung zu hören. Die Lage in Pakistan entwickelt sich jetzt im Vorfeld der Wahlen rasant, und wir hoffen, dass die Zusammenarbeit mit dem Europäischen Parlament in den kommenden Monaten gut bleibt. Die Europäische Union pflegt seit vielen Jahren Beziehungen mit Pakistan, die im Jahr 1976 begannen, als unser erstes Kooperationsabkommen entstand. Leider waren unsere Beziehungen in den letzten Jahren aus mehreren Gründen nicht mehr so eng, wie es sich beide Seiten gewünscht hätten. Aus diesem Grund hat die Europäische Union 2005 begonnen, ihre Politik gegenüber Pakistan zu überprüfen, denn der Rat hat erkannt, dass bestimmte Probleme im Land Herausforderungen darstellten. Man war sich auch grundsätzlich einig, dass die einzige wirksame Politik wäre, entschlossen an einem regelmäßigen Kontakt zur pakistanischen Regierung festzuhalten. Aus dieser Entscheidung heraus entstand die gemeinsame Erklärung zwischen der Europäischen Union und Pakistan, die am 8. Februar in Berlin angenommen wurde. Damit wurde unser politischer Dialog formalisiert, und der Weg war frei für die vollständige Umsetzung des Kooperationsabkommens von 2004, auch bekannt als Abkommen der dritten Generation. Die Beziehungen der Europäischen Union zu Pakistan beruhen somit seit Anfang dieses Jahres auf einer neuen Grundlage. Wir haben die Hoffnung, dass dies zu einer besseren Verständigung zwischen beiden Seiten beitragen wird. Dies ist ein Schritt in einem langfristigen Prozess zum Aufbau einer hoffentlich fruchtbaren Zusammenarbeit. Es bedeutet auch eine Anerkennung der Bedeutung, die die EU Pakistan als Partnerland beimisst. Auch wenn wir unseren langfristigen Kurs festgelegt haben, gibt es zugleich einige Fragen, die wir kurzfristig lösen müssen. Wir wissen, dass es im Parlament angesichts der jüngsten Ereignisse gewisse Befürchtungen gibt, von denen wir einige teilen. Die gesamte letzte Woche haben uns die Kämpfe um die Rote Moschee in Islamabad in Atem gehalten. Ich will jetzt nicht diskutieren, was zu der derzeitigen Lage geführt hat. Vielmehr möchte ich die Entscheidung der Regierung begrüßen, sich denen entgegenzustellen, die Intoleranz predigen. Natürlich hätten wir alle gern einen friedlichen Ausweg aus der Sackgasse erlebt, aber es ist wichtig, dass die Regierung gegen den radikalen Extremismus Position bezogen hat. Man muss zwischen denen unterscheiden, die Gewalt predigen, und denen, die friedlich demonstrieren. Mit großer Sorge hat der Rat die im Mai in Karatschi ausgebrochene Gewalt zur Kenntnis genommen. Es muss unbedingt alles getan werden, damit sich solche Ereignisse nicht wiederholen. Durch den ständigen Kontakt zu den Botschaften der Europäischen Union in Islamabad beobachtet der Rat die Situation in Pakistan sehr aufmerksam. Wir hoffen, dass sich alle Seiten zurückhalten und dass vor allem die für die Wahrung der öffentlichen Ordnung Verantwortlichen verhältnismäßig vorgehen und so wenig Gewalt wie möglich im Umgang mit Zivilpersonen anwenden. Der Rat verfolgt auch sehr genau den Fall des Obersten Richters am Obersten Gerichtshof Iftikhar Chaudhry. Es ist wichtig, dass der Prozess gegen Chaudhry nach fairen Regeln und ohne unangebrachte Einmischungen verläuft. Auch den Medien müssen die Freiheit haben, ihrer Informationspflicht ohne Einschüchterungen nachzukommen. Alles in allem ist es der Wunsch der Europäischen Union, dass Pakistan weiterhin den Weg der aufgeklärten Mäßigung unter Achtung der internationalen demokratischen und rechtsstaatlichen Grundsätze beschreitet. Auf diesem Verständnis basieren unsere Beziehungen. Wie es in Artikel 1 des Kooperationsabkommens aus dem Jahre 2004 heißt, ist die Achtung der Menschenrechte und demokratischen Prinzipien ein wesentliches Element dieses Abkommens. Auf dieser Grundlage wollen wir arbeiten. Pakistan steht mit der Durchführung der allgemeinen Wahlen 2007 vor einer Entscheidung. Die Europäische Union unterstützt in vollem Umfang alle Schritte, die im Sinne einer nachhaltigen Demokratie, der Stärkung der demokratischen Institutionen und der verantwortungsvollen Staatsführung in Pakistan unternommen werden. Die Europäische Union hält es daher für wichtig, dass die bevorstehenden Parlamentswahlen in Pakistan frei und regulär ablaufen. Wir halten es ebenfalls für wichtig, dass der neue Präsident Pakistans rechtmäßig gewählt wird. Der ausschlaggebende Punkt ist, dass die Regierung über die Kraft verfügt, die sich aus einer demokratischen Legitimität ergibt. Das wird notwendig sein, damit sie sich den vielen Herausforderungen in Pakistan stellen kann."@de9
"Κύριε Πρόεδρε, αξιότιμοι βουλευτές, χαίρομαι για την ευκαιρία που μου δίνεται να μιλήσω εδώ για το Πακιστάν, μία πολύ σημαντική χώρα αναμφίβολα η οποία τυγχάνει να μην λαμβάνει πάντα την προσοχή που αξίζει. Ξέρω ότι ορισμένοι από τους αξιότιμους βουλευτές θεωρούν ότι οι σχέσεις με το Πακιστάν έχουν ιδιαίτερο ενδιαφέρον, επομένως χαίρομαι που έχω τη δυνατότητα να εκθέσω τη θέση του Συμβουλίου σχετικά με τη χώρα αυτή και να ακούσω τις απόψεις σας. Η κατάσταση στο Πακιστάν εξελίσσεται ραγδαία ενόψει των εκλογών και ελπίζουμε ότι η συνεργασία με το Ευρωπαϊκό Κοινοβούλιο θα παραμείνει καλή τους επόμενους μήνες. Η ΕΕ έχει μια μακρά ιστορία σχέσεων με το Πακιστάν, που χρονολογείται από το 1976 όταν θεσπίστηκε η πρώτη μας συμφωνία συνεργασίας. Δυστυχώς, τα τελευταία χρόνια για διάφορους λόγους, οι σχέσεις δεν ήταν τόσο στενές όσο θα θέλαμε και οι δυο πλευρές. Γι’ αυτό τον λόγο, το 2005 η ΕΕ ξεκίνησε μια αναθεώρηση της πολιτικής της προς το Πακιστάν, καθώς το Συμβούλιο αναγνώρισε ότι ορισμένα θέματα στη χώρα έθεταν προκλήσεις. Επίσης συμφωνήθηκε ρητά ότι η μόνη αποτελεσματική πολιτική είναι η αποφασιστική διατήρηση της τακτικής επαφής με την πακιστανική κυβέρνηση. Από αυτή την απόφαση προήλθε η κοινή δήλωση ΕΕ-Πακιστάν, η οποία υιοθετήθηκε στο Βερολίνο στις 8 Φεβρουαρίου. Με αυτό τον τρόπο επισημοποιήθηκε ο διάλογος και άνοιξε ο δρόμος για να εφαρμοστεί πλήρως η συμφωνία συνεργασίας του 2004, γνωστής επίσης και ως συμφωνία τρίτης γενιάς. Το αποτέλεσμα ήταν ότι οι σχέσεις μεταξύ ΕΕ και Πακιστάν λειτουργούν σε μια νέα βάση από τις αρχές του έτους. Ελπίζουμε ότι αυτό θα συμβάλλει στην καλύτερη κατανόηση μεταξύ των δύο πλευρών. Αποτελεί ένα βήμα μπροστά σε μια μακροπρόθεσμη διαδικασία για τη θέσπιση συνεργασίας που ελπίζουμε ότι θα είναι εποικοδομητική. Είναι επίσης μια αναγνώριση της σημασίας που αποδίδει η ΕΕ στο Πακιστάν ως χώρα εταίρο. Ταυτόχρονα, μολονότι έχουμε προσδιορίσει την μακροπρόθεσμη κατεύθυνσή μας, υπάρχουν ορισμένα θέματα που πρέπει να αντιμετωπιστούν βραχυπρόθεσμα. Γνωρίζουμε ότι το Κοινοβούλιο έχει ορισμένες ανησυχίες σχετικά με τα πρόσφατα γεγονότα και συμμεριζόμαστε αρκετές από αυτές. Όλη η προσοχή μας την τελευταία εβδομάδα έχει εστιαστεί στις συγκρούσεις γύρω από το Κόκκινο Τέμενος στο Ισλαμαμπάντ. Δεν θέλω να υπεισέλθω σε συζήτηση σχετικά με το τι προκάλεσε την παρούσα κατάσταση. Θέλω, αντιθέτως, να επαινέσω την κυβέρνηση για την απόφασή της να αντιμετωπίσει εκείνους που κηρύττουν τη μισαλλοδοξία. Φυσικά, θα θέλαμε όλοι να δούμε μια ειρηνική λύση στο αδιέξοδο, αλλά το γεγονός ότι η κυβέρνηση αντιστάθηκε στον ριζοσπαστικό εξτρεμισμό είναι σημαντικό. Πρέπει να γίνει μια διάκριση μεταξύ εκείνων που κηρύττουν τη βία και εκείνων που διαδηλώνουν ειρηνικά. Το Συμβούλιο ήταν εξαιρετικά ανήσυχο για τη βία που ξέσπασε στο Καράτσι τον Μάιο. Είναι σημαντικό να γίνει κάθε δυνατή προσπάθεια προκειμένου να μην επαναληφθούν ξανά αυτά τα γεγονότα. Το Συμβούλιο παρακολουθεί προσεχτικά την κατάσταση στο Πακιστάν μέσω των μόνιμων επαφών του στις πρεσβείες της ΕΕ στο Ισλαμαμπάντ. Ελπίζουμε ότι όλες οι πλευρές θα δείξουν αυτοσυγκράτηση και, ιδιαίτερα, ότι οι υπεύθυνες αρχές για τη διατήρηση του νόμου και της τάξης θα ενεργούν ανάλογα και θα καταφεύγουν στη λιγότερη δυνατή χρήση βίας στην αντιμετώπιση των πολιτών. Το Συμβούλιο παρακολουθεί επίσης στενά την περίπτωση του Προέδρου του Ανωτάτου Δικαστηρίου του Πακιστάν Iftikhar Chaudhry. Είναι σημαντικό οι νομικές διαδικασίες κατά του κ. Chaudhry να είναι δίκαιες χωρίς αθέμιτες παρεμβάσεις. Τα μέσα μαζικής ενημέρωσης πρέπει να είναι επίσης ελεύθερα να εκτελούν την αποστολή της ενημέρωσης χωρίς να υφίστανται εκφοβισμό. Γενικά, η επιθυμία της ΕΕ είναι να δει το Πακιστάν να συνεχίζει την πορεία του προς την μετριοπάθεια, σεβόμενο τους διεθνούς κανόνες όσον αφορά τις δημοκρατικές αρχές και το κράτος δικαίου. Αυτή είναι η κατανόηση στην οποία βασίζονται οι σχέσεις μας. Όπως δηλώνει το άρθρο 1 της συμφωνίας συνεργασίας του 2004, ο σεβασμός των ανθρωπίνων δικαιωμάτων και των δημοκρατικών αρχών αποτελεί ένα βασικό στοιχείο της συμφωνίας. Σκοπεύουμε να εργαστούμε σε αυτή τη βάση. Οι γενικές εκλογές σημαίνουν ότι το Πακιστάν είναι αντιμέτωπο με μια επιλογή το 2007. Η ΕΕ υποστηρίζει απόλυτα όλα τα βήματα που λαμβάνονται προς μια βιώσιμη δημοκρατία στο Πακιστάν, την ενίσχυση των δημοκρατικών του θεσμών και την καλή διακυβέρνηση της χώρας. Η ΕΕ θεωρεί σημαντικό, επομένως, οι επόμενες εκλογές του Πακιστάν να είναι ελεύθερες και δίκαιες. Πιστεύουμε ότι είναι εξίσου σημαντικό ο επόμενος Πρόεδρος του Πακιστάν να εκλεγεί σύμφωνα με τον νόμο. Το βασικότερο είναι η δύναμη της κυβέρνησης να απορρέει από δημοκρατική νομιμότητα. Αυτό είναι απαραίτητο προκειμένου να μπορέσει να αντιμετωπίσει τις πολλές προκλήσεις του Πακιστάν."@el10
