Local view for "http://purl.org/linkedpolitics/eu/plenary/2007-07-11-Speech-3-080"

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"en.20070711.5.3-080"6
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"Já debatemos esta questão do Tratado durante bastante tempo esta manhã, eu diria desde as 9 da manhã, como foi aqui recordado por um dos senhores deputados, e portanto julgo que as principais observações e comentários estão feitos - certamente muitos deles interessantes -, e dos quais a Presidência portuguesa tirará naturalmente as suas ilações. Eu fui membro da Convenção Europeia, aliás com vários deputados aqui presentes, e também da Conferência Intergovernamental em 2004. Não vos conto que, de 2004 para cá, tive apreensões, tive até, se calhar, porventura, alguma descrença, mas sempre soube que o motor da Europa era o compromisso e a vontade de avançar. Hoje posso dizer-vos claramente que julgo que essa vontade de avançar, que essa vontade de fazer compromissos, de chegar a acordos está de volta. Não podíamos falhar no Conselho Europeu, e não falhámos, e com isso demos um sinal inequívoco à Europa, aos cidadãos europeus e ao mundo que este é um projecto de futuro, um projecto que serve os europeus, um projecto que serve o mundo. Poderemos, naturalmente, não estar todos satisfeitos com o mandato que o Conselho Europeu aprovou, mas não tenham quaisquer dúvidas de que este mandato permitirá ter um Tratado com Instituições mais eficientes, com decisões mais democráticas e com respostas mais adequadas aos problemas internos da própria União, mas também aos problemas com que a União se tem de confrontar na sua vertente externa. Este é e será o mandato que nós necessitávamos. Vamos ter certamente o Tratado pelo qual os cidadãos europeus há muito anseiam. Como o Sr. Primeiro-Ministro de Portugal aqui disse, "temos o mandato, não temos o Tratado" e o mandato que recebemos não é para alterar esse próprio mandato, é para fazer o novo Tratado. Esse é o nosso objectivo e fá-lo-emos com todo o nosso esforço e com toda a nossa convicção. A meta para termos finalizado o nosso trabalho é Outubro e eu espero, em Outubro, poder anunciar aqui a boa nova de um novo Tratado para a nossa União. Não permitiremos, portanto, faltas de disciplina, como aqui foi sugerido por um dos senhores deputados. Quero também assegurar-vos que o timbre de todas as presidências portuguesas é um timbre de transparência, de comunicação com os cidadãos, de comunicação com as instituições. Continuaremos, naturalmente, a respeitar este timbre e posso assegurar-vos que este é um compromisso da Presidência portuguesa. Como vos digo, espero, em Outubro, anunciar-vos a boa nova."@pt17
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"Já debatemos esta questão do Tratado durante bastante tempo esta manhã, eu diria desde as 9 da manhã, como foi aqui recordado por um dos senhores deputados, e portanto julgo que as principais observações e comentários estão feitos - certamente muitos deles interessantes -, e dos quais a Presidência portuguesa tirará naturalmente as suas ilações. Eu fui membro da Convenção Europeia, aliás com vários deputados aqui presentes, e também da Conferência Intergovernamental em 2004. Não vos conto que, de 2004 para cá, tive apreensões, tive até, se calhar, porventura, alguma descrença, mas sempre soube que o motor da Europa era o compromisso e a vontade de avançar. Hoje posso dizer-vos claramente que julgo que essa vontade de avançar, que essa vontade de fazer compromissos, de chegar a acordos está de volta. Não podíamos falhar no Conselho Europeu, e não falhámos, e com isso demos um sinal inequívoco à Europa, aos cidadãos europeus e ao mundo que este é um projecto de futuro, um projecto que serve os europeus, um projecto que serve o mundo. Poderemos, naturalmente, não estar todos satisfeitos com o mandato que o Conselho Europeu aprovou, mas não tenham quaisquer dúvidas de que este mandato permitirá ter um Tratado com Instituições mais eficientes, com decisões mais democráticas e com respostas mais adequadas aos problemas internos da própria União, mas também aos problemas com que a União se tem de confrontar na sua vertente externa. Este é e será o mandato que nós necessitávamos. Vamos ter certamente o Tratado pelo qual os cidadãos europeus há muito anseiam. Como o Sr. Primeiro-Ministro de Portugal aqui disse, "temos o mandato, não temos o Tratado" e o mandato que recebemos não é para alterar esse próprio mandato, é para fazer o novo Tratado. Esse é o nosso objectivo e fá-lo-emos com todo o nosso esforço e com toda a nossa convicção. A meta para termos finalizado o nosso trabalho é Outubro e eu espero, em Outubro, poder anunciar aqui a boa nova de um novo Tratado para a nossa União. Não permitiremos, portanto, faltas de disciplina, como aqui foi sugerido por um dos senhores deputados. Quero também assegurar-vos que o timbre de todas as presidências portuguesas é um timbre de transparência, de comunicação com os cidadãos, de comunicação com as instituições. Continuaremos, naturalmente, a respeitar este timbre e posso assegurar-vos que este é um compromisso da Presidência portuguesa. Como vos digo, espero, em Outubro, anunciar-vos a boa nova."@cs1
"Vi har nu diskuteret traktatspørgsmålet ganske længe her til formiddag, vist lige fra kl. 9 i morges - som også et af medlemmerne har noteret - og jeg tror derfor, at de vigtigste bemærkninger og kommentarer er gjort. Mange af disse er helt sikkert af stor interesse, og det portugisiske formandskab vil naturligvis inddrage dem i sine overvejelser. Jeg var medlem af Det Europæiske Konvent - ligesom flere af de tilstedeværende parlamentsmedlemmer også var - og af regeringskonferencen i 2004. Jeg kan godt sige, at jeg fra 2004 til nu har haft mine bange anelser, ja, måske også været ved at miste troen, selv om jeg dog altid har vidst, at Europas motor er kompromiset og viljen til at komme videre. I dag kan jeg klart sige, at denne vilje til at komme videre, denne vilje til at indgå kompromis, til at nå en aftale, er tilbage. Det måtte ikke gå galt i Det Europæiske Råd, og det gik ikke galt. Dermed sendte vi et utvetydigt signal til Europa, til de europæiske borgere og til verden, om, at det er et fremtidsrettet projekt, et projekt til gavn for europæerne, til gavn for verden. Vi kan naturligvis ikke alle være lige tilfredse med det mandat, som Det Europæiske Råd har vedtaget, men vær ikke i tvivl om, at dette mandat vil kunne føre til en traktat med mere effektive institutioner, mere demokratiske beslutninger og mere hensigtsmæssige løsninger på Unionens interne problemer, men også på de problemer, som Unionen må forholde sig til