Local view for "http://purl.org/linkedpolitics/eu/plenary/2007-04-23-Speech-1-168"

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"Senhor Presidente, a coesão económica e social, sublinhe-se, inscrita nos Tratados, deverá efectivamente nortear as políticas comunitárias e ser concretizada, por exemplo, assegurando o carácter redistributivo do orçamento comunitário. Neste sentido, a política de desenvolvimento regional é um instrumento indispensável para promover a redução das disparidades regionais e a convergência real, o crescimento económico e o emprego, funcionando como uma suposta compensação para as regiões e países economicamente menos desenvolvidos, de forma a minimizar as consequências do mercado interno, do euro e da liberalização dos serviços públicos e do comércio de bens e serviços. Sublinhe-se que a actual política de coesão regional sofreu modificações quanto aos seus objectivos, assim como cortes financeiros no actual quadro financeiro 2007-2013. O relatório agora apresentado aprofunda tais tendências negativas, avançando com propostas de orientação que, a serem concretizadas, desvirtuariam e colocariam em causa uma real política de coesão. Assim, opomo-nos às propostas que, procurando manter os recursos financeiros actualmente existentes, nomeadamente no quadro de futuros alargamentos, visam redistribuir os meios financeiros das regiões e países da coesão entre si, continuando a ser os economicamente menos desenvolvidos a pagar o alargamento, quando são os economicamente mais desenvolvidos que dele tiram os principais proveitos. Substituir parte do financiamento dos fundos comunitários através do aumento do co-financiamento nacional, do acesso a empréstimos ou do co-financiamento privado. Estabelecer um prazo máximo para as regiões terem acesso a fundos estruturais, condicionar o acesso à política de coesão à concretização de uma política económica nacional definida em função dos critérios da Estratégia de Lisboa e do Pacto de Estabilidade. Contrariando estas e outras intenções, de que discordamos plenamente, apresentámos diversas alterações ao presente relatório que, em nome de uma real defesa da política de coesão, esperamos que venham a ser aprovadas."@pt17
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"Senhor Presidente, a coesão económica e social, sublinhe-se, inscrita nos Tratados, deverá efectivamente nortear as políticas comunitárias e ser concretizada, por exemplo, assegurando o carácter redistributivo do orçamento comunitário. Neste sentido, a política de desenvolvimento regional é um instrumento indispensável para promover a redução das disparidades regionais e a convergência real, o crescimento económico e o emprego, funcionando como uma suposta compensação para as regiões e países economicamente menos desenvolvidos, de forma a minimizar as consequências do mercado interno, do euro e da liberalização dos serviços públicos e do comércio de bens e serviços. Sublinhe-se que a actual política de coesão regional sofreu modificações quanto aos seus objectivos, assim como cortes financeiros no actual quadro financeiro 2007-2013. O relatório agora apresentado aprofunda tais tendências negativas, avançando com propostas de orientação que, a serem concretizadas, desvirtuariam e colocariam em causa uma real política de coesão. Assim, opomo-nos às propostas que, procurando manter os recursos financeiros actualmente existentes, nomeadamente no quadro de futuros alargamentos, visam redistribuir os meios financeiros das regiões e países da coesão entre si, continuando a ser os economicamente menos desenvolvidos a pagar o alargamento, quando são os economicamente mais desenvolvidos que dele tiram os principais proveitos. Substituir parte do financiamento dos fundos comunitários através do aumento do co-financiamento nacional, do acesso a empréstimos ou do co-financiamento privado. Estabelecer um prazo máximo para as regiões terem acesso a fundos estruturais, condicionar o acesso à política de coesão à concretização de uma política económica nacional definida em função dos critérios da Estratégia de Lisboa e do Pacto de Estabilidade. Contrariando estas e outras intenções, de que discordamos plenamente, apresentámos diversas alterações ao presente relatório que, em nome de uma real defesa da política de coesão, esperamos que venham a ser aprovadas."@cs1
"Hr. formand! Økonomisk og social samhørighed, der jo som bekendt er befæstet i traktaterne, bør være retningsgivende for Fællesskabets politikker og gennemføres for bl.a. at sikre fællesskabsbudgettets omfordelingsfunktion. Her er regionaludviklingspolitikken et uundværligt redskab til at mindske de regionale forskelle og fremme real konvergens, økonomisk vækst og beskæftigelse, idet den angiveligt skal yde økonomisk mindre udviklede regioner og lande en slags kompensation for virkningerne af det indre marked, euroen og liberaliseringen af de offentlige tjenester og af handelen med varer og tjenesteydelser. Den nuværende samhørighedspolitik har dog fået både ændret sine mål og beskåret bevillingerne i den finansieringsrammen for 2007-2013. I denne betænkning skærpes disse negative tendenser med forslag, hvis retningslinjer vil fordreje og undergrave en reel samhørighedspolitik, såfremt de gennemføres. Vi er derfor imod de forslag, der for at fastholde de nuværende finansieringsressourcer ved fremtidige udvidelser sigter på at omfordele de finansielle midler mellem samhørighedsregionerne og -landene, således at det stadig bliver de økonomisk mindre udviklede lande, der skal betale udvidelsen, og de økonomisk mere udviklede lande, der drager de største fordele af den. Vi er også imod forslagene om at erstatte en del af finansieringen fra fællesskabsfonden med øget national medfinansiering, adgang til lån og privat medfinansiering, om at indføre en maksimumperiode for, hvor længe regioner kan modtage strukturstøtte, og om at gøre tildelingen af samhørighedsmidler betinget af, om medlemsstaten fører en økonomisk politik, der følger Lissabon-strategiens og stabilitetspagtens kriterier. Da vi således er fuldstændig uenige i disse og andre forslag i betænkningen, har vi stillet diverse ændringsforslag, som vi håber bliver vedtaget, da de har til formål reelt at sikre samhørighedspolitikken."@da2