"Mr President, honourable Members, I welcome the opportunity to speak here about Pakistan, undoubtedly a very important country which, as it happens, does not always receive the attention it deserves. I know that some of the honourable Members consider relations with Pakistan to be of particular interest, so I am delighted to be able to set out the Council’s position on the country and hear your opinions. The situation in Pakistan is developing rapidly in the run up to the elections and we hope that cooperation with the European Parliament will remain good over the coming months. The EU a long history of relations with Pakistan, dating back to 1976 when our first cooperation agreement was set up. Unfortunately, for a number of reasons lasting recent years, relations have not been as close as either side would have liked. It was for this reason that in 2005 the EU embarked upon a review of its policy towards Pakistan, since the Council recognised that certain issues in the country were posing challenges. It was also firmly agreed that the only effective policy would be resolutely to maintain regular contact with the Pakistani government. From this decision came the joint EU-Pakistan declaration, adopted in Berlin on 8 February. Thus, our political dialogue was formalised and the way was open to implement the 2004 cooperation agreement, also known as a third generation agreement, in full. As a result, relations between the EU and Pakistan have been operating on a new footing since the beginning of this year. It is our hope that this will contribute towards better understanding between the two sides. This is a step forward in a long-term process to establish cooperation that we hope will be fruitful. It is also an acknowledgment of the importance that the EU ascribes to Pakistan as a partner country. At the same time, although we have defined our long-term direction, there are some matters that must be dealt with in the short term. We know that Parliament has certain concerns regarding recent events and we share some of these. All our attention over the last week has been focused on the fighting around the Red Mosque in Islamabad. I do not want to get into a discussion as to what gave rise to the current situation. Rather, I would like to commend the government on its decision to face up to those who preach intolerance. Naturally, we would all have liked to see a peaceful outcome to the impasse but the fact that the government took a stance against radical extremism is important. A distinction must be made between those who preach violence and those who demonstrate peacefully. The Council was extremely concerned about the violence that broke out in Karachi in May. It is essential that everything possible is done to prevent the same thing from happening again. The Council is monitoring the situation in Pakistan closely through its permanent contacts with EU embassies in Islamabad. We hope that all sides will show restraint and, in particular, that the force of law and order will act proportionately and use as little force as possible when dealing with civilians. The Council is also following the case of Supreme Court Chief Justice Iftikhar Chaudhry very closely. It is important that the legal proceedings against Mr Chaudhry are handled fairly with no undue interference. The media must also be free to carry out its mission of informing without suffering intimidation. In general, it is the EU’s desire to see Pakistan continue along its path towards informed moderation, respecting international norms where democratic principles and the rule of law are concerned. This is the understanding upon which our relations are based. As Article 1 of the 2004 cooperation agreement states, respect for human rights and democratic principles constitutes an essential element of the agreement. We intend to work on this basis. The general election means that Pakistan is faced with a choice in 2007. The EU fully supports all steps taken towards a sustainable democracy in Pakistan, the strengthening of its democratic institutions and good government of the country. The EU considers it important, therefore, that Pakistan’s next elections be free and fair. We consider it equally important that the next President of Pakistan be elected in accordance with the law. The salient point is that the government must be given strength arising from democratic legitimacy. This will be needed if it is to rise to Pakistan’s many challenges."@en4
"Señor Presidente, Señorías, acojo con satisfacción la oportunidad de intervenir ante ustedes para hablarles de Pakistán, un país sin duda muy importante que, de hecho, no siempre recibe la atención que merece. Sé que algunas de Sus Señorías consideran que el tema de las relaciones con Pakistán reviste especial interés y, por lo tanto, es una satisfacción poder exponerles la posición del Consejo con respecto a dicho país y escuchar sus opiniones. La situación en Pakistán está evolucionando rápidamente en la fase que culminará con la celebración de las elecciones y esperamos que la cooperación con el Parlamento Europeo continúe siendo buena durante los próximos meses. La UE tiene una larga historia de relaciones con Pakistán, que se remonta a 1976, cuando se estableció nuestro primer Acuerdo de cooperación. Lamentablemente, por diversos motivos que se han mantenido a lo largo de los últimos años, las relaciones no han sido tan estrechas como habríamos deseado una y otra parte. Por esta razón, la UE emprendió en 2005 una revisión de su política con respecto a Pakistán, toda vez que el Consejo reconocía que algunas cuestiones relacionadas con dicho país planteaban un reto. También hubo un firme acuerdo en que la única política eficaz sería mantener resueltamente contactos periódicos con Pakistán. Como resultado de dicha decisión se emitió la Declaración conjunta de la Unión Europea y Pakistán, adoptada el 8 de febrero en Berlín. Con ella, quedó formalizado el diálogo político y el camino expedito para desarrollar plenamente el Acuerdo de cooperación de 2004, descrito también como un acuerdo de tercera generación. Como resultado, las relaciones entre la UE y Pakistán se han desarrollado sobre nuevas bases desde principios de este año. Esperamos que esto contribuya a un mejor entendimiento entre ambas partes. Constituye un paso adelante dentro de un proceso a largo plazo encaminado a establecer una cooperación, que esperamos sea fructífero. También es un reconocimiento de la importancia que la UE atribuye a Pakistán como socio. Al mismo tiempo, aunque se ha definido la orientación a largo plazo, hay asuntos que es preciso tratar a corto plazo. Sabemos que el Parlamento tiene algunas inquietudes, que compartimos en parte, en relación con los acontecimientos recientes en dicho país. La semana pasada toda nuestra atención estuvo concentrada en los combates en torno a la Mezquita Roja de Islamabad. No quiero entrar en un debate sobre el origen de la situación actual. Al contrario, quiero elogiar la decisión del Gobierno de plantar cara a quienes predican la intolerancia. Naturalmente, todos habríamos deseado un desenlace pacífico tras el punto muerto al que se había llegado, pero el hecho de que el Gobierno se posicionara frente al extremismo radical es importante. Se debe establecer una distinción entre quienes predican la violencia y quienes se manifiestan pacíficamente. La violencia que estalló en Karachi en el mes de mayo suscitó una gran preocupación en el Consejo. Es esencial que se haga todo lo posible para evitar que pueda volver a repetirse. El Consejo sigue atentamente la situación en Pakistán a través de sus contactos permanentes con las embajadas de la UE en Islamabad. Esperamos que todas las partes actúen con moderación y, en especial, que las fuerzas del orden actúen de forma proporcionada y hagan el menor uso posible de la fuerza frente a la población civil. El Consejo también sigue atentamente el caso del Presidente del Tribunal Supremo Iftikhar Chaudhry. Es importante que las actuaciones legales contra el señor Chaudhry se desarrollen con imparcialidad, sin interferencias indebidas. Los medios de comunicación también deben poder desarrollar libremente su cometido de informar sin sufrir intimidaciones. En general, la UE desea que Pakistán continúe avanzando hacia una moderación informada, respetando las normas internacionales en cuanto afecta a los principios democráticos y al Estado de Derecho. Nuestras relaciones se basan en este acuerdo. Como declara el artículo 1 del Acuerdo de Cooperación de 2004, el respeto de los derechos humanos y los principios democráticos constituye un elemento esencial del Acuerdo. Nos proponemos trabajar a partir de ese fundamento. Las elecciones generales significan que Pakistán deberá tomar una decisión en 2007. La UE apoya plenamente todos los progresos realizados en el camino hacia una democracia sostenible en Pakistán, la consolidación de sus instituciones democráticas y el buen gobierno del país. Por consiguiente, la UE considera importante que las próximas elecciones paquistaníes sean libres e imparciales. Asimismo consideramos igualmente importante que el próximo presidente de Pakistán se elija conforme a la ley. Lo más destacable es que el Gobierno debe ser fuerte en virtud de su legitimidad democrática. Esto es necesario para que pueda responder a los numerosos retos con que se enfrenta Pakistán."@es21
"Senhor Presidente, Senhores Deputados, congratulo-me com a oportunidade de falar aqui sobre o Paquistão que é, sem dúvida, um país muito importante e que, porventura, nem sempre recebe a atenção que merecerá. Sei que alguns dos Senhores deputados atribuem um interesse muito especial às relações com o Paquistão, pelo que me apraz poder expor a posição do Conselho sobre este país e ouvir as vossas opiniões. A situação no Paquistão está a evoluir rapidamente na fase que precede as eleições e esperamos manter uma boa cooperação com o Parlamento Europeu, ao longo dos próximos meses. A União Europeia tem uma longa história de relações com o Paquistão, que remonta a 1976 quando foi estabelecido o nosso primeiro acordo de cooperação. Infelizmente, nos últimos anos e por várias razões, as nossas relações não têm sido tão estreitas como qualquer uma das partes teria desejado. Foi por este motivo que em 2005 a União Europeia deu início a uma revisão da sua política para com o Paquistão, pois os desafios colocados por determinadas questões com o Paquistão foram reconhecidos no Conselho. Mas também se concordou com firmeza que a única política eficaz consistia em resolutamente manter com o Governo paquistanês contactos regulares. Desta decisão resultou a declaração conjunta entre a União Europeia e o Paquistão que foi aprovada em Berlim em 8 de Fevereiro. Foi assim formalizado o nosso diálogo político e aberta a via para a plena implementação do acordo de cooperação de 2004, também conhecido como acordo de terceira geração. As relações da União Europeia com o Paquistão assentam assim numa nova base desde o início deste ano. A nossa esperança é que tal venha contribuir para um melhor entendimento entre ambas as partes. Trata-se de um passo num processo que é um processo a longo prazo para o estabelecimento de uma cooperação que desejamos frutuosa. Trata-se também do reconhecimento da importância que a UE atribui ao Paquistão enquanto país parceiro. Simultaneamente, embora tenhamos definido o nosso rumo a longo prazo, há algumas questões que teremos que abordar a curto prazo. Sabemos que o Parlamento tem certas preocupações quanto aos recentes acontecimentos e podemos partilhar algumas de entre essas preocupações. Os combates em torno da Mesquita Vermelha em Islamabad retiveram toda a nossa atenção ao longo da semana passada. Não quero enveredar por uma discussão sobre o que esteve na origem da actual situação. Gostaria, pelo contrário, de saudar a decisão do Governo no sentido de enfrentar aqueles que pregam a intolerância. Como é natural, todos nós gostaríamos de ter assistido a um desfecho pacífico do impasse, mas é importante que o Governo tenha tomado posição contra o extremismo radical. Há que estabelecer uma distinção entre aqueles que pregam a violência e aqueles que se manifestam pacificamente. O Conselho encarou com grande preocupação a violência que