Local view for "http://purl.org/linkedpolitics/eu/plenary/2005-05-12-Speech-4-014"

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"en.20050512.3.4-014"6
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"Não embarcamos no barco dos que, procurando escamotear as suas profundas responsabilidades quanto aos objectivos e forma como dirigem as negociações no quadro da OMC promovendo e tentando impor uma cega e violenta liberalização do comércio mundial com gravíssimas consequências económicas e sociais, vêm agora tentar sacudir a água do capote procurando responsabilizar a China por todos os males. Trata-se de um discurso que pretende igualmente mistificar que quem efectivamente mais ganha com a actual liberalização do comércio mundial são os grandes grupos económico-financeiros. São estes que deslocalizam a sua produção em busca do máximo lucro, são estes que, dominando a distribuição, arrecadam a fatia de leão. O sector do têxtil e vestuário é um exemplo desta alarmante realidade. Não é a China a responsável pela forma como foram realizadas as negociações sobre o têxtil e o vestuário no âmbito da OMC, mas sim a Comissão Europeia e o Conselho. Não é a China a responsável por um euro sobrevalorizado que acentua a dificuldades e a competitividade do têxtil e do vestuário produzidos nos países da União Europeia. Não é a China, mas sim a Comissão Europeia e o Conselho, que ainda não accionaram a cláusula de salvaguarda apesar da grave situação vivida pelo sector têxtil e vestuário na União Europeia, nomeadamente em países como Portugal e, pelo contrário, protelam essa decisão imperiosa. Por isso, pergunto: para quando o accionamento das cláusulas de salvaguarda? Para quando o revisão do mandato da Comissão Europeia para as negociações na OMC? O que se impõe é a suspensão e a inversão das actuais políticas de liberalização do comércio. O que é necessário é a criação de um sistema de trocas justo e equitativo, orientado para o real desenvolvimento das potencialidades de cada país, de modo sustentado, sem relações de domínio e dependência, bem como para a melhoria urgente das condições de vida dos povos do mundo e para a salvaguarda dos seus direitos."@pt17
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"Não embarcamos no barco dos que procurando escamotear as suas profundas responsabilidades quanto aos objectivos e forma como dirigem as negociações no quadro da OMC promovendo e tentando impor uma cega e violenta liberalização do comércio mundial com gravíssimas consequências económicas e sociais, vêm agora tentar sacudir a água do capote procurando responsabilizar a China por todos os males. Trata-se de um discurso que pretende igualmente mistificar que quem efectivamente mais ganha com a actual liberalização do comércio mundial são os grandes grupos económico-financeiros. São estes que deslocalizam a sua produção em busca do máximo lucro, são estes que dominando a distribuição arrecadam a fatia de leão. O sector do têxtil e vestuário é um exemplo desta alarmante realidade. Não é a China a responsável pela forma como foram realizadas as negociações sobre o têxtil e o vestuário no âmbito da OMC, mas sim a Comissão Europeia e o Conselho. Não é a China a responsável por um euro super-valorizado que acentua a dificuldades e a competitividade do têxtil e do vestuário produzido nos países da União Europeia. Não é a China, mas sim a Comissão Europeia e o Conselho, que ainda não accionaram a cláusula de salvaguarda apesar da grave situação vivida pelo sector têxtil e vestuário na União Europeia, nomeadamente em países como Portugal e, pelo contrário, protelem essa decisão imperiosa. Por isso pergunto: para quando o accionamento das cláusulas de salvaguarda? Para quando o revisão do mandato da Comissão Europeia para as negociações na OMC? O que se impõe é a suspensão e a inversão das actuais políticas de liberalização do comércio. O que é necessário é a criação de um sistema de trocas justo e equitativo, orientado para o real desenvolvimento das potencialidades de cada país, de modo sustentado, sem relações de domínio e dependência e assim para a melhoria urgente das condições de vida dos povos do mundo e do assegurar dos seus direitos."@cs1