"Herr Präsident! Der wirtschaftliche und soziale Zusammenhalt, der schließlich in den Verträgen festgeschrieben ist, muss Richtschnur für die Gemeinschaftspolitiken sein und beispielsweise durch die Sicherstellung der Umverteilung des Gemeinschaftshaushalts umgesetzt werden. Demzufolge ist die regionale Entwicklungspolitik ein unerlässliches Instrument, um die regionalen Disparitäten zu verringern und die reale Konvergenz, das Wirtschaftswachstum und die Beschäftigung zu fördern. Sie soll als eine Art Ausgleich für die wirtschaftlich weniger entwickelten Regionen und Länder fungieren und die Folgen des Binnenmarktes, des Euro und der Liberalisierung der öffentlichen Dienste und des Waren- und Dienstleistungshandels abfedern. Ich möchte hervorheben, dass die gegenwärtige Politik des regionalen Zusammenhalts in Bezug auf ihre Ziele Änderungen sowie Mittelkürzungen innerhalb des derzeitigen Finanzrahmens 2007-2013 unterlag. Der nun vorgelegte Bericht verschärft diese negativen Tendenzen und schlägt Leitlinien vor, die, sollten sie umgesetzt werden, eine echte Kohäsionspolitik verfälschen und untergraben würden. Deshalb sind wir gegen die Vorschläge, durch die zur Beibehaltung der derzeit bestehenden Finanzmittel im Rahmen zukünftiger Erweiterungen die Finanzmittel der Kohäsionsländer und -regionen zwischen diesen Ländern und Regionen selbst umverteilt werden sollen. Daher werden weiterhin die wirtschaftlich am wenigsten entwickelten Länder die Erweiterung bezahlen, während den größten Nutzen aus der Erweiterung die wirtschaftlich am stärksten entwickelten Länder ziehen werden. Vorgeschlagen ist ferner, einen Teil der Finanzierung aus den Gemeinschaftsfonds durch eine höhere nationale Kofinanzierung, den Zugang zu Darlehen oder durch private Kofinanzierung zu ersetzen; festzulegen, wie lange eine Region maximal Strukturfondsmittel in Anspruch nehmen kann, und den Zugang zur Kohäsionspolitik an die Umsetzung einer nationalen Wirtschaftspolitik zu knüpfen, die anhand der Kriterien der Lissabon-Strategie und des Stabilitätspaktes bestimmt wird. Wir sind entschieden gegen diese und andere Absichten und haben deshalb mehrere Änderungsanträge zum vorliegenden Bericht eingereicht, die auf den wirklichen Schutz der Kohäsionspolitik gerichtet sind. Wir hoffen, dass diese Änderungsanträge angenommen werden."@de9
"Κύριε Πρόεδρε, η οικονομική και κοινωνική συνοχή, η οποία, σε τελική ανάλυση, ορίζεται στις Συνθήκες, θα έπρεπε να αποτελεί τον ακρογωνιαίο λίθο των κοινοτικών πολιτικών, και θα έπρεπε να υλοποιείται, επί παραδείγματι, διασφαλίζοντας τον αναδιανεμητικό χαρακτήρα του κοινοτικού προϋπολογισμού. Κατά συνέπεια, η πολιτική περιφερειακής ανάπτυξης αποτελεί ζωτικό μέσο για την προώθηση της μείωσης των περιφερειακών ανισοτήτων και την ουσιαστική σύγκλιση, την οικονομική ανάπτυξη και τις θέσεις απασχόλησης. Αναμένεται να λειτουργήσει ως μορφή επανόρθωσης για τις λιγότερο αναπτυγμένες οικονομικά περιφέρειες, προκειμένου να αντισταθμίσει τον αντίκτυπο της εσωτερικής αγοράς, του ευρώ και της ελευθέρωσης των δημόσιων υπηρεσιών και της εμπορευματοποίησης των αγαθών και υπηρεσιών. Θα ήθελα να επισημάνω ότι η τρέχουσα περιφερειακή πολιτική συνοχής έχει υποστεί αλλαγές όσον αφορά τους στόχους της και δραστικές οικονομικές περικοπές στο παρόν δημοσιονομικό πλαίσιο της περιόδου 2007-2013. Η έκθεση ενώπιόν μας επιτείνει αυτές τις επιζήμιες τάσεις, προτείνοντας κατευθυντήριες γραμμές οι οποίες, εάν εφαρμοστούν, θα στρεβλώσουν και θα υπονομεύσουν μία πραγματική πολιτική συνοχής. Ως εκ τούτου, αντιτιθέμεθα στις προτάσεις σύμφωνα με τις οποίες, προκειμένου να διατηρηθούν οι τρέχοντες δημοσιονομικοί πόροι στο πλαίσιο της μελλοντικής διεύρυνσης, οι δημοσιονομικοί πόροι των περιφερειών και των χωρών συνοχής θα ανακατανεμηθούν μεταξύ των ίδιων αυτών περιφερειών και χωρών. Συνεπώς, οι λιγότερο αναπτυγμένες οικονομικά χώρες θα πληρώσουν και πάλι τον λογαριασμό για τη διεύρυνση, ενώ αυτοί που θα επωφεληθούν περισσότερο από τη διεύρυνση θα είναι οι πλέον ανεπτυγμένες οικονομικά χώρες. Προτείνεται επίσης να αντικατασταθεί τμήμα της χρηματοδότησης από κοινοτικά κονδύλια με αυξημένη εθνική συγχρηματοδότηση, πρόσβαση σε δάνεια ή ιδιωτική συγχρηματοδότηση· να θεσπιστεί μέγιστο χρονικό διάστημα κατά το οποίο οι περιφέρειες θα δύνανται να λαμβάνουν διαρθρωτικά κονδύλια· και να καταστήσει την πρόσβαση στην πολιτική συνοχής εξαρτώμενη από την εφαρμογή μίας εθνικής οικονομικής πολιτικής βάσει των κριτηρίων που προβλέπονται στη στρατηγική της Λισαβόνας και το Σύμφωνο Σταθερότητας και Ανάπτυξης. Αντιτιθέμεθα σθεναρά και σε αυτές και σε άλλες επιδιώξεις, και έχουμε ως εκ τούτου υποβάλει αρκετές τροπολογίες σε αυτήν την έκθεση με στόχο την πραγματική προστασία της πολιτικής συνοχής. Ευελπιστούμε ότι αυτές οι τροπολογίες θα εγκριθούν."@el10