eksternt. Det er og bliver det mandat, som vi havde brug for. Vi får ganske sikkert den traktat, som de europæiske borgere i så lang tid har ønsket. Som Portugals premierminister sagde: "Vi har mandatet, men vi har ikke traktaten", og det mandat, vi har fået, går ikke ud på at ændre det, men på at lave den nye traktat. Det er vores mål, og det vil vi stræbe efter med alle vores kræfter og hele vores overbevisning. Vi satser på at have vores arbejde afsluttet til oktober, og jeg håber, at jeg i oktober her kan meddele den gode nyhed om en ny traktat for vores Union. Vi vil derfor ikke tillade nogen slinger i valsen, som et af medlemmerne her har været inde på. Jeg vil også gerne forsikre om, at alle portugisiske formandskaber har været kendetegnet af åbenhed og kommunikation med borgerne og institutionerne. Det vil vi selvfølgelig blive ved med, og jeg kan forsikre om, at det portugisiske formandskab ser det som en af sine forpligtelser. Som sagt håber jeg at kunne meddele Dem den gode nyhed i oktober."@da2
". Wir haben bereits heute Morgen – wie ein Redner hervorgehoben hat, ab 9 Uhr – längere Zeit über dieses Problem des Vertrags debattiert, und ich bin daher der Meinung, dass die meisten wichtigen Bemerkungen und Stellungnahmen bereits abgegeben wurden, von denen viele sicherlich interessant waren und aus denen die portugiesische Präsidentschaft natürlich ihre eigenen Schlussfolgerungen ziehen wird. Ich war Mitglied des Europäischen Konvents, zusammen mit mehreren der in diesem Hohen Haus vertretenen MdEP, und habe auch an der Regierungskonferenz 2004 teilgenommen. Ich behaupte nicht, dass ich von 2004 bis heute keinen Grund gehabt hätte, besorgt zu sein und sogar den Glauben zu verlieren, aber ich wusste stets, dass Europas treibende Kraft der Kompromiss und die Bereitschaft, sich vorwärtszubewegen, sind. Heute kann ich Ihnen klar sagen, dass diese Bereitschaft, sich vorwärtszubewegen, diese Bereitschaft, Kompromisse zu schließen, eine Einigung zu erreichen, meiner Ansicht nach wieder da ist. Wir konnten uns im Europäischen Rat keinen Fehlschlag erlauben und haben nicht versagt, daher lassen Sie uns Europa, seinen Bürgern und der Welt ein eindeutiges Zeichen geben, dass dies ein Projekt für die Zukunft ist, ein Projekt, das den Europäern dient, ein Projekt, das der Welt dient. Natürlich mögen wir mit dem durch den Europäischen Rat angenommenen Mandat nicht alle zufrieden sein, aber lassen Sie keinen Zweifel daran, dass dieses Mandat uns einen Vertrag mit effizienteren Institutionen, demokratischerer Entscheidung und geeigneteren Reaktionen sowohl auf die internen Probleme der Union als auch die externen Probleme, die die Union angehen muss, geben wird. Dies ist und wird das Mandat sein, das wir brauchen. Wir werden sicherlich den Vertrag erhalten, den die Bürger Europas sich lange gewünscht haben. Wie der Ministerpräsident Portugals hier sagte: „Wir haben das Mandat, wir haben nicht den Vertrag“, und das Mandat, das wir erhalten haben, soll nicht dieses Dokument ändern, sondern einen neuen Vertrag schaffen. Das ist unser Ziel, und wir werden das mit all unserer Kraft und all unserer Überzeugung tun. Wir wollen diese Aufgabe im Oktober erledigt haben, und ich hoffe, im Oktober in der Lage zu sein, hier gute Nachrichten über einen neuen Vertrag für unsere Union verkünden zu können. Wir dürfen daher keinerlei Mangel an Disziplin zulassen, wie ein Mitglied dieses Hohen Hauses andeutete. Ich möchte Ihnen auch versichern, dass alle portugiesischen Präsidentschaften durch Transparenz, Kommunikation mit Bürgern und Kommunikation mit den Institutionen gekennzeichnet sind. Wir werden natürlich genau so fortfahren, und ich kann Ihnen versichern, dass dies eine der Verpflichtungen der portugiesischen Präsidentschaft ist. Wie ich bereits sagte, hoffe ich, im Oktober einige gute Nachrichten für Sie zu haben."@de9
"Συζητούμε ήδη αυτό το θέμα της Συνθήκης για σημαντικό χρονικό διάστημα σήμερα το πρωί –από τις 9 π.μ., όπως επισήμανε ένας ομιλητής– και πιστεύω συνεπώς ότι έγιναν οι πιο σημαντικές παρατηρήσεις και σχόλια, πολλά εκ των οποίων ήταν ασφαλώς ενδιαφέροντα, και από τα οποία η πορτογαλική Προεδρία θα αντλήσει φυσικά τα συμπεράσματά της. Ήμουν μέλος της Ευρωπαϊκής Συνέλευσης, μαζί με αρκετούς βουλευτές του ΕΚ που είναι παρόντες σε αυτή την Αίθουσα, και συμμετείχα επίσης στη Διακυβερνητική Διάσκεψη το 2004. Δεν λέω ότι από το 2004 μέχρι σήμερα δεν είχα λόγο να είμαι ανήσυχος, ακόμη και να χάσω την πίστη μου, αλλά γνώριζα πάντα ότι η κινητήριος δύναμη της Ευρώπης είναι ο συμβιβασμός και η προθυμία να προχωρήσει προς τα εμπρός. Σήμερα μπορώ να σας πω σαφώς ότι αυτή η προθυμία για πορεία προς τα εμπρός, αυτή η προθυμία για εξεύρεση συμβιβαστικής λύσης, για επίτευξη συμφωνίας, έχει, κατά τη γνώμη μου, επανέλθει. Δεν είχαμε την πολυτέλεια να αποτύχουμε και δεν αποτύχαμε στο Ευρωπαϊκό Συμβούλιο, συνεπώς ας δώσουμε ένα σαφές μήνυμα στην Ευρώπη, στους πολίτες της και τον κόσμο ότι αυτό είναι ένα σχέδιο για το μέλλον, ένα σχέδιο που εξυπηρετεί τους Ευρωπαίους, ένα σχέδιο που εξυπηρετεί τον κόσμο. Φυσικά, ενδεχομένως να μην είμαστε όλοι ικανοποιημένοι με την εντολή που εγκρίθηκε από το Ευρωπαϊκό Συμβούλιο, αλλά ας μην αμφιβάλει κανείς ότι η παρούσα εντολή θα μας δώσει μια Συνθήκη με πιο αποτελεσματικά θεσμικά όργανα, περισσότερο δημοκρατική λήψη αποφάσεων και καταλληλότερες απαντήσεις τόσο στα εσωτερικά προβλήματα της Ένωσης, όσο και στα εξωτερικά προβλήματα που πρέπει να αντιμετωπίσει η Ένωση. Αυτή είναι και θα είναι η εντολή που χρειαζόμαστε. Θα αποκτήσουμε ασφαλώς τη Συνθήκη που επιθυμούσαν οι πολίτες της Ευρώπης για τόσο καιρό. Όπως είπε ο πρωθυπουργός της Πορτογαλίας εδώ, «έχουμε την εντολή, δεν έχουμε τη Συνθήκη», και η εντολή που λάβαμε δεν πρόκειται να αλλάξει το εν λόγω έγγραφο αλλά να δημιουργήσει τη νέα Συνθήκη. Αυτός είναι ο στόχος μας και αυτό θα κάνουμε με όλη μας τη δύναμη και όλη μας την πεποίθηση. Ο στόχος μας για την ολοκλήρωση του εν λόγω καθήκοντος είναι ο Οκτώβριος και ελπίζω ότι τον Οκτώβριο θα μπορέσω να ανακοινώσω εδώ τα καλά νέα για μια νέα Συνθήκη για την Ένωσή μας. Δεν θα επιτρέψουμε συνεπώς έλλειψη πειθαρχίας, όπως υπαινίχθηκε ένας από τους βουλευτές του ΕΚ. Θα ήθελα επίσης να σας διαβεβαιώσω ότι όλες οι πορτογαλικές Προεδρίες χαρακτηρίζονται από διαφάνεια, επικοινωνία με τους πολίτες και επικοινωνία με τα θεσμικά όργανα. Θα συνεχίσουμε ασφαλώς σε αυτό το πνεύμα και μπορώ να σας διαβεβαιώσω ότι αυτή είναι μια από τις δεσμεύσεις της πορτογαλικής Προεδρίας. Όπως είπα, ελπίζω να έχω ορισμένα καλά νέα για σας τον Οκτώβριο."@el10