em Maio eclodiu em Karachi. É imperioso que tudo seja feito para impedir uma repetição dos acontecimentos. O Conselho está a seguir muito atentamente a situação no Paquistão, através de contactos permanentes com as embaixadas da União Europeia em Islamabad. Esperamos que todas as partes dêem provas de contenção e esperamos, em particular, que as autoridades responsáveis pela manutenção da ordem pública empreguem proporcionadamente o mínimo de força ao lidarem com civis. O Conselho está também a seguir de muito perto o processo de Iftikhar Chaudhry, juiz do Supremo Tribunal. Importa que a acção judicial contra Chaudhry respeite as regras de um processo equitativo, sem ingerências indevidas. Os meios de comunicação social devem igualmente ter liberdade para desempenhar a sua missão de informar sem intimidações. Em geral, é desejo da União Europeia que o Paquistão continue a seguir a via da moderação esclarecida, no respeito pelas normas internacionais em matéria de princípios democráticos e Estado de direito. É este o entendimento em que assentam as nossas relações. Tal como se afirma no artigo 1° do acordo de cooperação de 2004, o respeito pelos direitos humanos e pelos princípios democráticos constitui um elemento essencial do presente acordo. Tencionamos trabalhar nesta base. O Paquistão está perante uma escolha em 2007, com a realização das eleições gerais. A União Europeia apoia plenamente todos os passos que sejam dados no sentido de uma democracia sustentável no Paquistão, bem como o reforço das instituições democráticas e da boa governação do país. A União Europeia considera, pois, importante, que as próximas eleições legislativas no Paquistão sejam livres e sejam justas. Consideramos igualmente muito importante que o próximo Presidente do Paquistão seja eleito em conformidade com a lei. O aspecto essencial é que o Governo possua a força que deriva da legitimidade democrática. Assim será necessário para que possa enfrentar os muitos desafios do Paquistão."@et5
"Arvoisa puhemies, hyvät parlamentin jäsenet, olen tyytyväinen siihen, että minulla on tilaisuus puhua täällä Pakistanista, eittämättä hyvin tärkeästä maasta, joka ei jostain syystä aina saa ansaitsemaansa huomiota. Tiedän joidenkin parlamentin jäsenten pitävän Pakistanin-suhteitamme erityisen kiinnostavina, joten olen tyytyväinen voidessani esitellä neuvoston kannan Pakistaniin ja saadessani kuulla teidän mielipiteitänne. Pakistanin tilanne kehittyy nopeasti vaalien lähestyessä, ja toivomme, että yhteistyö Euroopan parlamentin kanssa sujuu lähikuukausina hyvin. EU:n ja Pakistanin välisillä suhteilla on pitkä historia, joka alkoi jo vuonna 1976, kun ensimmäinen yhteistyösopimus allekirjoitettiin. Valitettavasti suhteet eivät viime vuosina erinäisistä syistä ole olleet yhtä läheiset kuin molemmat osapuolet olisivat halunneet. Tästä syystä EU ryhtyi vuonna 2005 tarkastelemaan Pakistanin-politiikkaansa, sillä neuvoston mielestä maahan liittyi tiettyjä ongelmia. Tuolloin päätettiin myös lujasti, että ainoata tehokasta politiikkaa on ylläpitää määrätietoisesti säännöllisiä yhteyksiä Pakistanin hallitukseen. Tähän päätökseen perustui EU:n ja Pakistanin yhteinen julkilausuma, joka annettiin Berliinissä 8. helmikuuta. Näin poliittinen vuoropuhelumme sai viralliset puitteet, ja vuoden 2004 yhteistyösopimuksen, jota kutsutaan myös kolmannen sukupolven sopimukseksi, täysimääräinen täytäntöönpano tuli mahdolliseksi. Tämän seurauksena EU:n ja Pakistanin välisillä suhteilla on ollut uusi perusta tämän vuoden alusta lähtien. Toivomme, että tämä parantaa osapuolten keskinäistä ymmärtämystä. Tämä on askel eteenpäin pitkäaikaisessa prosessissa, jonka tarkoituksena on luoda toivoaksemme hedelmällistä yhteistyötä. Näin myös tunnustetaan, miten tärkeänä kumppanina EU pitää Pakistania. Vaikka nyt olemme määritelleet pitkän aikavälin suunnan, on asioita, joihin on puututtava heti. Tiedämme parlamentin olevan huolissaan viimeaikaisista tapahtumista, ja mekin tunnemme huolta osasta niitä. Viime viikolla seurasimme herkeämättä Islamabadin Punaisen moskeijan ympäristössä käytyjä taisteluja. En halua nyt keskustella tähän tilanteeseen johtaneista syistä. Haluaisin sen sijaan antaa hallitukselle tunnustusta siitä, että se päätti vastustaa suvaitsemattomuuden puolestapuhujia. Olisimme tietenkin kaikki olleet tyytyväisempiä, jos umpikujaan olisi löytynyt rauhanomainen ratkaisu, mutta on tärkeää, että hallitus otti kantaa radikaalia ääri-islamilaisuutta vastaan. On erotettava toisistaan väkivallan puolustajat ja rauhanomaisesti mieltään osoittavat. Neuvosto oli erittäin huolissaan väkivallasta, joka puhkesi Karachissa toukokuussa. On erittäin tärkeää, että saman toistumisen estämiseksi tehdään kaikki mahdollinen. Neuvosto seuraa tarkasti Pakistanin tilannetta niiden pysyvien suhteiden avulla, joita sillä on EU:n lähetystöihin Islamabadissa. Toivomme kaikkien osapuolten toimivan maltillisesti ja erityisesti, että lakia ja järjestystä ylläpitävät joukot toimivat oikeasuhteisesti ja käyttävät mahdollisimman vähän voimaa siviilien kanssa toimiessaan. Neuvosto seuraa myös korkeimman oikeuden puheenjohtajan Iftikhar Chaudhryn tapausta hyvin tarkasti. Oikeustoimet tuomari Chaudhrya vastaan on hoidettava oikeudenmukaisesti, eikä niihin pidä puuttua aiheettomasti. Myös tiedotusvälineiden on saatava suorittaa tiedotustehtäväänsä ilman uhkailua. Kaikkiaan EU toivoo Pakistanin etenevän kohti valistunutta maltillisuutta ja noudattavan demokraattisia periaatteita ja oikeusvaltion periaatteita koskevia kansainvälisiä sääntöjä. Tähän suhteemme perustuvat. Vuonna 2004 allekirjoitetun yhteistyösopimuksen 1 artiklassa määrätään, että ihmisoikeudet ja demokraattiset periaatteet ovat tärkeä osa sopimusta. Työmme lähtee tältä perustalta. Parlamenttivaalit merkitsevät, että Pakistanin on tehtävä valinta vuonna 2007. EU tukee tinkimättä kaikkia toimia kestävän demokratian luomiseksi Pakistaniin sekä maan demokraattisten instituutioiden ja hyvän hallinnon vahvistamista. EU pitää siksi tärkeänä, että Pakistanin seuraavat vaalit ovat vapaat ja tasapuoliset. Aivan yhtä tärkeää on, että Pakistanin seuraava presidentti valitaan laillisesti. Keskeistä on, että hallituksen on saatava voimansa demokraattisesta oikeutuksesta. Sitä se tarvitsee kyetäkseen vastaamaan Pakistanin lukuisiin haasteisiin."@fi7
"Monsieur le Président, honorables députés, je salue l’occasion qui nous offerte d’aborder la question du Pakistan, assurément un pays très important qui, dans les faits, ne bénéficie pas toujours de l’attention qu’il mérite. Je sais que certains honorables députés accordent une attention particulière aux relations avec le Pakistan. Aussi suis-je enchanté de pouvoir présenter la position du Conseil concernant ce pays et d’entendre vos avis. La situation au Pakistan évolue rapidement dans la perspective des élections et nous espérons que la qualité de la coopération avec le Parlement européen ne faiblira pas au cours des mois à venir. L’Union européenne possède une longue histoire de relations avec le Pakistan. Celle-ci remonte à 1976, année durant laquelle notre premier accord de coopération a été mis en place. Malheureusement, pour plusieurs raisons, les relations n’ont pas été aussi étroites que les deux parties l’auraient souhaité ces dernières années. C’est pourquoi l’Union européenne a initié une révision de sa politique envers le Pakistan en 2005. Depuis lors, le Conseil a reconnu que certains problèmes rencontrés par ce pays constituaient des défis. Il a par ailleurs été convenu solennellement que la seule politique efficace constituerait à maintenir résolument un contact régulier avec le gouvernement pakistanais. De cette décision émane la déclaration commune Union européenne - Pakistan adoptée à Berlin le 8 février. Cette démarche a formalisé notre dialogue politique, tandis que s’ouvrait la voie permettant de mettre intégralement en application l’accord de coopération de 2004, également connu sous le nom d’accord de troisième génération. Les relations entre l’Union européenne et le Pakistan reposent par conséquent sur de nouvelles bases depuis le début de cette année, ce qui, nous l’espérons, améliorera la compréhension entre les deux parties. Il s’agit d’un pas en avant dans un processus à long terme visant à mettre en place une coopération que nous espérons fructueuse, mais aussi d’une reconnaissance de l’importance que l’Union européenne accorde au Pakistan en tant que pays partenaire. Toutefois, malgré la définition de notre orientation à long terme, certains sujets doivent être traités à court terme. Nous savons que le Parlement s’inquiète des événements récents et nous partageons certaines de ces inquiétudes. La semaine dernière, toute notre attention s’est portée sur les combats autour de la Mosquée rouge à Islamabad. Je ne souhaite pas lancer la polémique quant au facteur déclencheur de la situation actuelle. En revanche, je voudrais féliciter le gouvernement pour sa décision de faire face à ceux qui prêchent l’intolérance. Naturellement, nous aurions tous souhaité une issue pacifique à la crise, mais la prise de position du gouvernement contre l’extrémisme radical est importante. Il convient de faire la distinction entre ceux qui prêchent la violence et ceux qui manifestent paisiblement. Le Conseil s’est montré très préoccupé de la violence qui a éclaté à Karachi en mai. Il est essentiel de tout mettre en œuvre pour empêcher que se reproduise ce genre d’incidents. Le Conseil suit de près la situation au Pakistan grâce à ses contacts permanents avec les ambassades de l’Union européenne à Islamabad. Nous espérons que toutes les parties feront preuve de modération et, en particulier, que les pouvoirs publics agiront de manière proportionnée et feront un usage minimal de la force envers les civils. Le Conseil suit également de très près le cas d’Iftikhar Chaudhry, président de la Cour suprême. Il importe que les procédures légales à l’encontre de M. Chaudhry fassent l’objet d’un traitement équitable, sans ingérence injustifiée. Les médias doivent également être libres de mener à bien leur mission d’information, sans subir d’intimidations. L’Union souhaite globalement voir le Pakistan poursuivre sa route vers la modération éclairée, en respectant les normes internationales en matière de principes démocratiques et d’État de droit. Tel est l’accord sur lequel se fondent nos relations. Comme indiqué à l’article 1 de l’accord de coopération de 2004, le respect des droits de l’homme et des principes démocratiques constitue un élément essentiel de l’accord. Nous entendons travailler sur cette base. Les élections générales placent le Pakistan face à un choix en 2007. L’Union soutient intégralement les démarches mises en œuvre dans l’optique de l’instauration d’une démocratie durable au Pakistan, du renforcement de ses institutions démocratiques et de la bonne gouvernance du pays. L’Union estime par conséquent que les prochaines élections au Pakistan doivent être libres et équitables. Nous accordons tout autant d’importance à ce que le prochain président pakistanais soit élu dans la légalité. Il est essentiel que le gouvernement dispose de l’assise conférée par la légitimité démocratique. Ce sera indispensable, s’il veut relever les nombreux défis du Pakistan."@fr8