"Mr President, economic and social cohesion, which, after all, is enshrined in the Treaties, should be the cornerstone of Community policies, and should be implemented, for example, by ensuring the redistributive nature of the Community budget. Accordingly, regional development policy is a vital instrument for promoting the reduction of regional disparities and genuine convergence, economic growth and jobs. It is supposed to work as a form of compensation for the economically least developed regions in order to offset the impact of the internal market, the euro and the liberalisation of public services and the commercialisation of goods and services. I wish to point out that the current regional cohesion policy has undergone changes to its objectives and drastic financial cuts in the current financial framework 2007-2013. The report before us exacerbates these detrimental trends, by proposing guidelines that, if implemented, would distort and undermine a genuine cohesion policy. As such, we oppose the proposals whereby, in order to maintain current financial resources in the context of future enlargement, the financial resources of cohesion regions and countries will be redistributed among those regions and countries themselves. It will therefore still be the economically least developed countries that will foot the bill for enlargement, whereas those benefiting most from enlargement will be the economically most developed countries. It is also proposed to replace part of financing from Community funds with increased national cofinancing, access to loans or private cofinancing; to establish a maximum period of time during which regions may receive structural funds; and to make access to cohesion policy contingent upon the implementation of a national economic policy defined on the basis of the criteria laid down in the Lisbon Strategy and the Stability and Growth Pact. We are strongly opposed to these and other intentions, and have therefore tabled a number of amendments to this report aimed at genuinely protecting cohesion policy. We hope that these amendments will be adopted."@en4
"Señor Presidente, la cohesión económica y social, que al fin y al cabo está consagrada en los Tratados, debe ser la piedra angular de las políticas comunitarias y debe implementarse, por ejemplo, garantizando la naturaleza redistributiva del presupuesto comunitario. En consecuencia, la política de desarrollo regional es un instrumento vital para fomentar la reducción de las disparidades regionales y la verdadera convergencia, el crecimiento económico y el empleo. Se supone que funciona como una especie de compensación para las regiones económicamente menos desarrolladas a fin de absorber el impacto del mercado interior, el euro y la liberalización de los servicios públicos, así como la comercialización de productos y servicios. Quiero señalar que la actual política de cohesión regional ha sufrido cambios en sus objetivos y drásticos recortes financieros en el actual marco financiero 2007-2013. El informe que tenemos ante nosotros exacerba estas tendencias nocivas al proponer directrices que, de aplicarse, distorsionarían y debilitarían una verdadera política de cohesión. Por tanto, nos oponemos a las propuestas mediante las cuales, a fin de mantener los actuales recursos financieros en el contexto de la futura ampliación, los recursos financieros de los países y regiones de la cohesión se redistribuirán entre las mismas regiones y países. Por lo tanto, seguirán siendo los países económicamente menos desarrollados los que correrán con los gastos de la ampliación, mientras que los que más se benefician de ella serán los países económicamente más desarrollados. También se propone sustituir una parte de la financiación de los fondos comunitarios por una creciente cofinanciación nacional, el acceso a los préstamos o la cofinanciación privada; establecer un período máximo de tiempo durante el cual las regiones podrán recibir fondos estructurales, y hacer depender el acceso a la política de cohesión de la implementación de una política económica nacional definida sobre la base de los criterios establecidos en la Estrategia de Lisboa y el Pacto de Estabilidad y Crecimiento. Nos oponemos firmemente a estas y otras intenciones y por ello hemos presentado una serie de enmiendas a este informe, encaminadas a proteger verdaderamente la política de cohesión. Esperamos que estas enmiendas sean aprobadas."@es21
"Senhor Presidente, a coesão económica e social, sublinhe-se, inscrita nos Tratados, deverá efectivamente nortear as políticas comunitárias e ser concretizada, por exemplo, assegurando o carácter redistributivo do orçamento comunitário. Neste sentido, a política de desenvolvimento regional é um instrumento indispensável para promover a redução das disparidades regionais e a convergência real, o crescimento económico e o emprego, funcionando como uma suposta compensação para as regiões e países economicamente menos desenvolvidos, de forma a minimizar as consequências do mercado interno, do euro e da liberalização dos serviços públicos e do comércio de bens e serviços. Sublinhe-se que a actual política de coesão regional sofreu modificações quanto aos seus objectivos, assim como cortes financeiros no actual quadro financeiro 2007-2013. O relatório agora apresentado aprofunda tais tendências negativas, avançando com propostas de orientação que, a serem concretizadas, desvirtuariam e colocariam em causa uma real política de coesão. Assim, opomo-nos às propostas que, procurando manter os recursos financeiros actualmente existentes, nomeadamente no quadro de futuros alargamentos, visam redistribuir os meios financeiros das regiões e países da coesão entre si, continuando a ser os economicamente menos desenvolvidos a pagar o alargamento, quando são os economicamente mais desenvolvidos que dele tiram os principais proveitos. Substituir parte do financiamento dos fundos comunitários através do aumento do co-financiamento nacional, do acesso a empréstimos ou do co-financiamento privado. Estabelecer um prazo máximo para as regiões terem acesso a fundos estruturais, condicionar o acesso à política de coesão à concretização de uma política económica nacional definida em função dos critérios da Estratégia de Lisboa e do Pacto de Estabilidade. Contrariando estas e outras intenções, de que discordamos plenamente, apresentámos diversas alterações ao presente relatório que, em nome de uma real defesa da política de coesão, esperamos que venham a ser aprovadas."@et5