"We have already been debating this issue of the Treaty for a considerable length of time this morning – since 9 a.m., as one speaker has pointed out – and I therefore think that the most important observations and comments have been made, many of which have certainly been interesting, and from which the Portuguese Presidency will naturally draw its own conclusions. I was a member of the European Convention, along with several of the MEPs present in this Chamber, and also took part in the Intergovernmental Conference in 2004. I am not saying that between 2004 and now I have not had cause to be apprehensive, and even to lack belief, but I have always known that Europe’s driving force is compromise and the willingness to move forward. Today I can tell you clearly that this willingness to move forward, this willingness to compromise, to reach agreement, has, in my view, returned. We could not afford to fail and did not fail at the European Council, so let us give an unequivocal signal to Europe, its citizens and the world that this is a project for the future, a project that serves Europeans, a project that serves the world. Naturally, we may not all be satisfied with the mandate adopted by the European Council, but let no one be in any doubt that this mandate will give us a Treaty with more efficient institutions, more democratic decision-making and more appropriate responses both to the Union’s internal problems, and to the external problems the Union has to address. This is and will be the mandate we needed. We shall certainly have the Treaty the citizens of Europe have long desired. As the Prime Minister of Portugal has said here, ‘we have the mandate, we do not have the Treaty', and the mandate we received is not to change that document but to create the new Treaty. That is our objective and we shall do so with all our strength and all our conviction. Our target for finishing that task is October and I hope in October to be able to announce here the good news of a new Treaty for our Union. We shall therefore not permit any lack of discipline, as one of the MEPs suggested. I would also like to assure you that all Portuguese Presidencies are characterised by transparency, communication with citizens and communication with institutions. We shall of course continue in that vein and I can assure you that this is one of the Portuguese Presidency’s commitments. As I say, I hope to have some good news for you in October."@en4
"Ya hace bastante rato que debatimos la cuestión del Tratado –desde la 9 de la mañana, como ha señalado un orador– y por tanto creo que ya se han hecho las observaciones y comentarios más importantes, muchos de los cuales han sido sin duda interesantes, y de los que la Presidencia portuguesa sacará sus propias conclusiones. Fui miembro de la Convención Europea, junto con varios diputados presentes en esta Cámara y también tomé parte en la Conferencia Intergubernamental de 2004. No diré que entre 2004 y ahora no haya tenido motivos de aprehensión e incluso para la incredulidad, pero siempre he sabido que el motor de Europa es el compromiso y la voluntad de avanzar. Hoy puedo decirles que esa voluntad de avanzar, esa voluntad de compromiso, de alcanzar acuerdos ha vuelto. No podíamos permitirnos fracasar en el Consejo Europeo y no fracasamos, así que transmitamos una señal inequívoca a Europa, a sus ciudadanos y al mundo de que este es un proyecto de futuro, un proyecto que sirve a los europeos, un proyecto que sirve al mundo. Por supuesto, es posible que no todos estemos satisfechos con el mandato aprobado por el Consejo Europeo, pero que nadie dude de que este mandato nos dará un Tratado con instituciones más eficaces, un proceso más democrático de toma de decisiones y respuestas más adecuadas tanto a los problemas internos de la Unión como a los problemas externos que tiene que abordar. Este es y será el mandato que necesitábamos. Vamos a tener el Tratado que los ciudadanos de Europa tanto han deseado. Como el Primer Ministro de Portugal ha dicho aquí: «tenemos el mandato, no tenemos el Tratado», y el mandato que hemos recibido no es para cambiar ese documento sino para crear el nuevo Tratado. Ese es nuestro objetivo y lo haremos con toda nuestra energía y nuestra convicción. El plazo que nos hemos fijado para concluir esa tarea es octubre y espero que en octubre podamos anunciar la buena noticia de un nuevo Tratado para nuestra Unión. Por tanto, no permitiremos ninguna falta de disciplina, como ha sugerido un diputado. También quiero asegurarles que todas las Presidencias portuguesas se caracterizan por la transparencia, la comunicación con los ciudadanos y la comunicación con las instituciones. Por supuesto, seguiremos por ese camino y puedo asegurarles que este es uno de los compromisos de la Presidencia portuguesa. Como he dicho, espero tener buenas noticias para ustedes en octubre."@es21
"Já debatemos esta questão do Tratado durante bastante tempo esta manhã, eu diria desde as 9 da manhã, como foi aqui recordado por um dos senhores deputados, e portanto julgo que as principais observações e comentários estão feitos - certamente muitos deles interessantes -, e dos quais a Presidência portuguesa tirará naturalmente as suas ilações. Eu fui membro da Convenção Europeia, aliás com vários deputados aqui presentes, e também da Conferência Intergovernamental em 2004. Não vos conto que, de 2004 para cá, tive apreensões, tive até, se calhar, porventura, alguma descrença, mas sempre soube que o motor da Europa era o compromisso e a vontade de avançar. Hoje posso dizer-vos claramente que julgo que essa vontade de avançar, que essa vontade de fazer compromissos, de chegar a acordos está de volta. Não podíamos falhar no Conselho Europeu, e não falhámos, e com isso demos um sinal inequívoco à Europa, aos cidadãos europeus e ao mundo que este é um projecto de futuro, um projecto que serve os europeus, um projecto que serve o mundo. Poderemos, naturalmente, não estar todos satisfeitos com o mandato que o Conselho Europeu aprovou, mas não tenham quaisquer dúvidas de que este mandato permitirá ter um Tratado com Instituições mais eficientes, com decisões mais democráticas e com respostas mais adequadas aos problemas internos da própria União, mas também aos problemas com que a União se tem de confrontar na sua vertente externa. Este é e será o mandato que nós necessitávamos. Vamos ter certamente o Tratado pelo qual os cidadãos europeus há muito anseiam. Como o Sr. Primeiro-Ministro de Portugal aqui disse, "temos o mandato, não temos o Tratado" e o mandato que recebemos não é para alterar esse próprio mandato, é para fazer o novo Tratado. Esse é o nosso objectivo e fá-lo-emos com todo o nosso esforço e com toda a nossa convicção. A meta para termos finalizado o nosso trabalho é Outubro e eu espero, em Outubro, poder anunciar aqui a boa nova de um novo Tratado para a nossa União. Não permitiremos, portanto, faltas de disciplina, como aqui foi sugerido por um dos senhores deputados. Quero também assegurar-vos que o timbre de todas as presidências portuguesas é um timbre de transparência, de comunicação com os cidadãos, de comunicação com as instituições. Continuaremos, naturalmente, a respeitar este timbre e posso assegurar-vos que este é um compromisso da Presidência portuguesa. Como vos digo, espero, em Outubro, anunciar-vos a boa nova."@et5