"Senhor Presidente, Senhores Deputados, congratulo-me com a oportunidade de falar aqui sobre o Paquistão que é, sem dúvida, um país muito importante e que, porventura, nem sempre recebe a atenção que merecerá. Sei que alguns dos Senhores deputados atribuem um interesse muito especial às relações com o Paquistão, pelo que me apraz poder expor a posição do Conselho sobre este país e ouvir as vossas opiniões. A situação no Paquistão está a evoluir rapidamente na fase que precede as eleições e esperamos manter uma boa cooperação com o Parlamento Europeu, ao longo dos próximos meses. A União Europeia tem uma longa história de relações com o Paquistão, que remonta a 1976 quando foi estabelecido o nosso primeiro acordo de cooperação. Infelizmente, nos últimos anos e por várias razões, as nossas relações não têm sido tão estreitas como qualquer uma das partes teria desejado. Foi por este motivo que em 2005 a União Europeia deu início a uma revisão da sua política para com o Paquistão, pois os desafios colocados por determinadas questões com o Paquistão foram reconhecidos no Conselho. Mas também se concordou com firmeza que a única política eficaz consistia em resolutamente manter com o Governo paquistanês contactos regulares. Desta decisão resultou a declaração conjunta entre a União Europeia e o Paquistão que foi aprovada em Berlim em 8 de Fevereiro. Foi assim formalizado o nosso diálogo político e aberta a via para a plena implementação do acordo de cooperação de 2004, também conhecido como acordo de terceira geração. As relações da União Europeia com o Paquistão assentam assim numa nova base desde o início deste ano. A nossa esperança é que tal venha contribuir para um melhor entendimento entre ambas as partes. Trata-se de um passo num processo que é um processo a longo prazo para o estabelecimento de uma cooperação que desejamos frutuosa. Trata-se também do reconhecimento da importância que a UE atribui ao Paquistão enquanto país parceiro. Simultaneamente, embora tenhamos definido o nosso rumo a longo prazo, há algumas questões que teremos que abordar a curto prazo. Sabemos que o Parlamento tem certas preocupações quanto aos recentes acontecimentos e podemos partilhar algumas de entre essas preocupações. Os combates em torno da Mesquita Vermelha em Islamabad retiveram toda a nossa atenção ao longo da semana passada. Não quero enveredar por uma discussão sobre o que esteve na origem da actual situação. Gostaria, pelo contrário, de saudar a decisão do Governo no sentido de enfrentar aqueles que pregam a intolerância. Como é natural, todos nós gostaríamos de ter assistido a um desfecho pacífico do impasse, mas é importante que o Governo tenha tomado posição contra o extremismo radical. Há que estabelecer uma distinção entre aqueles que pregam a violência e aqueles que se manifestam pacificamente. O Conselho encarou com grande preocupação a violência que em Maio eclodiu em Karachi. É imperioso que tudo seja feito para impedir uma repetição dos acontecimentos. O Conselho está a seguir muito atentamente a situação no Paquistão, através de contactos permanentes com as embaixadas da União Europeia em Islamabad. Esperamos que todas as partes dêem provas de contenção e esperamos, em particular, que as autoridades responsáveis pela manutenção da ordem pública empreguem proporcionadamente o mínimo de força ao lidarem com civis. O Conselho está também a seguir de muito perto o processo de Iftikhar Chaudhry, juiz do Supremo Tribunal. Importa que a acção judicial contra Chaudhry respeite as regras de um processo equitativo, sem ingerências indevidas. Os meios de comunicação social devem igualmente ter liberdade para desempenhar a sua missão de informar sem intimidações. Em geral, é desejo da União Europeia que o Paquistão continue a seguir a via da moderação esclarecida, no respeito pelas normas internacionais em matéria de princípios democráticos e Estado de direito. É este o entendimento em que assentam as nossas relações. Tal como se afirma no artigo 1° do acordo de cooperação de 2004, o respeito pelos direitos humanos e pelos princípios democráticos constitui um elemento essencial do presente acordo. Tencionamos trabalhar nesta base. O Paquistão está perante uma escolha em 2007, com a realização das eleições gerais. A União Europeia apoia plenamente todos os passos que sejam dados no sentido de uma democracia sustentável no Paquistão, bem como o reforço das instituições democráticas e da boa governação do país. A União Europeia considera, pois, importante, que as próximas eleições legislativas no Paquistão sejam livres e sejam justas. Consideramos igualmente muito importante que o próximo Presidente do Paquistão seja eleito em conformidade com a lei. O aspecto essencial é que o Governo possua a força que deriva da legitimidade democrática. Assim será necessário para que possa enfrentar os muitos desafios do Paquistão."@hu11
"Signor Presidente, onorevoli deputati, sono lieto che mi sia offerta oggi la possibilità di parlare del Pakistan, che è senza dubbio un paese molto importante cui forse non viene sempre prestata l’attenzione che merita. So che alcuni di voi nutrono un interesse particolare per le relazioni con il Pakistan e quindi mi compiaccio di poter esporre la posizione del Consiglio su questo paese e ascoltare le vostre opinioni. La situazione in Pakistan è in rapida evoluzione in questo periodo che precede le elezioni e noi speriamo che mantenga una buona cooperazione con il Parlamento europeo nei mesi a venire. L’Unione europea ha alle spalle una lunga storia di relazioni con il Pakistan, che risale al 1976, quando fu sottoscritto il nostro primo accordo di cooperazione. Sfortunatamente negli ultimi anni, per varie ragioni, le nostre relazioni non sono state così strette come entrambe le parti avrebbero desiderato. Per questo motivo, nel 2005 l’Unione europea, avendo il Consiglio riconosciuto le sfide poste da talune questioni aperte con quel paese, ha avviato una revisione della propria politica nei confronti del Pakistan. E’ stato inoltre concordato con fermezza che l’unica politica efficace consisteva nel mantenere con il governo pakistano contatti regolari. Questa decisione è sfociata nella dichiarazione congiunta fra Unione europea e Pakistan approvata a Berlino l’8 febbraio. E’ stato così formalizzato il nostro dialogo politico e si è aperta la via verso una piena attuazione dell’accordo di cooperazione del 2004, noto anche come accordo di terza generazione. Le relazioni dell’Unione europea con il Pakistan si fondano quindi, dall’inizio di quest’anno, su una nuova base. Ci auguriamo che ciò contribuisca a creare una migliore comprensione fra le due parti. Si tratta di un passo avanti in un processo di lunga durata volto a istituire una cooperazione che speriamo proficua e, contemporaneamente, del riconoscimento dell’importanza che l’Unione attribuisce al Pakistan come paese . Pur avendo definito un programma a lungo termine, vi sono tuttavia alcune questioni che andranno abbordate a breve. Sappiamo che il Parlamento è preoccupato per alcuni avvenimenti recenti e da parte nostra condividiamo tali preoccupazioni. Gli scontri che si sono verificati nei pressi della Moschea rossa di Islamabad la settimana scorsa hanno attirato tutta la nostra attenzione. Non intendo imbarcarmi in una discussione sulle possibili cause della situazione che è venuta a crearsi. Desidero invece esprimere il mio compiacimento per la decisione del governo di combattere coloro che istigano all’intolleranza. Ovviamente tutti noi vorremmo assistere a una soluzione pacifica della crisi, ma è importante che il governo abbia preso posizione contro l’estremismo radicale. Occorre distinguere chi predica la violenza da chi manifesta pacificamente. Il Consiglio ha affrontato con grande preoccupazione la violenza esplosa a Karachi in maggio. E’ indispensabile fare tutto il possibile per impedire che fenomeni del genere abbiano a ripetersi. Il Consiglio sta seguendo molto attentamente la situazione in Pakistan attraverso contatti permanenti con le ambasciate dell’Unione europea a Islamabad. Ci auguriamo che tutte le parti diano prova di moderazione e soprattutto che le autorità responsabili del mantenimento dell’ordine pubblico non si abbandonino a eccessi nei confronti della popolazione civile. Il Consiglio segue anche molto da vicino il processo a Iftikhar Chaudhry, giudice alla Corte suprema. E’ imprescindibile che l’azione giudiziaria contro Chaudhry rispetti le regole di un processo equo e che non vi siano ingerenze indebite. I devono essere liberi di adempiere il loro compito di informazione del pubblico senza subire intimidazioni. In generale è desiderio dell’Unione europea che il Pakistan continui a seguire la via di una moderazione illuminata, nel rispetto delle norme internazionali in materia di principi democratici e di Stato di diritto. E’ su questi presupposti che si basano le nostre relazioni. Come afferma l’articolo 1 dell’accordo di cooperazione del 2004, il rispetto dei diritti umani e dei principi democratici costituisce un elemento essenziale dell’accordo. Intendiamo lavorare su questa base. Quest’anno, con le elezioni generali, il Pakistan si trova a dover operare una scelta. L’Unione europea sostiene tutte le iniziative che vengono adottate per assicurare al Pakistan una democrazia sostenibile, per rafforzare le istituzioni democratiche e il buongoverno nel paese. L’Unione europea ritiene quindi determinante che le prossime elezioni legislative in Pakistan siano libere e regolari. Consideriamo anche molto importante che il prossimo Presidente venga eletto in conformità della legge. E’ essenziale che il governo abbia la forza che deriva dalla legittimità democratica. Solo così potrà far fronte alle molte sfide che attendono il paese."@it12