"Arvoisa puhemies, taloudellinen ja sosiaalinen yhteenkuuluvuus on kirjattu perussopimuksiin, ja sen olisi oltava yhteisön politiikkojen kulmakivi. Se olisi toteutettava esimerkiksi takaamalla varojen uudelleenjako yhteisön talousarviossa. Aluekehityspolitiikka onkin tärkeä väline alueellisen eriarvoisuuden vähentämiseksi ja todellisen yhtenäisyyden, talouskasvun ja työpaikkojen syntymisen edistämiseksi. Sen tarkoituksena on eräällä tavalla lieventää sisämarkkinoiden, euron, julkisten palvelujen vapauttamisen sekä tavaroiden ja palvelujen kaupan vaikutuksia taloudellisesti vähiten kehittyneisiin alueisiin. Haluan tuoda esiin, että nykyisen alueellisen koheesiopolitiikan tavoitteita on muutettu ja rahoitusta on vähennetty tuntuvasti nykyisessä rahoituskehyksessä vuosille 2007–2013. Käsiteltävänä olevassa mietinnössä pahennetaan jo valmiiksi kehnoa tilannetta ehdottamalla suuntaviivoja, jotka toteutuessaan vääristäisivät ja vaarantaisivat aidon koheesiopolitiikan. Vastustamme näin ollen ehdotuksia, joiden mukaan koheesioalueiden ja -maiden määrärahat olisi jaettava uudelleen asianomaisten alueiden ja maiden kesken, jotta nykyiset määrärahat saataisiin säilytettyä tulevien laajentumisten yhteydessä. Tällöin oltaisiin edelleen tilanteessa, jossa taloudellisesti vähiten kehittyneet maksaisivat laajentumisen viulut, vaikka laajentumisesta hyötyvät eniten taloudellisesti kehittyneimmät maat. Lisäksi ehdotetaan, että osa yhteisön rahoitustuesta korvataan lisäämällä jäsenvaltioiden osarahoitusta, lainoja tai yksityistä osarahoitusta, että alueiden rakennerahastoista saamalle tuelle määritetään enimmäisaika ja että koheesiopolitiikasta hyötymisen edellytykseksi asetetaan kansallisen talouspolitiikan toteuttaminen Lissabonin strategian sekä vakaus- ja kasvusopimuksen kriteerien mukaisesti. Vastustamme näitä ja muita aikomuksia jyrkästi, ja olemme esittäneet mietintöön useita tarkistuksia, joiden tarkoituksena on suojata aidosti koheesiopolitiikkaa. Toivomme, että tarkistukset hyväksytään."@fi7
"Monsieur le Président, la cohésion économique et sociale qui, après tout, est inscrite dans les Traités, devrait être à la base des politiques communautaires et devrait être concrétisée, par exemple, en assurant le caractère redistributif du budget communautaire. Dans ce sens, une politique de développement régional est un instrument indispensable pour promouvoir la réduction des disparités régionales ainsi qu’une véritable convergence, la croissance économique et la création d’emploi. Elle est censée fonctionner comme une sorte de compensation pour les régions et les pays économiquement moins développés, de façon à compenser les conséquences du marché intérieur, de l’euro et de la libéralisation des services publics et du commerce de biens et de services. Je voudrais souligner que la politique de cohésion régionale actuelle a connu des modifications quant à ses objectifs ainsi que des coupes financières drastiques dans le cadre financier actuel pour la période 2007-2013. Le rapport que nous examinons aujourd’hui exacerbe ces tendances négatives en proposant des orientations qui, si elles étaient mises en œuvre, fausseraient et saperaient une véritable politique de cohésion. Aussi, nous nous opposons aux propositions qui, afin de maintenir les ressources financières actuelles dans le contexte des futurs élargissements, visent à redistribuer les ressources financières des régions et des pays de cohésion entre eux. Dans ce cas, ce seront encore les pays économiquement moins développés qui paieront la facture de l’élargissement, alors que ceux qui profiteront le plus de celui-ci seront les pays les plus développés économiquement. Il est également proposé de remplacer une partie du financement au titre des fonds communautaires par une augmentation du cofinancement national, un accès aux emprunts ou le cofinancement privé; d’établir une période maximale pour la perception par les régions d’aides au titre des Fonds structurels et de subordonner l’accès à la politique de cohésion à la mise en œuvre d’une politique économique nationale définie en fonction des critères établis par la stratégie de Lisbonne et par le pacte de stabilité et de croissance. Nous sommes fortement opposés à ces intentions, ainsi qu’à d’autres, et nous avons donc présenté plusieurs amendements à ce rapport en vue de protéger réellement la politique de cohésion. Nous espérons que ces amendements seront adoptés."@fr8