"Keskustelimme jo perussopimuksesta tänä aamuna melko pitkään – kello yhdeksästä lähtien, kuten yksi puhujista totesi – ja niinpä luulen, että tärkeimmät huomautuksenne ja kommenttinne on nyt esitetty. Monet niistä olivat kyllä mielenkiintoisia, ja puheenjohtajavaltio Portugali tekee niiden perusteella tietenkin omat johtopäätöksensä. Olin valmistelukunnan jäsen monien parlamentissa nyt läsnä olevien parlamentin jäsenten tavoin. Osallistuin myös vuoden 2004 hallitustenväliseen konferenssiin. En väitä, ettei minulla olisi ollut syytä olla vuoden 2004 jälkeen huolissani tai jopa vailla uskoa. Olen kuitenkin tiennyt aina, että Euroopan unionin veturina ovat kompromissit ja halu päästä eteenpäin. Tänään voin todeta teille selkeästi, että halu päästä eteenpäin, saada aikaan kompromissi ja päästä asiasta sovintoon on mielestäni palannut. Epäonnistumisen varaa ei ollut eikä Eurooppa-neuvostossa epäonnistuttu. EU:lle, sen kansalaisille ja koko maailmalle on siis viestitettävä yksiselitteisesti, että tämä on tulevaisuuden hanke, joka palvelee sekä eurooppalaisia että koko maailmaa. Emme tietenkään kaikki ole välttämättä tyytyväisiä Eurooppa-neuvoston antamaan toimeksiantoon. Kenenkään ei pidä kuitenkaan epäillä sitä, etteikö tällä toimeksiannolla saataisi aikaan uutta perussopimusta, jolla tehdään toimielimistä tehokkaampia ja päätöksenteosta demokraattisempaa ja tarjotaan sopivampia ratkaisuja sekä unionin sisäisiin ongelmiin että ulkoisiin ongelmiin, joihin unionin on puututtava. Tämä on juuri sellainen toimeksianto, jota tarvittiin. Saamme taatusti aikaan sopimuksen, jota Euroopan kansalaiset ovat kauan toivoneet. Portugalin pääministeri totesi täällä parlamentissa, että meillä on toimeksianto muttei sopimusta. Toimeksiannon tarkoituksena ei ole muuttaa entistä asiakirjaa vaan laatia uusi perussopimus. Tämä on tavoitteemme, ja toteutamme sen voimia säästelemättä, perinpohjaisesti vakuuttuneina asiasta. Tavoitteena on saada työ päätökseen lokakuussa. Toivon pystyväni lokakuussa kertomaan hyviä uutisia unionin uudesta perussopimuksesta. Mitään kurittomuutta ei näin ollen suvaita, kuten yksi parlamentin jäsenistä pyysi. Lisäksi haluan vakuuttaa teille, että Portugalin kaikille puheenjohtajakausille on ominaista avoimuus sekä yhteydenpito kansalaisiin ja toimielimiin. Jatkamme tietenkin samaa rataa, ja vakuutan teille, että tämä on yksi Portugalin puheenjohtajakauden sitoumuksista. Kuten totesin, toivottavasti minulla on teille lokakuussa hyviä uutisia."@fi7
"Nous discutons de cette question du Traité depuis déjà longtemps ce matin - depuis 9 heures, comme l’a signalé un orateur - et je pense donc que les observations et les commentaires les plus importants ont été formulés. Bon nombre d’entre eux ont certainement été intéressants et, naturellement, la présidence portugaise en tiendra compte pour tirer ses propres conclusions. J’ai été membre de la Convention européenne, avec plusieurs députés présents dans cette Assemblée, et j’ai également participé à la Conférence intergouvernementale de 2004. Je ne dis pas qu’entre 2004 et maintenant je n’ai pas eu de raisons d’être inquiet ou même de perdre confiance, mais j’ai toujours su que la force motrice de l’Europe est le compromis et la volonté de progresser. Aujourd’hui, je puis vous assurer que cette volonté de progresser, de parvenir à un compromis et d’obtenir un accord est de nouveau de mise, à mon avis. Nous ne pouvions pas nous permettre d’échouer et nous n’avons pas échoué au Conseil européen. Adressons donc un message clair à l’Europe, à ses citoyens et au monde, en leur expliquant qu’il s’agit d’un projet pour l’avenir, un projet au service des Européens, un projet au service du monde. Bien entendu, il est possible que tout le monde ne soit pas satisfait du mandat que le Conseil européen a adopté, mais ne laissons personne douter que ce mandat nous apportera un Traité qui garantira des institutions plus efficaces, des décisions plus démocratiques et des solutions plus appropriées aux problèmes tant internes qu’externes de l’Union. C’est et ce sera le mandat dont nous avons besoin. Nous disposerons certainement du Traité que les citoyens de l’Europe désirent depuis longtemps. Comme le Premier ministre portugais l’a déclaré ici, «nous avons le mandat, nous n’avons pas le Traité», et le mandat que nous avons reçu n’est pas de changer ce document, mais d’élaborer le nouveau Traité. C’est notre objectif et nous le poursuivrons de toute notre force et avec toute notre conviction. Nous nous sommes fixé l’objectif d’accomplir cette tâche pour octobre et j’espère qu’à ce moment-là je pourrai annoncer ici les bonnes nouvelles concernant un nouveau Traité pour notre Union. Nous ne tolérerons donc pas le manque de discipline, comme un des députés l’a suggéré. Je voudrais également vous assurer que toutes les présidences portugaises se caractérisent par la transparence, la communication avec les citoyens et la communication avec les institutions. Nous continuerons donc sur cette voie et je puis vous garantir qu’il s’agit de l’un des engagements de la présidence portugaise. Comme je vous l’ai dit, j’espère vous apporter de bonnes nouvelles en octobre."@fr8