"Vi slutter ikke op om dem, der forsøger at undslippe deres helt afgørende ansvar for WTO-forhandlingernes mål og den måde, som de er blevet ført på, hvor man har bestræbt sig på at gennemtvinge en blind og hensynsløs liberalisering af verdenshandelen med yderst alvorlige økonomiske og sociale konsekvenser, og som nu prøver at tørre det af på andre og give Kina skylden for alle vederstyggeligheder. Man forsøger også at lægge et røgslør over det faktum, at de, der har mest ud af den igangværende liberalisering af verdenshandelen, er de store økonomisk-finansielle grupper. Det er dem, der flytter produktionen ud for at få størst mulig profit, det er dem, der sidder på distributionen og derfor også løber med broderparten. Tekstil- og beklædningssektoren er et eksempel på disse alarmerende forhold. Det er ikke Kinas skyld, at forhandlingerne om tekstiler og beklædning blev ført, som de gjorde, men Kommissionens og Rådets. Det er ikke Kinas skyld, at euroen er overvurderet, så tekstiler og beklædning produceret i EU-landene er endnu vanskeligere stillet i konkurrencen. Det er ikke Kinas skyld, men Kommissionens og Rådets, at de endnu ikke har taget beskyttelsesklausulen i brug trods den alvorlige situation, som EU's tekstil- og beklædningssektor befinder sig i, navnlig i lande som Portugal. Tværtimod udskyder man denne helt afgørende beslutning. Jeg vil derfor gerne spørge: Hvornår bliver beskyttelsesklausulen taget i brug? Hvornår bliver Kommissionens mandat for WTO-forhandlingerne revideret? Vi er nødt til at suspendere og grundlæggende ændre den aktuelle handelsliberaliseringspolitik. Vi er nødt til at indføre et retfærdigt og ligeværdigt handelssystem, der sigter på virkelig udvikling af de enkelte landes muligheder på et bæredygtigt grundlag uden dominans- og afhængighedsforhold, så der kan ske en hurtig forbedring af verdens folks livsvilkår og sikring af deres rettigheder."@da2
"Wir lassen uns nicht mitreißen von denen, die sich ihrer Verantwortung hinsichtlich der Ziele der Verhandlungen in der Welthandelsorganisation (WTO) und der Art und Weise, wie diese geführt werden, entziehen wollen und die, nachdem sie versucht haben, die rücksichtslose und brutale Liberalisierung des Welthandels mit ihren extrem schädlichen wirtschaftlichen und sozialen Folgen zu erzwingen, jetzt versuchen, die Schuld für alles Böse dieser Welt auf China abzuwälzen. Mit ihrer Darstellung wollen sie nur verschleiern, dass die großen Wirtschaftsverbände die größten Vorteile aus der gegenwärtigen Liberalisierung des Welthandels ziehen. Sie sind es doch, die ihre Produktion verlagern, um höhere Gewinne zu erzielen, und sie sind es, die dank ihrer Kontrolle über die Verteilung den Löwenanteil einstecken. Die Textilwaren- und Bekleidungsbranche ist ein Beispiel für diese alarmierenden Zustände. Nicht China war Schuld am Verlauf der WTO-Gespräche zum Textil- und Bekleidungssektor, sondern die Kommission und der Rat. Nicht China ist verantwortlich für die Überbewertung des Euro, die die Probleme verschärft und die Wettbewerbsfähigkeit der in EU-Ländern gefertigten Textilien und Bekleidung schwächt. Nicht China, sondern der Rat und die Kommission haben es bislang versäumt, die Schutzklausel anzuwenden, trotz der unerfreulichen Lage, in der sich der Textil- und Bekleidungssektor der EU momentan befindet, vor allem in Ländern wie Portugal. Stattdessen schieben sie diese wichtige Entscheidung vor sich her. Deshalb frage ich: Wann wird die Schutzklausel angewendet? Wann wird das Mandat der Kommission für die WTO-Verhandlungen revidiert? Was wir tun müssen, ist die derzeitigen Maßnahmen zur Handelsliberalisierung auszusetzen und umzukehren. Was wir tun müssen ist, für gleiche Bedingungen beim Handel zu sorgen, indem wir ein System einführen, das auf die wirkliche und nachhaltige Entwicklung des Potenzials jedes einzelnen Landes ausgerichtet ist, ein System, das somit darauf abstellt, den Lebensstandard für Menschen in der ganzen Welt dringend zu verbessern und ihre Rechte zu wahren."@de9