"Senhor Presidente, a coesão económica e social, sublinhe-se, inscrita nos Tratados, deverá efectivamente nortear as políticas comunitárias e ser concretizada, por exemplo, assegurando o carácter redistributivo do orçamento comunitário. Neste sentido, a política de desenvolvimento regional é um instrumento indispensável para promover a redução das disparidades regionais e a convergência real, o crescimento económico e o emprego, funcionando como uma suposta compensação para as regiões e países economicamente menos desenvolvidos, de forma a minimizar as consequências do mercado interno, do euro e da liberalização dos serviços públicos e do comércio de bens e serviços. Sublinhe-se que a actual política de coesão regional sofreu modificações quanto aos seus objectivos, assim como cortes financeiros no actual quadro financeiro 2007-2013. O relatório agora apresentado aprofunda tais tendências negativas, avançando com propostas de orientação que, a serem concretizadas, desvirtuariam e colocariam em causa uma real política de coesão. Assim, opomo-nos às propostas que, procurando manter os recursos financeiros actualmente existentes, nomeadamente no quadro de futuros alargamentos, visam redistribuir os meios financeiros das regiões e países da coesão entre si, continuando a ser os economicamente menos desenvolvidos a pagar o alargamento, quando são os economicamente mais desenvolvidos que dele tiram os principais proveitos. Substituir parte do financiamento dos fundos comunitários através do aumento do co-financiamento nacional, do acesso a empréstimos ou do co-financiamento privado. Estabelecer um prazo máximo para as regiões terem acesso a fundos estruturais, condicionar o acesso à política de coesão à concretização de uma política económica nacional definida em função dos critérios da Estratégia de Lisboa e do Pacto de Estabilidade. Contrariando estas e outras intenções, de que discordamos plenamente, apresentámos diversas alterações ao presente relatório que, em nome de uma real defesa da política de coesão, esperamos que venham a ser aprovadas."@hu11
"Signor Presidente, la coesione economica e sociale – che in fondo è sancita dai Trattati – dovrebbe costituire la base delle politiche comunitarie, e andrebbe realizzata, per esempio, garantendo il carattere ridistribuivo del bilancio comunitario. Di conseguenza, la politica di sviluppo regionale è uno strumento essenziale per ridurre le disuguaglianze regionali e promuovere un’autentica convergenza, insieme alla crescita economica e all’occupazione. In teoria, essa dovrebbe funzionare come un meccanismo di compensazione per le regioni economicamente meno sviluppate, allo scopo di controbilanciare l’impatto del mercato interno, dell’euro e della liberalizzazione dei servizi pubblici, nonché della commercializzazione di beni e servizi. Ricordo che l’odierna politica di coesione regionale ha visto modificare i propri obiettivi e ha subito drastici tagli finanziari nell’attuale quadro finanziario 2007-2013. La relazione che stiamo esaminando inasprisce queste tendenze negative, proponendo orientamenti che, se applicati, distorcerebbero e danneggerebbero gravemente un’autentica politica di coesione. In tale situazione, ci opponiamo alle proposte che, per mantenere le attuali risorse finanziarie nel contesto di un futuro allargamento, prevedono di ridistribuire le risorse finanziarie di regioni e paesi che rientrano nella politica di coesione tra quei medesimi paesi e regioni. In tal modo saranno i paesi economicamente meno sviluppati a pagare il conto dell’allargamento, mentre i vantaggi maggiori dell’allargamento stesso andranno ai paesi più sviluppati dal punto di vista economico. Si propone pure di sostituire una parte del finanziamento proveniente dai fondi comunitari con un incremento del cofinanziamento nazionale, con l’accesso ai prestiti oppure con il cofinanziamento privato, nonché di fissare un periodo massimo di tempo durante il quale le regioni possano ricevere Fondi strutturali. Infine si intende far dipendere l’accesso alla politica di coesione dall’applicazione di una politica economica nazionale rispondente ai criteri definiti nella strategia di Lisbona e nel Patto di stabilità e di crescita. Ci opponiamo fermamente a queste e ad altre intenzioni, e quindi abbiamo presentato un certo numero di emendamenti a questa relazione, miranti a tutelare efficacemente la politica di coesione; ci auguriamo che tali emendamenti vengano adottati."@it12
"Senhor Presidente, a coesão económica e social, sublinhe-se, inscrita nos Tratados, deverá efectivamente nortear as políticas comunitárias e ser concretizada, por exemplo, assegurando o carácter redistributivo do orçamento comunitário. Neste sentido, a política de desenvolvimento regional é um instrumento indispensável para promover a redução das disparidades regionais e a convergência real, o crescimento económico e o emprego, funcionando como uma suposta compensação para as regiões e países economicamente menos desenvolvidos, de forma a minimizar as consequências do mercado interno, do euro e da liberalização dos serviços públicos e do comércio de bens e serviços. Sublinhe-se que a actual política de coesão regional sofreu modificações quanto aos seus objectivos, assim como cortes financeiros no actual quadro financeiro 2007-2013. O relatório agora apresentado aprofunda tais tendências negativas, avançando com propostas de orientação que, a serem concretizadas, desvirtuariam e colocariam em causa uma real política de coesão. Assim, opomo-nos às propostas que, procurando manter os recursos financeiros actualmente existentes, nomeadamente no quadro de futuros alargamentos, visam redistribuir os meios financeiros das regiões e países da coesão entre si, continuando a ser os economicamente menos desenvolvidos a pagar o alargamento, quando são os economicamente mais desenvolvidos que dele tiram os principais proveitos. Substituir parte do financiamento dos fundos comunitários através do aumento do co-financiamento nacional, do acesso a empréstimos ou do co-financiamento privado. Estabelecer um prazo máximo para as regiões terem acesso a fundos estruturais, condicionar o acesso à política de coesão à concretização de uma política económica nacional definida em função dos critérios da Estratégia de Lisboa e do Pacto de Estabilidade. Contrariando estas e outras intenções, de que discordamos plenamente, apresentámos diversas alterações ao presente relatório que, em nome de uma real defesa da política de coesão, esperamos que venham a ser aprovadas."@lt14