"Senhor Presidente, Senhores Deputados, congratulo-me com a oportunidade de falar aqui sobre o Paquistão que é, sem dúvida, um país muito importante e que, porventura, nem sempre recebe a atenção que merecerá. Sei que alguns dos Senhores deputados atribuem um interesse muito especial às relações com o Paquistão, pelo que me apraz poder expor a posição do Conselho sobre este país e ouvir as vossas opiniões. A situação no Paquistão está a evoluir rapidamente na fase que precede as eleições e esperamos manter uma boa cooperação com o Parlamento Europeu, ao longo dos próximos meses. A União Europeia tem uma longa história de relações com o Paquistão, que remonta a 1976 quando foi estabelecido o nosso primeiro acordo de cooperação. Infelizmente, nos últimos anos e por várias razões, as nossas relações não têm sido tão estreitas como qualquer uma das partes teria desejado. Foi por este motivo que em 2005 a União Europeia deu início a uma revisão da sua política para com o Paquistão, pois os desafios colocados por determinadas questões com o Paquistão foram reconhecidos no Conselho. Mas também se concordou com firmeza que a única política eficaz consistia em resolutamente manter com o Governo paquistanês contactos regulares. Desta decisão resultou a declaração conjunta entre a União Europeia e o Paquistão que foi aprovada em Berlim em 8 de Fevereiro. Foi assim formalizado o nosso diálogo político e aberta a via para a plena implementação do acordo de cooperação de 2004, também conhecido como acordo de terceira geração. As relações da União Europeia com o Paquistão assentam assim numa nova base desde o início deste ano. A nossa esperança é que tal venha contribuir para um melhor entendimento entre ambas as partes. Trata-se de um passo num processo que é um processo a longo prazo para o estabelecimento de uma cooperação que desejamos frutuosa. Trata-se também do reconhecimento da importância que a UE atribui ao Paquistão enquanto país parceiro. Simultaneamente, embora tenhamos definido o nosso rumo a longo prazo, há algumas questões que teremos que abordar a curto prazo. Sabemos que o Parlamento tem certas preocupações quanto aos recentes acontecimentos e podemos partilhar algumas de entre essas preocupações. Os combates em torno da Mesquita Vermelha em Islamabad retiveram toda a nossa atenção ao longo da semana passada. Não quero enveredar por uma discussão sobre o que esteve na origem da actual situação. Gostaria, pelo contrário, de saudar a decisão do Governo no sentido de enfrentar aqueles que pregam a intolerância. Como é natural, todos nós gostaríamos de ter assistido a um desfecho pacífico do impasse, mas é importante que o Governo tenha tomado posição contra o extremismo radical. Há que estabelecer uma distinção entre aqueles que pregam a violência e aqueles que se manifestam pacificamente. O Conselho encarou com grande preocupação a violência que em Maio eclodiu em Karachi. É imperioso que tudo seja feito para impedir uma repetição dos acontecimentos. O Conselho está a seguir muito atentamente a situação no Paquistão, através de contactos permanentes com as embaixadas da União Europeia em Islamabad. Esperamos que todas as partes dêem provas de contenção e esperamos, em particular, que as autoridades responsáveis pela manutenção da ordem pública empreguem proporcionadamente o mínimo de força ao lidarem com civis. O Conselho está também a seguir de muito perto o processo de Iftikhar Chaudhry, juiz do Supremo Tribunal. Importa que a acção judicial contra Chaudhry respeite as regras de um processo equitativo, sem ingerências indevidas. Os meios de comunicação social devem igualmente ter liberdade para desempenhar a sua missão de informar sem intimidações. Em geral, é desejo da União Europeia que o Paquistão continue a seguir a via da moderação esclarecida, no respeito pelas normas internacionais em matéria de princípios democráticos e Estado de direito. É este o entendimento em que assentam as nossas relações. Tal como se afirma no artigo 1° do acordo de cooperação de 2004, o respeito pelos direitos humanos e pelos princípios democráticos constitui um elemento essencial do presente acordo. Tencionamos trabalhar nesta base. O Paquistão está perante uma escolha em 2007, com a realização das eleições gerais. A União Europeia apoia plenamente todos os passos que sejam dados no sentido de uma democracia sustentável no Paquistão, bem como o reforço das instituições democráticas e da boa governação do país. A União Europeia considera, pois, importante, que as próximas eleições legislativas no Paquistão sejam livres e sejam justas. Consideramos igualmente muito importante que o próximo Presidente do Paquistão seja eleito em conformidade com a lei. O aspecto essencial é que o Governo possua a força que deriva da legitimidade democrática. Assim será necessário para que possa enfrentar os muitos desafios do Paquistão."@lt14
"Senhor Presidente, Senhores Deputados, congratulo-me com a oportunidade de falar aqui sobre o Paquistão que é, sem dúvida, um país muito importante e que, porventura, nem sempre recebe a atenção que merecerá. Sei que alguns dos Senhores deputados atribuem um interesse muito especial às relações com o Paquistão, pelo que me apraz poder expor a posição do Conselho sobre este país e ouvir as vossas opiniões. A situação no Paquistão está a evoluir rapidamente na fase que precede as eleições e esperamos manter uma boa cooperação com o Parlamento Europeu, ao longo dos próximos meses. A União Europeia tem uma longa história de relações com o Paquistão, que remonta a 1976 quando foi estabelecido o nosso primeiro acordo de cooperação. Infelizmente, nos últimos anos e por várias razões, as nossas relações não têm sido tão estreitas como qualquer uma das partes teria desejado. Foi por este motivo que em 2005 a União Europeia deu início a uma revisão da sua política para com o Paquistão, pois os desafios colocados por determinadas questões com o Paquistão foram reconhecidos no Conselho. Mas também se concordou com firmeza que a única política eficaz consistia em resolutamente manter com o Governo paquistanês contactos regulares. Desta decisão resultou a declaração conjunta entre a União Europeia e o Paquistão que foi aprovada em Berlim em 8 de Fevereiro. Foi assim formalizado o nosso diálogo político e aberta a via para a plena implementação do acordo de cooperação de 2004, também conhecido como acordo de terceira geração. As relações da União Europeia com o Paquistão assentam assim numa nova base desde o início deste ano. A nossa esperança é que tal venha contribuir para um melhor entendimento entre ambas as partes. Trata-se de um passo num processo que é um processo a longo prazo para o estabelecimento de uma cooperação que desejamos frutuosa. Trata-se também do reconhecimento da importância que a UE atribui ao Paquistão enquanto país parceiro. Simultaneamente, embora tenhamos definido o nosso rumo a longo prazo, há algumas questões que teremos que abordar a curto prazo. Sabemos que o Parlamento tem certas preocupações quanto aos recentes acontecimentos e podemos partilhar algumas de entre essas preocupações. Os combates em torno da Mesquita Vermelha em Islamabad retiveram toda a nossa atenção ao longo da semana passada. Não quero enveredar por uma discussão sobre o que esteve na origem da actual situação. Gostaria, pelo contrário, de saudar a decisão do Governo no sentido de enfrentar aqueles que pregam a intolerância. Como é natural, todos nós gostaríamos de ter assistido a um desfecho pacífico do impasse, mas é importante que o Governo tenha tomado posição contra o extremismo radical. Há que estabelecer uma distinção entre aqueles que pregam a violência e aqueles que se manifestam pacificamente. O Conselho encarou com grande preocupação a violência que em Maio eclodiu em Karachi. É imperioso que tudo seja feito para impedir uma repetição dos acontecimentos. O Conselho está a seguir muito atentamente a situação no Paquistão, através de contactos permanentes com as embaixadas da União Europeia em Islamabad. Esperamos que todas as partes dêem provas de contenção e esperamos, em particular, que as autoridades responsáveis pela manutenção da ordem pública empreguem proporcionadamente o mínimo de força ao lidarem com civis. O Conselho está também a seguir de muito perto o processo de Iftikhar Chaudhry, juiz do Supremo Tribunal. Importa que a acção judicial contra Chaudhry respeite as regras de um processo equitativo, sem ingerências indevidas. Os meios de comunicação social devem igualmente ter liberdade para desempenhar a sua missão de informar sem intimidações. Em geral, é desejo da União Europeia que o Paquistão continue a seguir a via da moderação esclarecida, no respeito pelas normas internacionais em matéria de princípios democráticos e Estado de direito. É este o entendimento em que assentam as nossas relações. Tal como se afirma no artigo 1° do acordo de cooperação de 2004, o respeito pelos direitos humanos e pelos princípios democráticos constitui um elemento essencial do presente acordo. Tencionamos trabalhar nesta base. O Paquistão está perante uma escolha em 2007, com a realização das eleições gerais. A União Europeia apoia plenamente todos os passos que sejam dados no sentido de uma democracia sustentável no Paquistão, bem como o reforço das instituições democráticas e da boa governação do país. A União Europeia considera, pois, importante, que as próximas eleições legislativas no Paquistão sejam livres e sejam justas. Consideramos igualmente muito importante que o próximo Presidente do Paquistão seja eleito em conformidade com a lei. O aspecto essencial é que o Governo possua a força que deriva da legitimidade democrática. Assim será necessário para que possa enfrentar os muitos desafios do Paquistão."@lv13