"Já debatemos esta questão do Tratado durante bastante tempo esta manhã, eu diria desde as 9 da manhã, como foi aqui recordado por um dos senhores deputados, e portanto julgo que as principais observações e comentários estão feitos - certamente muitos deles interessantes -, e dos quais a Presidência portuguesa tirará naturalmente as suas ilações. Eu fui membro da Convenção Europeia, aliás com vários deputados aqui presentes, e também da Conferência Intergovernamental em 2004. Não vos conto que, de 2004 para cá, tive apreensões, tive até, se calhar, porventura, alguma descrença, mas sempre soube que o motor da Europa era o compromisso e a vontade de avançar. Hoje posso dizer-vos claramente que julgo que essa vontade de avançar, que essa vontade de fazer compromissos, de chegar a acordos está de volta. Não podíamos falhar no Conselho Europeu, e não falhámos, e com isso demos um sinal inequívoco à Europa, aos cidadãos europeus e ao mundo que este é um projecto de futuro, um projecto que serve os europeus, um projecto que serve o mundo. Poderemos, naturalmente, não estar todos satisfeitos com o mandato que o Conselho Europeu aprovou, mas não tenham quaisquer dúvidas de que este mandato permitirá ter um Tratado com Instituições mais eficientes, com decisões mais democráticas e com respostas mais adequadas aos problemas internos da própria União, mas também aos problemas com que a União se tem de confrontar na sua vertente externa. Este é e será o mandato que nós necessitávamos. Vamos ter certamente o Tratado pelo qual os cidadãos europeus há muito anseiam. Como o Sr. Primeiro-Ministro de Portugal aqui disse, "temos o mandato, não temos o Tratado" e o mandato que recebemos não é para alterar esse próprio mandato, é para fazer o novo Tratado. Esse é o nosso objectivo e fá-lo-emos com todo o nosso esforço e com toda a nossa convicção. A meta para termos finalizado o nosso trabalho é Outubro e eu espero, em Outubro, poder anunciar aqui a boa nova de um novo Tratado para a nossa União. Não permitiremos, portanto, faltas de disciplina, como aqui foi sugerido por um dos senhores deputados. Quero também assegurar-vos que o timbre de todas as presidências portuguesas é um timbre de transparência, de comunicação com os cidadãos, de comunicação com as instituições. Continuaremos, naturalmente, a respeitar este timbre e posso assegurar-vos que este é um compromisso da Presidência portuguesa. Como vos digo, espero, em Outubro, anunciar-vos a boa nova."@hu11
"Questa mattina abbiamo già discusso abbastanza a lungo la questione del Trattato – dalle 9.00, come ha rilevato uno degli oratori – e pertanto credo che le osservazioni e i commenti principali siano stati formulati. Molti di essi sono stati senza dubbio interessanti e la Presidenza portoghese ne trarrà ovviamente le proprie conclusioni. Io, come molti dei deputati qui presenti, sono stato membro della Convenzione europea e ho partecipato anche alla Conferenza intergovernativa del 2004. Non dico di non aver avuto, dal 2004 a oggi, motivi di apprensione o momenti di scetticismo, ma ho sempre saputo che la forza trainante dell’Europa è costituita dal compromesso e dalla volontà di andare avanti. Oggi posso dirvi chiaramente che questa volontà di andare avanti, questa volontà di giungere a un compromesso, di arrivare a un accordo, a mio parere è tornata. Al Consiglio europeo non potevamo permetterci di fallire e non abbiamo fallito; quindi lanciamo all’Europa, ai suoi cittadini e al mondo il segnale inequivocabile che questo è un progetto per il futuro, un progetto al servizio degli europei, un progetto al servizio del mondo. Ovviamente, potremo non essere tutti soddisfatti del mandato adottato dal Consiglio europeo, ma possiamo stare certi che grazie a questo mandato disporremo di un Trattato con Istituzioni più efficienti, un processo decisionale più democratico e risposte più adeguate sia ai problemi interni dell’Unione, sia ai problemi che l’UE deve affrontare sul versante esterno. Questo è e sarà il mandato di cui avevamo bisogno. Sicuramente avremo il Trattato che i cittadini europei desideravano da tempo. Come ha affermato il Primo Ministro del Portogallo in questa sede, “Abbiamo il mandato, non abbiamo il Trattato”, e il mandato che abbiamo ricevuto non è volto a modificare tale documento ma a creare il nuovo Trattato. Questo è il nostro obiettivo e lo perseguiremo con tutta la nostra forza e tutta la nostra convinzione. Il termine per la conclusione dei nostri lavori è ottobre e mi auguro che a ottobre potremo annunciare in quest’Aula la buona notizia di un nuovo Trattato per la nostra Unione. Non permetteremo quindi alcuna mancanza di disciplina, come ha suggerito uno degli onorevoli deputati. Vorrei altresì assicurarvi che tutte le Presidenze portoghesi si contraddistinguono per la trasparenza, per la comunicazione con i cittadini e la comunicazione con le Istituzioni. Ovviamente proseguiremo su questa linea e posso garantirvi che questo è uno degli impegni della Presidenza portoghese. Come ho detto, a ottobre spero di potervi annunciare qualche buona notizia."@it12
"Já debatemos esta questão do Tratado durante bastante tempo esta manhã, eu diria desde as 9 da manhã, como foi aqui recordado por um dos senhores deputados, e portanto julgo que as principais observações e comentários estão feitos - certamente muitos deles interessantes -, e dos quais a Presidência portuguesa tirará naturalmente as suas ilações. Eu fui membro da Convenção Europeia, aliás com vários deputados aqui presentes, e também da Conferência Intergovernamental em 2004. Não vos conto que, de 2004 para cá, tive apreensões, tive até, se calhar, porventura, alguma descrença, mas sempre soube que o motor da Europa era o compromisso e a vontade de avançar. Hoje posso dizer-vos claramente que julgo que essa vontade de avançar, que essa vontade de fazer compromissos, de chegar a acordos está de volta. Não podíamos falhar no Conselho Europeu, e não falhámos, e com isso demos um sinal inequívoco à Europa, aos cidadãos europeus e ao mundo que este é um projecto de futuro, um projecto que serve os europeus, um projecto que serve o mundo. Poderemos, naturalmente, não estar todos satisfeitos com o mandato que o Conselho Europeu aprovou, mas não tenham quaisquer dúvidas de que este mandato permitirá ter um Tratado com Instituições mais eficientes, com decisões mais democráticas e com respostas mais adequadas aos problemas internos da própria União, mas também aos problemas com que a União se tem de confrontar na sua vertente externa. Este é e será o mandato que nós necessitávamos. Vamos ter certamente o Tratado pelo qual os cidadãos europeus há muito anseiam. Como o Sr. Primeiro-Ministro de Portugal aqui disse, "temos o mandato, não temos o Tratado" e o mandato que recebemos não é para alterar esse próprio mandato, é para fazer o novo Tratado. Esse é o nosso objectivo e fá-lo-emos com todo o nosso esforço e com toda a nossa convicção. A meta para termos finalizado o nosso trabalho é Outubro e eu espero, em Outubro, poder anunciar aqui a boa nova de um novo Tratado para a nossa União. Não permitiremos, portanto, faltas de disciplina, como aqui foi sugerido por um dos senhores deputados. Quero também assegurar-vos que o timbre de todas as presidências portuguesas é um timbre de transparência, de comunicação com os cidadãos, de comunicação com as instituições. Continuaremos, naturalmente, a respeitar este timbre e posso assegurar-vos que este é um compromisso da Presidência portuguesa. Como vos digo, espero, em Outubro, anunciar-vos a boa nova."@lt14