"Senhor Presidente, a coesão económica e social, sublinhe-se, inscrita nos Tratados, deverá efectivamente nortear as políticas comunitárias e ser concretizada, por exemplo, assegurando o carácter redistributivo do orçamento comunitário. Neste sentido, a política de desenvolvimento regional é um instrumento indispensável para promover a redução das disparidades regionais e a convergência real, o crescimento económico e o emprego, funcionando como uma suposta compensação para as regiões e países economicamente menos desenvolvidos, de forma a minimizar as consequências do mercado interno, do euro e da liberalização dos serviços públicos e do comércio de bens e serviços. Sublinhe-se que a actual política de coesão regional sofreu modificações quanto aos seus objectivos, assim como cortes financeiros no actual quadro financeiro 2007-2013. O relatório agora apresentado aprofunda tais tendências negativas, avançando com propostas de orientação que, a serem concretizadas, desvirtuariam e colocariam em causa uma real política de coesão. Assim, opomo-nos às propostas que, procurando manter os recursos financeiros actualmente existentes, nomeadamente no quadro de futuros alargamentos, visam redistribuir os meios financeiros das regiões e países da coesão entre si, continuando a ser os economicamente menos desenvolvidos a pagar o alargamento, quando são os economicamente mais desenvolvidos que dele tiram os principais proveitos. Substituir parte do financiamento dos fundos comunitários através do aumento do co-financiamento nacional, do acesso a empréstimos ou do co-financiamento privado. Estabelecer um prazo máximo para as regiões terem acesso a fundos estruturais, condicionar o acesso à política de coesão à concretização de uma política económica nacional definida em função dos critérios da Estratégia de Lisboa e do Pacto de Estabilidade. Contrariando estas e outras intenções, de que discordamos plenamente, apresentámos diversas alterações ao presente relatório que, em nome de uma real defesa da política de coesão, esperamos que venham a ser aprovadas."@lv13
"Senhor Presidente, a coesão económica e social, sublinhe-se, inscrita nos Tratados, deverá efectivamente nortear as políticas comunitárias e ser concretizada, por exemplo, assegurando o carácter redistributivo do orçamento comunitário. Neste sentido, a política de desenvolvimento regional é um instrumento indispensável para promover a redução das disparidades regionais e a convergência real, o crescimento económico e o emprego, funcionando como uma suposta compensação para as regiões e países economicamente menos desenvolvidos, de forma a minimizar as consequências do mercado interno, do euro e da liberalização dos serviços públicos e do comércio de bens e serviços. Sublinhe-se que a actual política de coesão regional sofreu modificações quanto aos seus objectivos, assim como cortes financeiros no actual quadro financeiro 2007-2013. O relatório agora apresentado aprofunda tais tendências negativas, avançando com propostas de orientação que, a serem concretizadas, desvirtuariam e colocariam em causa uma real política de coesão. Assim, opomo-nos às propostas que, procurando manter os recursos financeiros actualmente existentes, nomeadamente no quadro de futuros alargamentos, visam redistribuir os meios financeiros das regiões e países da coesão entre si, continuando a ser os economicamente menos desenvolvidos a pagar o alargamento, quando são os economicamente mais desenvolvidos que dele tiram os principais proveitos. Substituir parte do financiamento dos fundos comunitários através do aumento do co-financiamento nacional, do acesso a empréstimos ou do co-financiamento privado. Estabelecer um prazo máximo para as regiões terem acesso a fundos estruturais, condicionar o acesso à política de coesão à concretização de uma política económica nacional definida em função dos critérios da Estratégia de Lisboa e do Pacto de Estabilidade. Contrariando estas e outras intenções, de que discordamos plenamente, apresentámos diversas alterações ao presente relatório que, em nome de uma real defesa da política de coesão, esperamos que venham a ser aprovadas."@mt15
"Mijnheer de Voorzitter, de economische en sociale samenhang, die een onderdeel vormt van de Verdragen, dient daadwerkelijk richting te geven aan het communautair beleid en concreet te worden ingevuld door bijvoorbeeld het herverdelend karakter van de communautaire begroting te verzekeren. In die zin is het regionale-ontwikkelingsbeleid een onmisbaar instrument om de regionale ongelijkheden te verminderen en echte convergentie, economische groei en werkgelegenheid te bevorderen. Dat beleid moet als compensatie kunnen functioneren voor economisch minder ontwikkelde regio’s en landen, zodat de effecten van de interne markt, de euro en de liberalisering van de openbare diensten en van de handel in goederen en diensten zo klein mogelijk gehouden kunnen worden. De doelstellingen van het huidige regionale cohesiebeleid zijn gewijzigd, terwijl in het lopende financiële kader 2007-2013 er ook op het beleid is bezuinigd. Dit verslag versterkt die negatieve tendensen en als de daarin vervatte ideeën in de praktijk zouden worden gebracht, zou een echt regionaal cohesiebeleid erdoor ontkracht en in gevaar worden gebracht. Daarom keren wij ons tegen de voorstellen die in het kader van toekomstige uitbreidingen proberen de huidige financiële middelen te handhaven en de financiële middelen van de cohesieregio’s en -landen onderling te herverdelen, waardoor de economisch minder ontwikkelde regio’s de kosten voor de uitbreiding betalen, terwijl de economisch best ontwikkelde gebieden er het meeste profijt van trekken. Een gedeelte van de financiering met communautaire middelen wordt dan vervangen door meer nationale cofinanciering, leningen of particuliere cofinanciering. Er komt een maximumperiode voor de toegang van regio’s tot de structuurfondsen, de toegang tot het cohesiebeleid wordt afhankelijk gemaakt van de uitvoering van een nationaal economisch beleid dat geënt is op de criteria van de strategie van Lissabon en het Stabiliteitspact. Wij zijn het volledig oneens met deze en andere intenties in het verslag. Daarom hebben wij verscheidene amendementen op het verslag ingediend. Wij hopen dat met het oog op een echte verdediging van het cohesiebeleid onze voorstellen worden aangenomen."@nl3