". Δεν ακολουθούμε το ρεύμα εκείνων που επιδιώκουν να αποφύγουν τις ευθύνες τους σε ό,τι αφορά τις συνομιλίες για τους στόχους του Παγκόσμιου Οργανισμού Εμπορίου (ΠΟΕ) και τον τρόπο με τον οποίο διεξάγουν αυτές τις συνομιλίες, και οι οποίοι, έχοντας επιχειρήσει να επιβάλουν την τυφλή και ωμή ελευθέρωση του παγκόσμιου εμπορίου, με τις άκρως επιζήμιες οικονομικές και κοινωνικές της συνέπειες, τώρα επιχειρούν να πετάξουν αλλού το μπαλάκι και να επιρρίψουν στην Κίνα όλα τα κακά του κόσμου. Ο λόγος τους επιχειρεί να συγκαλύψει το γεγονός ότι οι πολύ μεγάλοι οικονομικοί όμιλοι είναι εκείνοι που θα αποκομίσουν τα περισσότερα κέρδη από την τρέχουσα ελευθέρωση του παγκόσμιου εμπορίου. Αυτοί είναι εκείνοι που μεταφέρουν την παραγωγή τους σε αναζήτηση υψηλότερων κερδών· αυτοί είναι που, λόγω του ότι ελέγχουν τη διανομή, λαμβάνουν τη μερίδα του λέοντος. Ο κλάδος της κλωστοϋφαντουργίας και ένδυσης αποτελεί παράδειγμα αυτής της ανησυχητικής κατάστασης. Δεν έπρεπε να κατηγορηθεί η Κίνα για τον τρόπο με τον οποίο διεξήχθησαν οι συζητήσεις στο πλαίσιο του ΠΟΕ αναφορικά με τον κλάδο της κλωστοϋφαντουργίας και ένδυσης· η Επιτροπή και το Συμβούλιο ήταν εκείνοι που έφταιξαν. Δεν ευθύνεται η Κίνα για την υπερτίμηση του ευρώ, που επιδεινώνει τα προβλήματα και δυσχεραίνει την ανταγωνιστικότητα των ειδών κλωστοϋφαντουργίας και ένδυσης, που κατασκευάζονται σε χώρες της ΕΕ. Το Συμβούλιο και η Επιτροπή, και όχι η Κίνα, είναι εκείνα που μέχρι τώρα παρέλειψαν να ενεργοποιήσουν τη ρήτρα διασφάλισης, παρά την οικτρή κατάσταση στην οποία έχει περιέλθει στην παρούσα φάση ο κλάδος της κλωστοϋφαντουργίας και ένδυσης της ΕΕ, ιδίως σε χώρες όπως η Πορτογαλία. Αντιθέτως, καθυστερούν αυτή τη ζωτικής σημασίας απόφαση. Συνεπώς, θέτω τα ακόλουθα ερωτήματα: Πότε θα ενεργοποιηθούν οι ρήτρες διασφάλισης; Πότε θα αναθεωρηθεί η εντολή της Επιτροπής για τις συζητήσεις στο πλαίσιο του ΠΟΕ; Εκείνο που πρέπει να κάνουμε είναι να σταματήσουμε και να αντιστρέψουμε τις τρέχουσες πολιτικές ελευθέρωσης του εμπορίου. Εκείνο που πρέπει να κάνουμε είναι να διασφαλίσουμε ίσους όρους σε ό,τι αφορά το εμπόριο, θεσπίζοντας ένα σύστημα που να κινείται στη λογική της πραγματικής και βιώσιμης ανάπτυξης του δυναμικού κάθε χώρας, ένα σύστημα που να μη βασίζεται σε δεσπόζουσα θέση και εξάρτηση, ένα σύστημα που, κατά συνέπεια, να κινείται στη λογική της επείγουσας βελτίωσης του βιοτικού επιπέδου όλων των ανθρώπων του κόσμου και να διασφαλίζει τα δικαιώματά τους."@el10
". We are not following in the slipstream of those who seek to shirk their responsibilities with regard to the objectives of the World Trade Organisation (WTO) talks and to the manner in which they conduct those talks, and who, having attempted to impose the blind and brutal liberalisation of world trade, with its extremely damaging economic and social consequences, are now trying to pass the buck and blame China for all of the world’s evils. Their discourse seeks to disguise the fact that it is the large economic groups who stand to gain the most from the current liberalisation of world trade. They are the ones who relocate their production in search of higher profits; they are the ones who, owing to their domination of distribution, come away with the lion’s share. The textiles and clothing sector is an example of this alarming situation. China was not to blame for the way in which the WTO talks on the textiles and clothing sector were conducted; the Commission and the Council were. China is not responsible for the over-valuation of the euro, which exacerbates the problems and hampers the competitiveness of the textiles and clothing made in EU countries. It is the Council and the Commission, not China, that have thus far failed to activate the safeguard clause, in spite of the appalling situation that the EU’s textiles and clothing sector is currently enduring, particularly in countries such as Portugal. Instead, they delay this crucial decision. I therefore ask the following questions: When will safeguard clauses be activated? When will there be a revision of the Commission’s mandate for WTO talks? What we must do is suspend and reverse the current policies on trade liberalisation. What we must do is ensure a level playing field for trade, by introducing a system that is geared towards genuinely and sustainably developing each country’s potential, a system that is not based on dominance and dependency, a system that is thus geared towards urgently improving the standard of living for people across the world and towards guaranteeing their rights."@en4