"Senhor Presidente, Senhores Deputados, congratulo-me com a oportunidade de falar aqui sobre o Paquistão que é, sem dúvida, um país muito importante e que, porventura, nem sempre recebe a atenção que merecerá. Sei que alguns dos Senhores deputados atribuem um interesse muito especial às relações com o Paquistão, pelo que me apraz poder expor a posição do Conselho sobre este país e ouvir as vossas opiniões. A situação no Paquistão está a evoluir rapidamente na fase que precede as eleições e esperamos manter uma boa cooperação com o Parlamento Europeu, ao longo dos próximos meses. A União Europeia tem uma longa história de relações com o Paquistão, que remonta a 1976 quando foi estabelecido o nosso primeiro acordo de cooperação. Infelizmente, nos últimos anos e por várias razões, as nossas relações não têm sido tão estreitas como qualquer uma das partes teria desejado. Foi por este motivo que em 2005 a União Europeia deu início a uma revisão da sua política para com o Paquistão, pois os desafios colocados por determinadas questões com o Paquistão foram reconhecidos no Conselho. Mas também se concordou com firmeza que a única política eficaz consistia em resolutamente manter com o Governo paquistanês contactos regulares. Desta decisão resultou a declaração conjunta entre a União Europeia e o Paquistão que foi aprovada em Berlim em 8 de Fevereiro. Foi assim formalizado o nosso diálogo político e aberta a via para a plena implementação do acordo de cooperação de 2004, também conhecido como acordo de terceira geração. As relações da União Europeia com o Paquistão assentam assim numa nova base desde o início deste ano. A nossa esperança é que tal venha contribuir para um melhor entendimento entre ambas as partes. Trata-se de um passo num processo que é um processo a longo prazo para o estabelecimento de uma cooperação que desejamos frutuosa. Trata-se também do reconhecimento da importância que a UE atribui ao Paquistão enquanto país parceiro. Simultaneamente, embora tenhamos definido o nosso rumo a longo prazo, há algumas questões que teremos que abordar a curto prazo. Sabemos que o Parlamento tem certas preocupações quanto aos recentes acontecimentos e podemos partilhar algumas de entre essas preocupações. Os combates em torno da Mesquita Vermelha em Islamabad retiveram toda a nossa atenção ao longo da semana passada. Não quero enveredar por uma discussão sobre o que esteve na origem da actual situação. Gostaria, pelo contrário, de saudar a decisão do Governo no sentido de enfrentar aqueles que pregam a intolerância. Como é natural, todos nós gostaríamos de ter assistido a um desfecho pacífico do impasse, mas é importante que o Governo tenha tomado posição contra o extremismo radical. Há que estabelecer uma distinção entre aqueles que pregam a violência e aqueles que se manifestam pacificamente. O Conselho encarou com grande preocupação a violência que em Maio eclodiu em Karachi. É imperioso que tudo seja feito para impedir uma repetição dos acontecimentos. O Conselho está a seguir muito atentamente a situação no Paquistão, através de contactos permanentes com as embaixadas da União Europeia em Islamabad. Esperamos que todas as partes dêem provas de contenção e esperamos, em particular, que as autoridades responsáveis pela manutenção da ordem pública empreguem proporcionadamente o mínimo de força ao lidarem com civis. O Conselho está também a seguir de muito perto o processo de Iftikhar Chaudhry, juiz do Supremo Tribunal. Importa que a acção judicial contra Chaudhry respeite as regras de um processo equitativo, sem ingerências indevidas. Os meios de comunicação social devem igualmente ter liberdade para desempenhar a sua missão de informar sem intimidações. Em geral, é desejo da União Europeia que o Paquistão continue a seguir a via da moderação esclarecida, no respeito pelas normas internacionais em matéria de princípios democráticos e Estado de direito. É este o entendimento em que assentam as nossas relações. Tal como se afirma no artigo 1° do acordo de cooperação de 2004, o respeito pelos direitos humanos e pelos princípios democráticos constitui um elemento essencial do presente acordo. Tencionamos trabalhar nesta base. O Paquistão está perante uma escolha em 2007, com a realização das eleições gerais. A União Europeia apoia plenamente todos os passos que sejam dados no sentido de uma democracia sustentável no Paquistão, bem como o reforço das instituições democráticas e da boa governação do país. A União Europeia considera, pois, importante, que as próximas eleições legislativas no Paquistão sejam livres e sejam justas. Consideramos igualmente muito importante que o próximo Presidente do Paquistão seja eleito em conformidade com a lei. O aspecto essencial é que o Governo possua a força que deriva da legitimidade democrática. Assim será necessário para que possa enfrentar os muitos desafios do Paquistão."@mt15
". Mijnheer de Voorzitter, geachte afgevaardigden, ik ben verheugd dat ik hier in de gelegenheid ben om over Pakistan te praten, zonder twijfel een zeer belangrijk land dat, zo gaat dat nu eenmaal, niet altijd de aandacht krijgt die het verdient. Ik weet dat sommige van de geachte afgevaardigden de betrekkingen met Pakistan zien als betrekkingen van bijzonder belang, dus het doet mij deugd dat ik het standpunt van de Raad over het land uiteen kan zetten en naar uw opvattingen hierover kan luisteren. De situatie in Pakistan is volop in ontwikkeling in de aanloop naar de verkiezingen en we hopen dat de samenwerking met het Europees Parlement de komende maanden goed zal blijven. De EU kent een lange geschiedenis van betrekkingen met Pakistan, die teruggaat tot 1976, toen onze eerste samenwerkingsovereenkomst werd gesloten. Om meerdere redenen zijn de betrekkingen de afgelopen jaren helaas niet zo nauw geweest als we beiden gewild zouden hebben. Daarom heeft de EU in 2005 een begin gemaakt met de herziening van haar Pakistan-beleid, aangezien de Raad onderkende dat bepaalde kwesties in het land Europa voor uitdagingen stelden. Er bestond ook duidelijke overeenstemming over het feit dat het enige beleid dat effect zou sorteren, een beleid zou zijn waarbij regelmatig contact onderhouden zou worden met de Pakistaanse regering. Uit dit besluit vloeide de gezamenlijke verklaring van de EU en Pakistan voort, die op 8 februari in Berlijn werd aangenomen. Onze politieke dialoog werd dus geformaliseerd en de weg was vrij voor de volledige uitvoering van de samenwerkingsovereenkomst van 2004, ook wel bekend als de derde-generatieovereenkomst. Als gevolg hiervan zijn de betrekkingen tussen de EU en Pakistan sinds het begin van dit jaar op een nieuwe leest geschoeid. We hopen dat dit zal bijdragen tot een beter wederzijds begrip. Dit is een stap voorwaarts in een langetermijnproces dat moet uitmonden in een, naar wij hopen, vruchtbare samenwerking. Het is ook een erkenning van het belang dat de EU hecht aan Pakistan als partnerland. We hebben dus de richting voor de lange termijn bepaald, maar dat neemt niet weg dat er ook een aantal zaken zijn die op korte termijn om een oplossing vragen. We weten dat er in het Parlement een zekere bezorgdheid bestaat over de recente gebeurtenissen, en we kunnen daar voor een deel in meegaan. Onze aandacht ging de afgelopen week volledig uit naar de onlusten rond de Rode Moskee in Islamabad. Ik wil niet in discussie treden over wat de aanleiding was voor de huidige situatie. Liever spreek ik mijn waardering uit voor het besluit van de regering om de strijd aan te binden met degenen die intolerantie prediken. Natuurlijk hadden we allemaal liever een vreedzame uitweg uit de impasse gezien, maar het feit dat de regering een bepaalde houding heeft aangenomen tegen radicaal extremisme, is belangrijk. Er moet onderscheid worden gemaakt tussen mensen die geweld prediken en mensen die vreedzaam betogen. De Raad was uiterst bezorgd over het geweld dat in mei in Karachi uitbrak. Het is essentieel dat al het mogelijke wordt gedaan om een herhaling van deze gebeurtenissen te voorkomen. De Raad volgt de situatie in Pakistan op de voet via zijn permanente contacten met EU-ambassades in Islamabad. We hopen dat alle partijen zich terughoudend zullen opstellen, maar vooral dat de oproerpolitie proportioneel zal optreden en zo weinig mogelijk geweld zal gebruiken wanneer het om burgers gaat. De Raad volgt ook de affaire rond opperrechter Iftikhar Chaudhry op de voet. Belangrijk is dat de gerechtelijke stappen tegen de heer Chaudhry een eerlijk verloop hebben zonder ongepaste inmenging. De media moeten ook hun informatietaak in vrijheid kunnen vervullen zonder bloot te staan aan intimidatie. Al met al zou de EU graag zien dat Pakistan zijn weg vervolgt in de richting van gematigdheid gebaseerd op informatie, met inachtneming van de internationale normen waar het gaat om democratische beginselen en de rechtsstaat. Dit is de afspraak waarop onze betrekkingen zijn gebaseerd. Zoals gesteld in artikel 1 van de samenwerkingsovereenkomst van 2004 maakt de eerbiediging van mensenrechten en democratische beginselen een essentieel onderdeel uit van de overeenkomst. We willen op deze grondslag te werk gaan. De algemene verkiezing betekent dat Pakistan in 2007 voor een keuze staat. De EU ondersteunt ten volle alle stappen in de richting van een duurzame democratie in Pakistan, de versterking van zijn democratische instellingen en een goed landsbestuur. De EU vindt het dan ook belangrijk dat de komende verkiezingen in Pakistan vrij en eerlijk verlopen. We vinden het even belangrijk dat de volgende president van Pakistan volgens de wet wordt gekozen. Het saillante punt is dat de regering haar kracht moet ontlenen aan democratische legitimiteit. Dit is nodig als zij de talrijke uitdagingen voor Pakistan met succes wil aangaan."@nl3
"Senhor Presidente, Senhores Deputados, congratulo-me com a oportunidade de falar aqui sobre o Paquistão que é, sem dúvida, um país muito importante e que, porventura, nem sempre recebe a atenção que merecerá. Sei que alguns dos Senhores deputados atribuem um interesse muito especial às relações com o Paquistão, pelo que me apraz poder expor a posição do Conselho sobre este país e ouvir as vossas opiniões. A situação no Paquistão está a evoluir rapidamente na fase que precede as eleições e esperamos manter uma boa cooperação com o Parlamento Europeu, ao longo dos próximos meses. A União Europeia tem uma longa história de relações com o Paquistão, que remonta a 1976 quando foi estabelecido o nosso primeiro acordo de cooperação. Infelizmente, nos últimos anos e por várias razões, as nossas relações não têm sido tão estreitas como qualquer uma das partes teria desejado. Foi por este motivo que em 2005 a União Europeia deu início a uma revisão da sua política para com o Paquistão, pois os desafios colocados por determinadas questões com o Paquistão foram reconhecidos no Conselho. Mas também se concordou com firmeza que a única política eficaz consistia em resolutamente manter com o Governo paquistanês contactos regulares. Desta decisão resultou a declaração conjunta entre a União Europeia e o Paquistão que foi aprovada em Berlim em 8 de Fevereiro. Foi assim formalizado o nosso diálogo político e aberta a via para a plena implementação do acordo de cooperação de 2004, também conhecido como acordo de terceira geração. As relações da União Europeia com o Paquistão assentam assim numa nova base desde o início deste ano. A nossa esperança é que tal venha contribuir para um melhor entendimento entre ambas as partes. Trata-se de um passo num processo que é um processo a longo prazo para o estabelecimento de uma cooperação que desejamos frutuosa. Trata-se também do reconhecimento da importância que a UE atribui ao Paquistão enquanto país parceiro. Simultaneamente, embora tenhamos definido o nosso rumo a longo prazo, há algumas questões que teremos que abordar a curto prazo. Sabemos que o Parlamento tem certas preocupações quanto aos recentes acontecimentos e podemos partilhar algumas de entre essas preocupações. Os combates em torno da Mesquita Vermelha em Islamabad retiveram toda a nossa atenção ao longo da semana passada. Não quero enveredar por uma discussão sobre o que esteve na origem da actual situação. Gostaria, pelo contrário, de saudar a decisão do Governo no sentido de enfrentar aqueles que