"Senhor Presidente, a coesão económica e social, sublinhe-se, inscrita nos Tratados, deverá efectivamente nortear as políticas comunitárias e ser concretizada, por exemplo, assegurando o carácter redistributivo do orçamento comunitário. Neste sentido, a política de desenvolvimento regional é um instrumento indispensável para promover a redução das disparidades regionais e a convergência real, o crescimento económico e o emprego, funcionando como uma suposta compensação para as regiões e países economicamente menos desenvolvidos, de forma a minimizar as consequências do mercado interno, do euro e da liberalização dos serviços públicos e do comércio de bens e serviços. Sublinhe-se que a actual política de coesão regional sofreu modificações quanto aos seus objectivos, assim como cortes financeiros no actual quadro financeiro 2007-2013. O relatório agora apresentado aprofunda tais tendências negativas, avançando com propostas de orientação que, a serem concretizadas, desvirtuariam e colocariam em causa uma real política de coesão. Assim, opomo-nos às propostas que, procurando manter os recursos financeiros actualmente existentes, nomeadamente no quadro de futuros alargamentos, visam redistribuir os meios financeiros das regiões e países da coesão entre si, continuando a ser os economicamente menos desenvolvidos a pagar o alargamento, quando são os economicamente mais desenvolvidos que dele tiram os principais proveitos. Substituir parte do financiamento dos fundos comunitários através do aumento do co-financiamento nacional, do acesso a empréstimos ou do co-financiamento privado. Estabelecer um prazo máximo para as regiões terem acesso a fundos estruturais, condicionar o acesso à política de coesão à concretização de uma política económica nacional definida em função dos critérios da Estratégia de Lisboa e do Pacto de Estabilidade. Contrariando estas e outras intenções, de que discordamos plenamente, apresentámos diversas alterações ao presente relatório que, em nome de uma real defesa da política de coesão, esperamos que venham a ser aprovadas."@pl16
"Senhor Presidente, a coesão económica e social, sublinhe-se, inscrita nos Tratados, deverá efectivamente nortear as políticas comunitárias e ser concretizada, por exemplo, assegurando o carácter redistributivo do orçamento comunitário. Neste sentido, a política de desenvolvimento regional é um instrumento indispensável para promover a redução das disparidades regionais e a convergência real, o crescimento económico e o emprego, funcionando como uma suposta compensação para as regiões e países economicamente menos desenvolvidos, de forma a minimizar as consequências do mercado interno, do euro e da liberalização dos serviços públicos e do comércio de bens e serviços. Sublinhe-se que a actual política de coesão regional sofreu modificações quanto aos seus objectivos, assim como cortes financeiros no actual quadro financeiro 2007-2013. O relatório agora apresentado aprofunda tais tendências negativas, avançando com propostas de orientação que, a serem concretizadas, desvirtuariam e colocariam em causa uma real política de coesão. Assim, opomo-nos às propostas que, procurando manter os recursos financeiros actualmente existentes, nomeadamente no quadro de futuros alargamentos, visam redistribuir os meios financeiros das regiões e países da coesão entre si, continuando a ser os economicamente menos desenvolvidos a pagar o alargamento, quando são os economicamente mais desenvolvidos que dele tiram os principais proveitos. Substituir parte do financiamento dos fundos comunitários através do aumento do co-financiamento nacional, do acesso a empréstimos ou do co-financiamento privado. Estabelecer um prazo máximo para as regiões terem acesso a fundos estruturais, condicionar o acesso à política de coesão à concretização de uma política económica nacional definida em função dos critérios da Estratégia de Lisboa e do Pacto de Estabilidade. Contrariando estas e outras intenções, de que discordamos plenamente, apresentámos diversas alterações ao presente relatório que, em nome de uma real defesa da política de coesão, esperamos que venham a ser aprovadas."@ro18
"Senhor Presidente, a coesão económica e social, sublinhe-se, inscrita nos Tratados, deverá efectivamente nortear as políticas comunitárias e ser concretizada, por exemplo, assegurando o carácter redistributivo do orçamento comunitário. Neste sentido, a política de desenvolvimento regional é um instrumento indispensável para promover a redução das disparidades regionais e a convergência real, o crescimento económico e o emprego, funcionando como uma suposta compensação para as regiões e países economicamente menos desenvolvidos, de forma a minimizar as consequências do mercado interno, do euro e da liberalização dos serviços públicos e do comércio de bens e serviços. Sublinhe-se que a actual política de coesão regional sofreu modificações quanto aos seus objectivos, assim como cortes financeiros no actual quadro financeiro 2007-2013. O relatório agora apresentado aprofunda tais