". No estamos siguiendo la estela de quienes pretenden eludir sus responsabilidades en el logro de los objetivos de las negociaciones de la Organización Mundial del Comercio (OMC) o la forma en que se dirigen esas negociaciones, ni la de quienes, habiendo intentado imponer una ciega y brutal liberalización del comercio mundial, con gravísimas consecuencias económicas y sociales, intentan ahora escurrir el bulto y culpar a China de todos los males del mundo. Se trata de un discurso que pretende ocultar el hecho de que son los grandes grupos económicos los que más se benefician de la actual liberalización del comercio mundial. Son los que trasladan su producción a otros países en busca de mayores beneficios; son los que, gracias a su dominio de la distribución, se quedan con la mejor parte. El sector textil y de la confección es un ejemplo de esta alarmante situación. China no fue responsable del rumbo que tomaron las negociaciones con la OMC sobre el sector textil y de la confección; fueron la Comisión y el Consejo. China no es responsable de la sobrevaloración del euro, que acentúa las dificultades y merma la competitividad del sector textil y de la confección de los países de la Unión Europea. Tampoco es China, sino el Consejo y la Comisión, la responsable de no haber activado la cláusula de salvaguardia, a pesar de la grave situación vivida por el sector textil y de la confección en la Unión Europea, sobre todo en países como Portugal. Por el contrario, son el Consejo y la Comisión quienes han aplazado esa decisión crucial. Por lo tanto, quiero formular las siguientes preguntas: ¿Cuándo se activarán las cláusulas de salvaguardia? ¿Cuándo se revisará el mandato de la Comisión de negociar con la OMC? Lo que debemos hacer es suspender e invertir las actuales políticas sobre la liberalización del comercio. Lo que debemos hacer es garantizar un terreno de juego justo para el comercio, introduciendo un sistema orientado a un desarrollo genuino y sostenible del potencial de cada país, un sistema que no se base en el dominio ni en la dependencia, un sistema orientado a la urgente mejora de las condiciones de vida de los pueblos del mundo y la garantía de sus derechos."@es20
"Não embarcamos no barco dos que procurando escamotear as suas profundas responsabilidades quanto aos objectivos e forma como dirigem as negociações no quadro da OMC promovendo e tentando impor uma cega e violenta liberalização do comércio mundial com gravíssimas consequências económicas e sociais, vêm agora tentar sacudir a água do capote procurando responsabilizar a China por todos os males. Trata-se de um discurso que pretende igualmente mistificar que quem efectivamente mais ganha com a actual liberalização do comércio mundial são os grandes grupos económico-financeiros. São estes que deslocalizam a sua produção em busca do máximo lucro, são estes que dominando a distribuição arrecadam a fatia de leão. O sector do têxtil e vestuário é um exemplo desta alarmante realidade. Não é a China a responsável pela forma como foram realizadas as negociações sobre o têxtil e o vestuário no âmbito da OMC, mas sim a Comissão Europeia e o Conselho. Não é a China a responsável por um euro super-valorizado que acentua a dificuldades e a competitividade do têxtil e do vestuário produzido nos países da União Europeia. Não é a China, mas sim a Comissão Europeia e o Conselho, que ainda não accionaram a cláusula de salvaguarda apesar da grave situação vivida pelo sector têxtil e vestuário na União Europeia, nomeadamente em países