"Já debatemos esta questão do Tratado durante bastante tempo esta manhã, eu diria desde as 9 da manhã, como foi aqui recordado por um dos senhores deputados, e portanto julgo que as principais observações e comentários estão feitos - certamente muitos deles interessantes -, e dos quais a Presidência portuguesa tirará naturalmente as suas ilações. Eu fui membro da Convenção Europeia, aliás com vários deputados aqui presentes, e também da Conferência Intergovernamental em 2004. Não vos conto que, de 2004 para cá, tive apreensões, tive até, se calhar, porventura, alguma descrença, mas sempre soube que o motor da Europa era o compromisso e a vontade de avançar. Hoje posso dizer-vos claramente que julgo que essa vontade de avançar, que essa vontade de fazer compromissos, de chegar a acordos está de volta. Não podíamos falhar no Conselho Europeu, e não falhámos, e com isso demos um sinal inequívoco à Europa, aos cidadãos europeus e ao mundo que este é um projecto de futuro, um projecto que serve os europeus, um projecto que serve o mundo. Poderemos, naturalmente, não estar todos satisfeitos com o mandato que o Conselho Europeu aprovou, mas não tenham quaisquer dúvidas de que este mandato permitirá ter um Tratado com Instituições mais eficientes, com decisões mais democráticas e com respostas mais adequadas aos problemas internos da própria União, mas também aos problemas com que a União se tem de confrontar na sua vertente externa. Este é e será o mandato que nós necessitávamos. Vamos ter certamente o Tratado pelo qual os cidadãos europeus há muito anseiam. Como o Sr. Primeiro-Ministro de Portugal aqui disse, "temos o mandato, não temos o Tratado" e o mandato que recebemos não é para alterar esse próprio mandato, é para fazer o novo Tratado. Esse é o nosso objectivo e fá-lo-emos com todo o nosso esforço e com toda a nossa convicção. A meta para termos finalizado o nosso trabalho é Outubro e eu espero, em Outubro, poder anunciar aqui a boa nova de um novo Tratado para a nossa União. Não permitiremos, portanto, faltas de disciplina, como aqui foi sugerido por um dos senhores deputados. Quero também assegurar-vos que o timbre de todas as presidências portuguesas é um timbre de transparência, de comunicação com os cidadãos, de comunicação com as instituições. Continuaremos, naturalmente, a respeitar este timbre e posso assegurar-vos que este é um compromisso da Presidência portuguesa. Como vos digo, espero, em Outubro, anunciar-vos a boa nova."@lv13
"Já debatemos esta questão do Tratado durante bastante tempo esta manhã, eu diria desde as 9 da manhã, como foi aqui recordado por um dos senhores deputados, e portanto julgo que as principais observações e comentários estão feitos - certamente muitos deles interessantes -, e dos quais a Presidência portuguesa tirará naturalmente as suas ilações. Eu fui membro da Convenção Europeia, aliás com vários deputados aqui presentes, e também da Conferência Intergovernamental em 2004. Não vos conto que, de 2004 para cá, tive apreensões, tive até, se calhar, porventura, alguma descrença, mas sempre soube que o motor da Europa era o compromisso e a vontade de avançar. Hoje posso dizer-vos claramente que julgo que essa vontade de avançar, que essa vontade de fazer compromissos, de chegar a acordos está de volta. Não podíamos falhar no Conselho Europeu, e não falhámos, e com isso demos um sinal inequívoco à Europa, aos cidadãos europeus e ao mundo que este é um projecto de futuro, um projecto que serve os europeus, um projecto que serve o mundo. Poderemos, naturalmente, não estar todos satisfeitos com o mandato que o Conselho Europeu aprovou, mas não tenham quaisquer dúvidas de que este mandato permitirá ter um Tratado com Instituições mais eficientes, com decisões mais democráticas e com respostas mais adequadas aos problemas internos da própria União, mas também aos problemas com que a União se tem de confrontar na sua vertente externa. Este é e será o mandato que nós necessitávamos. Vamos ter certamente o Tratado pelo qual os cidadãos europeus há muito anseiam. Como o Sr. Primeiro-Ministro de Portugal aqui disse, "temos o mandato, não temos o Tratado" e o mandato que recebemos não é para alterar esse próprio mandato, é para fazer o novo Tratado. Esse é o nosso objectivo e fá-lo-emos com todo o nosso esforço e com toda a nossa convicção. A meta para termos finalizado o nosso trabalho é Outubro e eu espero, em Outubro, poder anunciar aqui a boa nova de um novo Tratado para a nossa União. Não permitiremos, portanto, faltas de disciplina, como aqui foi sugerido por um dos senhores deputados. Quero também assegurar-vos que o timbre de todas as presidências portuguesas é um timbre de transparência, de comunicação com os cidadãos, de comunicação com as instituições. Continuaremos, naturalmente, a respeitar este timbre e posso assegurar-vos que este é um compromisso da Presidência portuguesa. Como vos digo, espero, em Outubro, anunciar-vos a boa nova."@mt15
". We hebben het vanochtend nu al behoorlijk lang over het onderwerp Verdrag gehad – we praten er al vanaf 9 uur over, zoals een van de sprekers zei – en ik denk dan ook dat de belangrijkste opmerkingen wel zijn gemaakt, waarvan vele zeker interessant waren en waaruit het Portugese voorzitterschap uiteraard zijn eigen conclusies zal trekken. Ik was lid van de Europese Conventie, evenals sommigen van de hier aanwezige afgevaardigden, en nam ook deel aan de Intergouvernementele Conferentie in 2004. Ik zeg niet dat ik tussen 2004 en nu geen reden tot ongerustheid heb gehad en dat ik zelfs niet alle vertrouwen dreigde te verliezen, maar ik heb altijd geweten dat Europa’s drijvende kracht gelegen is in het compromis en de wil om vooruitgang te boeken. Vandaag kan ik u zonder omwegen zeggen dat deze wil om voorwaarts te gaan, deze compromisbereidheid en de wil om tot een akkoord te komen, in mijn ogen is teruggekeerd. We konden ons geen mislukking veroorloven, wat dus ook niet gebeurd is in de Europese Raad, dus laten we een ondubbelzinnig signaal afgeven aan Europa, zijn burgers en de wereld dat dit een project voor de toekomst is, een project dat ten dienste staat van de Europeanen en de wereld. Natuurlijk zijn we misschien niet allemaal tevreden met het mandaat dat door de Europese Raad is aangenomen, maar er mag bij niemand enige twijfel over bestaan dat dit mandaat ons een Verdrag zal opleveren met efficiëntere instellingen, democratischer besluitvorming en passender antwoorden op zowel de interne als de externe problemen van de Unie. Dit is het mandaat dat we nodig hadden. We zullen zeker het Verdrag krijgen dat de burgers van Europa al zo lang wilden. Zoals de premier van Portugal hier zei, hebben we het mandaat, maar nog niet het Verdrag, en het mandaat dat we gekregen hebben is niet om dat document te veranderen, maar om het nieuwe Verdrag tot stand te brengen. Dat is ons doel, en we zullen daar met al onze kracht en overtuiging aan werken. Onze streefdatum voor de afronding van deze klus is oktober en ik hoop hier in oktober het goede nieuws te kunnen brengen van een nieuw Verdrag voor onze Unie. We zullen de teugels van de discipline dan ook geen moment laten vieren, zoals een van de afgevaardigden suggereerde. Ik geef u ook de verzekering dat alle Portugese voorzitterschappen worden gekenmerkt door transparantie, communicatie met de burgers en communicatie met de instellingen. We zullen uiteraard op deze ingeslagen weg doorgaan en ik kan u garanderen dat dit een van de zaken is waar het Portugese voorzitterschap zich op vastlegt. Zoals ik al zei, hoop ik in oktober goed nieuws voor u te hebben."@nl3