pregam a intolerância. Como é natural, todos nós gostaríamos de ter assistido a um desfecho pacífico do impasse, mas é importante que o Governo tenha tomado posição contra o extremismo radical. Há que estabelecer uma distinção entre aqueles que pregam a violência e aqueles que se manifestam pacificamente. O Conselho encarou com grande preocupação a violência que em Maio eclodiu em Karachi. É imperioso que tudo seja feito para impedir uma repetição dos acontecimentos. O Conselho está a seguir muito atentamente a situação no Paquistão, através de contactos permanentes com as embaixadas da União Europeia em Islamabad. Esperamos que todas as partes dêem provas de contenção e esperamos, em particular, que as autoridades responsáveis pela manutenção da ordem pública empreguem proporcionadamente o mínimo de força ao lidarem com civis. O Conselho está também a seguir de muito perto o processo de Iftikhar Chaudhry, juiz do Supremo Tribunal. Importa que a acção judicial contra Chaudhry respeite as regras de um processo equitativo, sem ingerências indevidas. Os meios de comunicação social devem igualmente ter liberdade para desempenhar a sua missão de informar sem intimidações. Em geral, é desejo da União Europeia que o Paquistão continue a seguir a via da moderação esclarecida, no respeito pelas normas internacionais em matéria de princípios democráticos e Estado de direito. É este o entendimento em que assentam as nossas relações. Tal como se afirma no artigo 1° do acordo de cooperação de 2004, o respeito pelos direitos humanos e pelos princípios democráticos constitui um elemento essencial do presente acordo. Tencionamos trabalhar nesta base. O Paquistão está perante uma escolha em 2007, com a realização das eleições gerais. A União Europeia apoia plenamente todos os passos que sejam dados no sentido de uma democracia sustentável no Paquistão, bem como o reforço das instituições democráticas e da boa governação do país. A União Europeia considera, pois, importante, que as próximas eleições legislativas no Paquistão sejam livres e sejam justas. Consideramos igualmente muito importante que o próximo Presidente do Paquistão seja eleito em conformidade com a lei. O aspecto essencial é que o Governo possua a força que deriva da legitimidade democrática. Assim será necessário para que possa enfrentar os muitos desafios do Paquistão."@pl16
"Senhor Presidente, Senhores Deputados, congratulo-me com a oportunidade de falar aqui sobre o Paquistão que é, sem dúvida, um país muito importante e que, porventura, nem sempre recebe a atenção que merecerá. Sei que alguns dos Senhores deputados atribuem um interesse muito especial às relações com o Paquistão, pelo que me apraz poder expor a posição do Conselho sobre este país e ouvir as vossas opiniões. A situação no Paquistão está a evoluir rapidamente na fase que precede as eleições e esperamos manter uma boa cooperação com o Parlamento Europeu, ao longo dos próximos meses. A União Europeia tem uma longa história de relações com o Paquistão, que remonta a 1976 quando foi estabelecido o nosso primeiro acordo de cooperação. Infelizmente, nos últimos anos e por várias razões, as nossas relações não têm sido tão estreitas como qualquer uma das partes teria desejado. Foi por este motivo que em 2005 a União Europeia deu início a uma revisão da sua política para com o Paquistão, pois os desafios colocados por determinadas questões com o Paquistão foram reconhecidos no Conselho. Mas também se concordou com firmeza que a única política eficaz consistia em resolutamente manter com o Governo paquistanês contactos regulares. Desta decisão resultou a declaração conjunta entre a União Europeia e o Paquistão que foi aprovada em Berlim em 8 de Fevereiro. Foi assim formalizado o nosso diálogo político e aberta a via para a plena implementação do acordo de cooperação de 2004, também conhecido como acordo de terceira geração. As relações da União Europeia com o Paquistão assentam assim numa nova base desde o início deste ano. A nossa esperança é que tal venha contribuir para um melhor entendimento entre ambas as partes. Trata-se de um passo num processo que é um processo a longo prazo para o estabelecimento de uma cooperação que desejamos frutuosa. Trata-se também do reconhecimento da importância que a UE atribui ao Paquistão enquanto país parceiro. Simultaneamente, embora tenhamos definido o nosso rumo a longo prazo, há algumas questões que teremos que abordar a curto prazo. Sabemos que o Parlamento tem certas preocupações quanto aos recentes acontecimentos e podemos partilhar algumas de entre essas preocupações. Os combates em torno da Mesquita Vermelha em Islamabad retiveram toda a nossa atenção ao longo da semana passada. Não quero enveredar por uma discussão sobre o que esteve na origem da actual situação. Gostaria, pelo contrário, de saudar a decisão do Governo no sentido de enfrentar aqueles que pregam a intolerância. Como é natural, todos nós gostaríamos de ter assistido a um desfecho pacífico do impasse, mas é importante que o Governo tenha tomado posição contra o extremismo radical. Há que estabelecer uma distinção entre aqueles que pregam a violência e aqueles que se manifestam pacificamente. O Conselho encarou com grande preocupação a violência que em Maio eclodiu em Karachi. É imperioso que tudo seja feito para impedir uma repetição dos acontecimentos. O Conselho está a seguir muito atentamente a situação no Paquistão, através de contactos permanentes com as embaixadas da União Europeia em Islamabad. Esperamos que todas as partes dêem provas de contenção e esperamos, em particular, que as autoridades responsáveis pela manutenção da ordem pública empreguem proporcionadamente o mínimo de força ao lidarem com civis. O Conselho está também a seguir de muito perto o processo de Iftikhar Chaudhry, juiz do Supremo Tribunal. Importa que a acção judicial contra Chaudhry respeite as regras de um processo equitativo, sem ingerências indevidas. Os meios de comunicação social devem igualmente ter liberdade para desempenhar a sua missão de informar sem intimidações. Em geral, é desejo da União Europeia que o Paquistão continue a seguir a via da moderação esclarecida, no respeito pelas normas internacionais em matéria de princípios democráticos e Estado de direito. É este o entendimento em que assentam as nossas relações. Tal como se afirma no artigo 1° do acordo de cooperação de 2004, o respeito pelos direitos humanos e pelos princípios democráticos constitui um elemento essencial do presente acordo. Tencionamos trabalhar nesta base. O Paquistão está perante uma escolha em 2007, com a realização das eleições gerais. A União Europeia apoia plenamente todos os passos que sejam dados no sentido de uma democracia sustentável no Paquistão, bem como o reforço das instituições democráticas e da boa governação do país. A União Europeia considera, pois, importante, que as próximas eleições legislativas no Paquistão sejam livres e sejam justas. Consideramos igualmente muito importante que o próximo Presidente do Paquistão seja eleito em conformidade com a lei. O aspecto essencial é que o Governo possua a força que deriva da legitimidade democrática. Assim será necessário para que possa enfrentar os muitos desafios do Paquistão."@ro18
"Senhor Presidente, Senhores Deputados, congratulo-me com a oportunidade de falar aqui sobre o Paquistão que é, sem dúvida, um país muito importante e que, porventura, nem sempre recebe a atenção que merecerá. Sei que alguns dos Senhores deputados atribuem um interesse muito especial às relações com o Paquistão, pelo que me apraz poder expor a posição do Conselho sobre este país e ouvir as vossas opiniões. A situação no Paquistão está a evoluir rapidamente na fase que precede as eleições e esperamos manter uma boa cooperação com o Parlamento Europeu, ao longo dos próximos meses. A União Europeia tem uma longa história de relações com o Paquistão, que remonta a 1976 quando foi estabelecido o nosso primeiro acordo de cooperação. Infelizmente, nos últimos anos e por várias razões, as nossas relações não têm sido tão estreitas como qualquer uma das partes teria desejado. Foi por este motivo que em 2005 a União Europeia deu início a uma revisão da sua política para com o Paquistão, pois os desafios colocados por determinadas questões com o Paquistão foram reconhecidos no Conselho. Mas também se concordou com firmeza que a única política eficaz consistia em resolutamente manter com o Governo paquistanês contactos regulares. Desta decisão resultou a declaração conjunta entre a União Europeia e o Paquistão que foi aprovada em Berlim em 8 de Fevereiro. Foi assim formalizado o nosso diálogo político e aberta a via para a plena implementação do acordo de cooperação de 2004, também conhecido como acordo de terceira geração. As relações da União Europeia com o Paquistão assentam assim numa nova base desde o início deste ano. A nossa esperança é que tal venha contribuir para um melhor entendimento entre ambas as partes. Trata-se de um passo num processo que é um processo a longo prazo para o estabelecimento de uma cooperação que desejamos frutuosa. Trata-se também do reconhecimento da importância que a UE atribui ao Paquistão enquanto país parceiro. Simultaneamente, embora tenhamos definido o nosso rumo a longo prazo, há algumas questões que teremos que abordar a curto prazo. Sabemos que o Parlamento tem certas preocupações quanto aos recentes acontecimentos e podemos partilhar algumas de entre essas preocupações. Os combates em torno da Mesquita Vermelha em Islamabad retiveram toda a nossa atenção ao longo da semana passada. Não quero enveredar por uma discussão sobre o que esteve na origem da actual situação. Gostaria, pelo contrário, de saudar a decisão do Governo no sentido de enfrentar aqueles que pregam a intolerância. Como é natural, todos nós gostaríamos de ter assistido a um desfecho pacífico do impasse, mas é importante que o Governo tenha tomado posição contra o extremismo radical. Há que estabelecer uma distinção entre aqueles que pregam a violência e aqueles que se manifestam pacificamente. O Conselho encarou com grande preocupação a violência que em Maio eclodiu em Karachi. É imperioso que tudo seja feito para impedir uma repetição dos acontecimentos. O Conselho está a seguir muito atentamente a situação no Paquistão, através de contactos permanentes com as embaixadas da União Europeia em Islamabad. Esperamos que todas as partes dêem provas de contenção e esperamos, em particular, que as autoridades responsáveis pela manutenção da ordem pública empreguem proporcionadamente o mínimo de força ao lidarem com civis. O Conselho está também a seguir de muito perto o processo de Iftikhar Chaudhry, juiz do Supremo Tribunal. Importa que a acção judicial contra Chaudhry respeite as regras de um processo equitativo, sem ingerências indevidas. Os meios de comunicação social devem igualmente ter liberdade para desempenhar a sua missão de informar sem intimidações. Em geral, é desejo da União Europeia que o Paquistão continue a seguir a via da moderação esclarecida, no respeito pelas normas internacionais em matéria de princípios democráticos e Estado de direito. É este o entendimento em que assentam as nossas relações. Tal como se afirma no artigo 1° do acordo de cooperação de 2004, o respeito pelos direitos humanos e pelos princípios democráticos constitui um elemento essencial do presente acordo. Tencionamos trabalhar nesta base. O Paquistão está perante uma escolha em 2007, com a realização das eleições gerais. A União Europeia apoia plenamente todos os passos que sejam dados no sentido de uma democracia sustentável no Paquistão, bem como o reforço das instituições democráticas e da boa governação do país. A União Europeia considera, pois, importante, que as próximas eleições legislativas no Paquistão sejam livres e sejam justas. Consideramos igualmente muito importante que o próximo Presidente do Paquistão seja eleito em conformidade com a lei. O aspecto essencial é que o Governo possua a força que deriva da legitimidade democrática. Assim será necessário para que possa enfrentar os muitos desafios do Paquistão."@sk19