como Portugal e, pelo contrário, protelem essa decisão imperiosa. Por isso pergunto: para quando o accionamento das cláusulas de salvaguarda? Para quando o revisão do mandato da Comissão Europeia para as negociações na OMC? O que se impõe é a suspensão e a inversão das actuais políticas de liberalização do comércio. O que é necessário é a criação de um sistema de trocas justo e equitativo, orientado para o real desenvolvimento das potencialidades de cada país, de modo sustentado, sem relações de domínio e dependência e assim para a melhoria urgente das condições de vida dos povos do mundo e do assegurar dos seus direitos."@et5
". Emme hyppää niiden kelkkaan, jotka yrittävät vältellä vastuutaan Maailman kauppajärjestön (WTO) puitteissa käytävien neuvottelujen tavoitteiden ja sen osalta, kuinka näitä neuvotteluja käydään. Emme hyppää myöskään niiden kelkkaan, jotka pyrittyään ensin väkisin maailmankaupan sokeaan ja siekailemattomaan vapauttamiseen siitä aiheutuvine turmiollisine taloudellisine ja sosiaalisine seurauksineen yrittävät nyt sälyttää vastuun Kiinalle kaikesta maailman pahasta. Näissä keskusteluissa halutaan hämärtää sitä, että nykyisestä maailmankaupan vapauttamisesta hyötyvät eniten suuret yrityskonsernit. Juuri ne järjestelevät tuotantoaan uudelleen suurempien tuottojen toivossa. Juuri nämä konsernit kahmivat itselleen leijonanosan voitoista jakeluylivaltansa ansiosta. Tekstiili- ja vaatetusala on esimerkki tilanteen hälyttävyydestä. Kiinan sijasta komissiota ja neuvostoa on syytettävä siitä, miten WTO:n neuvotteluja tekstiili- ja vaatetusalan osalta käytiin. Kiina ei ole vastuussa euron yliarvostuksesta, joka pahentaa ongelmia ja heikentää EU:n jäsenvaltioissa valmistettujen tekstiilien ja vaatteiden kilpailukykyä. On näin ollen Euroopan komission ja neuvoston, eikä suinkaan Kiinan vika, että suojalausekkeita ei ole otettu käyttöön, vaikka EU:n tekstiili- ja vaatetusalan nykytilanne on kauhistuttava etenkin Portugalin kaltaisissa maissa. Mainitut toimielimet kuitenkin vain viivyttävät tämän tärkeän päätöksen tekemistä. Näin ollen esitän seuraavat kysymykset: milloin suojalausekkeet pannaan täytäntöön? Milloin arvioidaan uudelleen komissiolle annettua valtuutusta käydä WTO:ssa neuvotteluja? Meiltä edellytetään kaupan vapauttamiseen tähtäävien nykyisten toimien keskeyttämistä ja peruuttamista. Meidän on varmistettava kaupalle yhdenvertaiset toimintaedellytykset siten, että otamme käyttöön järjestelmän, jonka avulla pyritään aidosti ja kestävästi kehittämään jokaisen maan omaa potentiaalia, järjestelmän, joka ei perustu ylivaltaan ja riippuvuuteen, ja järjestelmän, jolla pyritään näin ollen kiireellisesti kohottamaan kaikkien maailman ihmisten elintasoa ja takaamaan heidän oikeutensa."@fi7
". Nous ne suivons pas ceux qui tentent de se dérober à leurs responsabilités concernant les objectifs des négociations à l’Organisation mondiale du commerce (OMC) et la manière dont ils ont mené ces négociations, et qui, après avoir tenté d’imposer la libéralisation aveugle et brutale du commerce mondial - laquelle a des conséquences économiques et sociales désastreuses -, tentent à présent de se dédouaner en accusant la Chine de tous les malheurs du monde. Leur discours cherche à camoufler le fait que ce sont les grands groupes économiques qui bénéficieront le plus de l’actuelle libéralisation du commerce mondial. Ce sont eux qui délocalisent leur production en quête de bénéfices plus élevés et qui, du fait qu’ils dominent la distribution, se taillent la part du lion. Le secteur du textile et de l’habillement est un exemple de cette situation alarmante. Ce n’est pas la Chine qu’il faut blâmer pour la manière dont se sont déroulées les négociations sur ce secteur à l’OMC, mais bien la Commission et le Conseil. La Chine n’est pas responsable de la surévaluation de l’euro, qui exacerbe les problèmes et entrave la compétitivité des produits textiles et de l’habillement fabriqués dans l’Union européenne. Ce sont le Conseil et la Commission, et pas la Chine, qui n’ont pas encore activé la clause de sauvegarde, malgré