"Já debatemos esta questão do Tratado durante bastante tempo esta manhã, eu diria desde as 9 da manhã, como foi aqui recordado por um dos senhores deputados, e portanto julgo que as principais observações e comentários estão feitos - certamente muitos deles interessantes -, e dos quais a Presidência portuguesa tirará naturalmente as suas ilações. Eu fui membro da Convenção Europeia, aliás com vários deputados aqui presentes, e também da Conferência Intergovernamental em 2004. Não vos conto que, de 2004 para cá, tive apreensões, tive até, se calhar, porventura, alguma descrença, mas sempre soube que o motor da Europa era o compromisso e a vontade de avançar. Hoje posso dizer-vos claramente que julgo que essa vontade de avançar, que essa vontade de fazer compromissos, de chegar a acordos está de volta. Não podíamos falhar no Conselho Europeu, e não falhámos, e com isso demos um sinal inequívoco à Europa, aos cidadãos europeus e ao mundo que este é um projecto de futuro, um projecto que serve os europeus, um projecto que serve o mundo. Poderemos, naturalmente, não estar todos satisfeitos com o mandato que o Conselho Europeu aprovou, mas não tenham quaisquer dúvidas de que este mandato permitirá ter um Tratado com Instituições mais eficientes, com decisões mais democráticas e com respostas mais adequadas aos problemas internos da própria União, mas também aos problemas com que a União se tem de confrontar na sua vertente externa. Este é e será o mandato que nós necessitávamos. Vamos ter certamente o Tratado pelo qual os cidadãos europeus há muito anseiam. Como o Sr. Primeiro-Ministro de Portugal aqui disse, "temos o mandato, não temos o Tratado" e o mandato que recebemos não é para alterar esse próprio mandato, é para fazer o novo Tratado. Esse é o nosso objectivo e fá-lo-emos com todo o nosso esforço e com toda a nossa convicção. A meta para termos finalizado o nosso trabalho é Outubro e eu espero, em Outubro, poder anunciar aqui a boa nova de um novo Tratado para a nossa União. Não permitiremos, portanto, faltas de disciplina, como aqui foi sugerido por um dos senhores deputados. Quero também assegurar-vos que o timbre de todas as presidências portuguesas é um timbre de transparência, de comunicação com os cidadãos, de comunicação com as instituições. Continuaremos, naturalmente, a respeitar este timbre e posso assegurar-vos que este é um compromisso da Presidência portuguesa. Como vos digo, espero, em Outubro, anunciar-vos a boa nova."@pl16
"Já debatemos esta questão do Tratado durante bastante tempo esta manhã, eu diria desde as 9 da manhã, como foi aqui recordado por um dos senhores deputados, e portanto julgo que as principais observações e comentários estão feitos - certamente muitos deles interessantes -, e dos quais a Presidência portuguesa tirará naturalmente as suas ilações. Eu fui membro da Convenção Europeia, aliás com vários deputados aqui presentes, e também da Conferência Intergovernamental em 2004. Não vos conto que, de 2004 para cá, tive apreensões, tive até, se calhar, porventura, alguma descrença, mas sempre soube que o motor da Europa era o compromisso e a vontade de avançar. Hoje posso dizer-vos claramente que julgo que essa vontade de avançar, que essa vontade de fazer compromissos, de chegar a acordos está de volta. Não podíamos falhar no Conselho Europeu, e não falhámos, e com isso demos um sinal inequívoco à Europa, aos cidadãos europeus e ao mundo que este é um projecto de futuro, um projecto que serve os europeus, um projecto que serve o mundo. Poderemos, naturalmente, não estar todos satisfeitos com o mandato que o Conselho Europeu aprovou, mas não tenham quaisquer dúvidas de que este mandato permitirá ter um Tratado com Instituições mais eficientes, com decisões mais democráticas e com respostas mais adequadas aos problemas internos da própria União, mas também aos problemas com que a União se tem de confrontar na sua vertente externa. Este é e será o mandato que nós necessitávamos. Vamos ter certamente o Tratado pelo qual os cidadãos europeus há muito anseiam. Como o Sr. Primeiro-Ministro de Portugal aqui disse, "temos o mandato, não temos o Tratado" e o mandato que recebemos não é para alterar esse próprio mandato, é para fazer o novo Tratado. Esse é o nosso objectivo e fá-lo-emos com todo o nosso esforço e com toda a nossa convicção. A meta para termos finalizado o nosso trabalho é Outubro e eu espero, em Outubro, poder anunciar aqui a boa nova de um novo Tratado para a nossa União. Não permitiremos, portanto, faltas de disciplina, como aqui foi sugerido por um dos senhores deputados. Quero também assegurar-vos que o timbre de todas as presidências portuguesas é um timbre de transparência, de comunicação com os cidadãos, de comunicação com as instituições. Continuaremos, naturalmente, a respeitar este timbre e posso assegurar-vos que este é um compromisso da Presidência portuguesa. Como vos digo, espero, em Outubro, anunciar-vos a boa nova."@ro18