"Senhor Presidente, Senhores Deputados, congratulo-me com a oportunidade de falar aqui sobre o Paquistão que é, sem dúvida, um país muito importante e que, porventura, nem sempre recebe a atenção que merecerá. Sei que alguns dos Senhores deputados atribuem um interesse muito especial às relações com o Paquistão, pelo que me apraz poder expor a posição do Conselho sobre este país e ouvir as vossas opiniões. A situação no Paquistão está a evoluir rapidamente na fase que precede as eleições e esperamos manter uma boa cooperação com o Parlamento Europeu, ao longo dos próximos meses. A União Europeia tem uma longa história de relações com o Paquistão, que remonta a 1976 quando foi estabelecido o nosso primeiro acordo de cooperação. Infelizmente, nos últimos anos e por várias razões, as nossas relações não têm sido tão estreitas como qualquer uma das partes teria desejado. Foi por este motivo que em 2005 a União Europeia deu início a uma revisão da sua política para com o Paquistão, pois os desafios colocados por determinadas questões com o Paquistão foram reconhecidos no Conselho. Mas também se concordou com firmeza que a única política eficaz consistia em resolutamente manter com o Governo paquistanês contactos regulares. Desta decisão resultou a declaração conjunta entre a União Europeia e o Paquistão que foi aprovada em Berlim em 8 de Fevereiro. Foi assim formalizado o nosso diálogo político e aberta a via para a plena implementação do acordo de cooperação de 2004, também conhecido como acordo de terceira geração. As relações da União Europeia com o Paquistão assentam assim numa nova base desde o início deste ano. A nossa esperança é que tal venha contribuir para um melhor entendimento entre ambas as partes. Trata-se de um passo num processo que é um processo a longo prazo para o estabelecimento de uma cooperação que desejamos frutuosa. Trata-se também do reconhecimento da importância que a UE atribui ao Paquistão enquanto país parceiro. Simultaneamente, embora tenhamos definido o nosso rumo a longo prazo, há algumas questões que teremos que abordar a curto prazo. Sabemos que o Parlamento tem certas preocupações quanto aos recentes acontecimentos e podemos partilhar algumas de entre essas preocupações. Os combates em torno da Mesquita Vermelha em Islamabad retiveram toda a nossa atenção ao longo da semana passada. Não quero enveredar por uma discussão sobre o que esteve na origem da actual situação. Gostaria, pelo contrário, de saudar a decisão do Governo no sentido de enfrentar aqueles que pregam a intolerância. Como é natural, todos nós gostaríamos de ter assistido a um desfecho pacífico do impasse, mas é importante que o Governo tenha tomado posição contra o extremismo radical. Há que estabelecer uma distinção entre aqueles que pregam a violência e aqueles que se manifestam pacificamente. O Conselho encarou com grande preocupação a violência que em Maio eclodiu em Karachi. É imperioso que tudo seja feito para impedir uma repetição dos acontecimentos. O Conselho está a seguir muito atentamente a situação no Paquistão, através de contactos permanentes com as embaixadas da União Europeia em Islamabad. Esperamos que todas as partes dêem provas de contenção e esperamos, em particular, que as autoridades responsáveis pela manutenção da ordem pública empreguem proporcionadamente o mínimo de força ao lidarem com civis. O Conselho está também a seguir de muito perto o processo de Iftikhar Chaudhry, juiz do Supremo Tribunal. Importa que a acção judicial contra Chaudhry respeite as regras de um processo equitativo, sem ingerências indevidas. Os meios de comunicação social devem igualmente ter liberdade para desempenhar a sua missão de informar sem intimidações. Em geral, é desejo da União Europeia que o Paquistão continue a seguir a via da moderação esclarecida, no respeito pelas normas internacionais em matéria de princípios democráticos e Estado de direito. É este o entendimento em que assentam as nossas relações. Tal como se afirma no artigo 1° do acordo de cooperação de 2004, o respeito pelos direitos humanos e pelos princípios democráticos constitui um elemento essencial do presente acordo. Tencionamos trabalhar nesta base. O Paquistão está perante uma escolha em 2007, com a realização das eleições gerais. A União Europeia apoia plenamente todos os passos que sejam dados no sentido de uma democracia sustentável no Paquistão, bem como o reforço das instituições democráticas e da boa governação do país. A União Europeia considera, pois, importante, que as próximas eleições legislativas no Paquistão sejam livres e sejam justas. Consideramos igualmente muito importante que o próximo Presidente do Paquistão seja eleito em conformidade com a lei. O aspecto essencial é que o Governo possua a força que deriva da legitimidade democrática. Assim será necessário para que possa enfrentar os muitos desafios do Paquistão."@sl20
"Herr talman, ärade ledamöter! Jag välkomnar tillfället att få tala här om Pakistan, utan tvekan ett mycket viktigt land som inte alltid får den uppmärksamhet som det förtjänar. Jag vet att vissa av ledamöterna anser att förbindelserna med Pakistan är av särskilt intresse, så det gläder mig att få lägga fram rådets ståndpunkt om landet och få höra era åsikter. Situationen i Pakistan utvecklas snabbt inför valet, och vi hoppas att samarbetet med Europaparlamentet kommer att förbli gott under de kommande månaderna. EU har mångåriga förbindelser med Pakistan, som sträcker sig tillbaka till 1976 när vårt första samarbetsavtal gjordes upp. Av flera skäl har förbindelserna under de senaste åren inte varit så intensiva som någon av sidorna skulle ha velat. Av den anledningen började EU 2005 på nytt granska sin policy gentemot Pakistan, eftersom rådet upptäckte att vissa händelser i landet innebar utmaningar. Det överenskoms också strikt att den enda effektiva policyn skulle vara att bestämt bibehålla regelbunden kontakt med Pakistans regering. Baserat på detta beslut kom EU:s och Pakistans gemensamma förklaring som antogs i Berlin den 8 februari. Vår politiska dialog formaliserades alltså, och vägen låg öppen för att fullständigt genomföra samarbetsavtalet från 2004, också känt som ett tredje generationens avtal. Till följd av detta har förbindelserna mellan EU och Pakistan skötts på en annan grundval sedan början av året. Det är vår förhoppning att det kommer att bidra till en bättre förståelse mellan parterna. Det är ett steg framåt i en långsiktig process för att upprätta ett samarbete som vi hoppas kommer att bli givande. Det är också en bekräftelse av den vikt som EU tillmäter Pakistan som partnerland. Samtidigt, och trots att vi har definierat vår långsiktiga inriktning, finns det några frågor som måste behandlas på kort sikt. Vi vet att parlamentet känner en viss oro på grund av händelserna nyligen, och vi delar delvis denna oro. All vår uppmärksamhet under den senaste veckan har riktats mot striderna runt Röda moskén i Islamabad. Jag vill inte gå in i en diskussion om vad som var anledning till den nuvarande situationen. Jag vill hellre berömma regeringen för dess beslut att ta itu med dem som predikar intolerans. Naturligtvis skulle vi alla ha velat se ett fredligt slut på detta dödläge, men det är viktigt att regeringen tog ställning mot den radikala extremismen. Det måste göras åtskillnad mellan dem som predikar våld och dem som demonstrerar fredligt. Rådet var mycket oroat över det våld som bröt ut i Karachi i maj. Det är mycket viktigt att allt som är möjligt görs för att förhindra att samma sak händer igen. Råder följer noga situationen i Pakistan genom sina ständiga kontakter med EU:s beskickningar i Islamabad. Vi hoppas att alla parter nu kommer att visa återhållsamhet och särskilt att de som upprätthåller lag och ordning kommer att agera proportionerligt och använda så lite våld som möjligt när de har att göra med civilpersoner. Rådet följer också noga fallet med högsta domstolens överdomare Iftikhar Chaudhry. Det är viktigt att det rättsliga förfarandet mot Iftikhar Chaudhry är rättvist, utan någon olämplig inblandning. Medierna måste också ha frihet att genomföra sitt uppdrag att lämna information utan att drabbas av hotelser. Generellt är det EU:s önskemål att få se Pakistan fortsätta sin väg mot välinformerat lugn och sans, och respektera internationella normer i fråga om demokratiska principer och rättsstatsprincipen. Det är den förståelse som våra förbindelser bygger på. Som det föreskrivs i artikel 1 i 2004 års samarbetsavtal är respekt för de mänskliga rättigheterna och demokratiska principer en väsentlig beståndsdel av avtalet. Vi avser att arbeta på denna grundval. Det allmänna valet innebär att Pakistan står inför att välja alternativ 2007. EU stöder fullständigt alla åtgärder som vidtas i riktning mot en hållbar demokrati i Pakistan, stärkandet av dess demokratiska institutioner och ett bra styrelseskick i landet. EU anser det därför viktigt att Pakistans nästa val är fritt och rättvist. Vi anser också att det är viktigt att nästa president i Pakistan väljs i enlighet med lagen. Den springande punkten är att regeringen måste få en styrka som grundar sig på demokratisk legitimitet. Det är nödvändigt om den ska klara av Pakistans många utmaningar."@sv22
lpv:unclassifiedMetadata
"Manuel Lobo Antunes,"18,5,20,15,1,19,14,16,11,13,17
"Presidente em exercício do Conselho"18,5,20,15,1,19,14,16,11,13,17

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