tendências negativas, avançando com propostas de orientação que, a serem concretizadas, desvirtuariam e colocariam em causa uma real política de coesão. Assim, opomo-nos às propostas que, procurando manter os recursos financeiros actualmente existentes, nomeadamente no quadro de futuros alargamentos, visam redistribuir os meios financeiros das regiões e países da coesão entre si, continuando a ser os economicamente menos desenvolvidos a pagar o alargamento, quando são os economicamente mais desenvolvidos que dele tiram os principais proveitos. Substituir parte do financiamento dos fundos comunitários através do aumento do co-financiamento nacional, do acesso a empréstimos ou do co-financiamento privado. Estabelecer um prazo máximo para as regiões terem acesso a fundos estruturais, condicionar o acesso à política de coesão à concretização de uma política económica nacional definida em função dos critérios da Estratégia de Lisboa e do Pacto de Estabilidade. Contrariando estas e outras intenções, de que discordamos plenamente, apresentámos diversas alterações ao presente relatório que, em nome de uma real defesa da política de coesão, esperamos que venham a ser aprovadas."@sk19
"Senhor Presidente, a coesão económica e social, sublinhe-se, inscrita nos Tratados, deverá efectivamente nortear as políticas comunitárias e ser concretizada, por exemplo, assegurando o carácter redistributivo do orçamento comunitário. Neste sentido, a política de desenvolvimento regional é um instrumento indispensável para promover a redução das disparidades regionais e a convergência real, o crescimento económico e o emprego, funcionando como uma suposta compensação para as regiões e países economicamente menos desenvolvidos, de forma a minimizar as consequências do mercado interno, do euro e da liberalização dos serviços públicos e do comércio de bens e serviços. Sublinhe-se que a actual política de coesão regional sofreu modificações quanto aos seus objectivos, assim como cortes financeiros no actual quadro financeiro 2007-2013. O relatório agora apresentado aprofunda tais tendências negativas, avançando com propostas de orientação que, a serem concretizadas, desvirtuariam e colocariam em causa uma real política de coesão. Assim, opomo-nos às propostas que, procurando manter os recursos financeiros actualmente existentes, nomeadamente no quadro de futuros alargamentos, visam redistribuir os meios financeiros das regiões e países da coesão entre si, continuando a ser os economicamente menos desenvolvidos a pagar o alargamento, quando são os economicamente mais desenvolvidos que dele tiram os principais proveitos. Substituir parte do financiamento dos fundos comunitários através do aumento do co-financiamento nacional, do acesso a empréstimos ou do co-financiamento privado. Estabelecer um prazo máximo para as regiões terem acesso a fundos estruturais, condicionar o acesso à política de coesão à concretização de uma política económica nacional definida em função dos critérios da Estratégia de Lisboa e do Pacto de Estabilidade. Contrariando estas e outras intenções, de que discordamos plenamente, apresentámos diversas alterações ao presente relatório que, em nome de uma real defesa da política de coesão, esperamos que venham a ser aprovadas."@sl20
"Herr talman! Den ekonomiska och sociala sammanhållningen, som när allt kommer omkring finns inskriven i fördragen, bör vara hörnstenen i gemenskapens politik och genomföras genom att till exempel säkra principen om omfördelning i gemenskapsbudgeten. Således är politiken för regional utveckling ett viktigt instrument för att främja minskade regionala skillnader och verklig konvergens, ekonomisk tillväxt och sysselsättning. Den ska fungera som ett slags kompensation för de ekonomiskt sett minst utvecklade regionerna för att uppväga effekterna av den inre marknaden, euron, avregleringen av offentliga tjänster och kommersialiseringen av varor och tjänster. Jag vill framhålla att den nuvarande regionala sammanhållningspolitiken har fått sina mål ändrade och att drastiska ekonomiska nedskärningar i den nuvarande finansieringsramen för 2007–2013 har gjorts. Detta betänkande bidrar till att förvärra dessa negativa tendenser genom att man föreslår riktlinjer som kommer att snedvrida och undergräva en verklig sammanhållningspolitik om de genomförs. Vi tillbakavisar därför förslagen, som kommer att leda till att sammanhållningsregionernas och sammanhållningsländernas ekonomiska resurser kommer att omfördelas mellan dessa regioner och länder, för att bibehålla de nuvarande ekonomiska resurserna i samband med en framtida utvidgning. Därför kommer det ändå att bli de ekonomiskt minst utvecklade länderna som får betala räkningen för utvidgningen, medan de som har störst nytta av utvidgningen kommer att vara de ekonomiskt mest utvecklade länderna. Man föreslår också att en del av gemenskapsfinansieringen ska ersättas med ökad nationell samfinansiering, tillgång till lån eller privat samfinansiering, att det ska fastställas en maximitid för hur länge regioner kan motta strukturstöd, och att utformandet av en nationell ekonomisk politik på grundval av kriterierna i Lissabonstrategin och stabilitets- och tillväxtpakten ska vara ett villkor för att få tillgång till medel inom ramen för sammanhållningspolitiken. Vi är starka motståndare till dessa och andra avsikter, och har därför lagt fram ett antal ändringsförslag till det här betänkandet i syfte att verkligen värna om sammanhållningspolitiken. Vi hoppas att dessa ändringsförslag kommer att antas."@sv22
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"Pedro Guerreiro (GUE/NGL ). –"18,5,20,15,1,19,14,16,11,13,17

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