"Já debatemos esta questão do Tratado durante bastante tempo esta manhã, eu diria desde as 9 da manhã, como foi aqui recordado por um dos senhores deputados, e portanto julgo que as principais observações e comentários estão feitos - certamente muitos deles interessantes -, e dos quais a Presidência portuguesa tirará naturalmente as suas ilações. Eu fui membro da Convenção Europeia, aliás com vários deputados aqui presentes, e também da Conferência Intergovernamental em 2004. Não vos conto que, de 2004 para cá, tive apreensões, tive até, se calhar, porventura, alguma descrença, mas sempre soube que o motor da Europa era o compromisso e a vontade de avançar. Hoje posso dizer-vos claramente que julgo que essa vontade de avançar, que essa vontade de fazer compromissos, de chegar a acordos está de volta. Não podíamos falhar no Conselho Europeu, e não falhámos, e com isso demos um sinal inequívoco à Europa, aos cidadãos europeus e ao mundo que este é um projecto de futuro, um projecto que serve os europeus, um projecto que serve o mundo. Poderemos, naturalmente, não estar todos satisfeitos com o mandato que o Conselho Europeu aprovou, mas não tenham quaisquer dúvidas de que este mandato permitirá ter um Tratado com Instituições mais eficientes, com decisões mais democráticas e com respostas mais adequadas aos problemas internos da própria União, mas também aos problemas com que a União se tem de confrontar na sua vertente externa. Este é e será o mandato que nós necessitávamos. Vamos ter certamente o Tratado pelo qual os cidadãos europeus há muito anseiam. Como o Sr. Primeiro-Ministro de Portugal aqui disse, "temos o mandato, não temos o Tratado" e o mandato que recebemos não é para alterar esse próprio mandato, é para fazer o novo Tratado. Esse é o nosso objectivo e fá-lo-emos com todo o nosso esforço e com toda a nossa convicção. A meta para termos finalizado o nosso trabalho é Outubro e eu espero, em Outubro, poder anunciar aqui a boa nova de um novo Tratado para a nossa União. Não permitiremos, portanto, faltas de disciplina, como aqui foi sugerido por um dos senhores deputados. Quero também assegurar-vos que o timbre de todas as presidências portuguesas é um timbre de transparência, de comunicação com os cidadãos, de comunicação com as instituições. Continuaremos, naturalmente, a respeitar este timbre e posso assegurar-vos que este é um compromisso da Presidência portuguesa. Como vos digo, espero, em Outubro, anunciar-vos a boa nova."@sk19
"Já debatemos esta questão do Tratado durante bastante tempo esta manhã, eu diria desde as 9 da manhã, como foi aqui recordado por um dos senhores deputados, e portanto julgo que as principais observações e comentários estão feitos - certamente muitos deles interessantes -, e dos quais a Presidência portuguesa tirará naturalmente as suas ilações. Eu fui membro da Convenção Europeia, aliás com vários deputados aqui presentes, e também da Conferência Intergovernamental em 2004. Não vos conto que, de 2004 para cá, tive apreensões, tive até, se calhar, porventura, alguma descrença, mas sempre soube que o motor da Europa era o compromisso e a vontade de avançar. Hoje posso dizer-vos claramente que julgo que essa vontade de avançar, que essa vontade de fazer compromissos, de chegar a acordos está de volta. Não podíamos falhar no Conselho Europeu, e não falhámos, e com isso demos um sinal inequívoco à Europa, aos cidadãos europeus e ao mundo que este é um projecto de futuro, um projecto que serve os europeus, um projecto que serve o mundo. Poderemos, naturalmente, não estar todos satisfeitos com o mandato que o Conselho Europeu aprovou, mas não tenham quaisquer dúvidas de que este mandato permitirá ter um Tratado com Instituições mais eficientes, com decisões mais democráticas e com respostas mais adequadas aos problemas internos da própria União, mas também aos problemas com que a União se tem de confrontar na sua vertente externa. Este é e será o mandato que nós necessitávamos. Vamos ter certamente o Tratado pelo qual os cidadãos europeus há muito anseiam. Como o Sr. Primeiro-Ministro de Portugal aqui disse, "temos o mandato, não temos o Tratado" e o mandato que recebemos não é para alterar esse próprio mandato, é para fazer o novo Tratado. Esse é o nosso objectivo e fá-lo-emos com todo o nosso esforço e com toda a nossa convicção. A meta para termos finalizado o nosso trabalho é Outubro e eu espero, em Outubro, poder anunciar aqui a boa nova de um novo Tratado para a nossa União. Não permitiremos, portanto, faltas de disciplina, como aqui foi sugerido por um dos senhores deputados. Quero também assegurar-vos que o timbre de todas as presidências portuguesas é um timbre de transparência, de comunicação com os cidadãos, de comunicação com as instituições. Continuaremos, naturalmente, a respeitar este timbre e posso assegurar-vos que este é um compromisso da Presidência portuguesa. Como vos digo, espero, em Outubro, anunciar-vos a boa nova."@sl20
"Vi har redan diskuterat frågan om fördraget länge denna morgon – sedan kl. 9.00 som en talare påpekade – och därför anser jag att de viktigaste synpunkterna och kommentarerna har uttryckts. Många av dem har varit mycket intressanta, och det portugisiska ordförandeskapet kommer naturligtvis att dra sina egna slutsatser av dem. Jag var medlem av Europeiska konventet tillsammans med flera av parlamentsledamöterna och deltog även i 2004 års regeringskonferens. Jag hävdar inte att jag sedan 2004 och fram till i dag inte har haft anledning att vara orolig, och till och med skeptisk, men jag har alltid vetat att EU:s drivkraft är viljan att kompromissa och föra utvecklingen framåt. I dag kan jag utan tvekan säga att denna vilja att arbeta framåt, att kompromissa och att nå enighet har återvänt. Vi fick inte misslyckas vid Europeiska rådets möte och gjorde det inte heller. Låt oss därför sända ett tydligt budskap till EU, dess medborgare och världen att detta är ett framtidsprojekt, ett projekt som tjänar EU-medborgarna och världen. Alla är naturligtvis inte nöjda med det mandat som antogs av rådet, men det råder ingen tvekan om att detta mandat kommer att ge oss ett fördrag med effektivare institutioner, med demokratiskt beslutsfattande och lämpligare bemötanden både av unionens interna problem och av de externa problem som unionen måste hantera. Detta är och förblir det mandat som vi behöver. Vi kommer att få det fördrag som EU-medborgarna har velat ha så länge. Jag säger som Portugals premiärminister sa här i kammaren: ”Vi har mandatet, inte fördraget.” Det mandat vi fick var inte att ändra det dokumentet utan att skapa ett nytt fördrag. Det är vårt mål, och vi ska ägna det all vår kraft och övertygelse. Vi satsar på att slutföra denna uppgift i oktober, och jag hoppas då kunna meddela kammaren den goda nyheten att vi har ett nytt unionsfördrag. Därför får vi inte tillåta bristande disciplin, vilket en av ledamöterna föreslog. Jag vill också försäkra er om att alla portugisiska ordförandeskap präglas av insyn och kommunikation med medborgarna och institutionerna. Vi kommer naturligtvis att fortsätta i den andan, och jag lovar er att detta är ett av det portugisiska ordförandeskapets åtaganden. Jag hoppas som sagt kunna komma med goda nyheter i oktober."@sv22
lpv:unclassifiedMetadata
"(Aplausos)"18,5,20,15,1,19,14,11,16,13,21,17
"Manuel Lobo Antunes,"18,5,20,15,1,19,14,16,11,13,17
"Presidente em exercício do Conselho"18,5,20,15,1,19,14,16,11,13,17

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