la situation catastrophique qu’endure actuellement le secteur européen du textile et de l’habillement, notamment dans des pays comme le Portugal. Ils retardent au contraire cette décision cruciale. Je pose donc les questions suivantes: quand les clauses de sauvegarde seront-elles activées? Quand le mandat de la Commission concernant les négociations à l’OMC sera-t-il renégocié? Nous devons suspendre et inverser les politiques actuelles sur la libéralisation des échanges. Nous devons assurer l’équité du commerce en instaurant un système visant à développer de manière concrète et durable le potentiel de chaque pays, un système qui ne reposerait pas sur la domination et la dépendance et qui viserait donc une amélioration rapide des conditions de vie des peuples à travers le monde et le respect de leurs droits."@fr8
"Não embarcamos no barco dos que procurando escamotear as suas profundas responsabilidades quanto aos objectivos e forma como dirigem as negociações no quadro da OMC promovendo e tentando impor uma cega e violenta liberalização do comércio mundial com gravíssimas consequências económicas e sociais, vêm agora tentar sacudir a água do capote procurando responsabilizar a China por todos os males. Trata-se de um discurso que pretende igualmente mistificar que quem efectivamente mais ganha com a actual liberalização do comércio mundial são os grandes grupos económico-financeiros. São estes que deslocalizam a sua produção em busca do máximo lucro, são estes que dominando a distribuição arrecadam a fatia de leão. O sector do têxtil e vestuário é um exemplo desta alarmante realidade. Não é a China a responsável pela forma como foram realizadas as negociações sobre o têxtil e o vestuário no âmbito da OMC, mas sim a Comissão Europeia e o Conselho. Não é a China a responsável por um euro super-valorizado que acentua a dificuldades e a competitividade do têxtil e do vestuário produzido nos países da União Europeia. Não é a China, mas sim a Comissão Europeia e o Conselho, que ainda não accionaram a cláusula de salvaguarda apesar da grave situação vivida pelo sector têxtil e vestuário na União Europeia, nomeadamente em países como Portugal e, pelo contrário, protelem essa decisão imperiosa. Por isso pergunto: para quando o accionamento das cláusulas de salvaguarda? Para quando o revisão do mandato da Comissão Europeia para as negociações na OMC? O que se impõe é a suspensão e a inversão das actuais políticas de liberalização do comércio. O que é necessário é a criação de um sistema de trocas justo e equitativo, orientado para o real desenvolvimento das potencialidades de cada país, de modo sustentado, sem relações de domínio e dependência e assim para a melhoria urgente das condições de vida dos povos do mundo e do assegurar dos seus direitos."@hu11
". Non ci uniamo alla schiera di coloro che, volendo sfuggire alle proprie responsabilità nell’ambito degli obiettivi della gestione dei negoziati OMC – e avendo tentato di imporre la cieca e violenta liberalizzazione del commercio mondiale con gravissime conseguenze economiche e sociali –, giocano ora a scaricabarile e additano nella Cina la causa di tutti i mali. Con questo discorso si cerca di dissimulare il fatto che a trarre i maggiori vantaggi dall’attuale liberalizzazione del commercio mondiale sono i grandi gruppi economici e finanziari, i quali sono in grado di delocalizzare la propria produzione alla ricerca del massimo profitto e, dominando la distribuzione, riescono a strappare per sé la parte del leone. Il settore tessile e dell’abbigliamento offre un esempio di quest’allarmante realtà. Non è la Cina a essere responsabile del modo in cui si sono svolti i negoziati su questo settore nell’ambito dell’OMC, bensì la Commissione europea e il Consiglio. Non è la Cina a essere responsabile dell’eccessivo apprezzamento dell’euro, che aggrava le difficoltà e ostacola la competitività degli articoli tessili e di abbigliamento prodotti nei paesi dell’Unione europea; sono la Commissione europea e il Consiglio, e non la Cina, a non aver ancora fatto scattare la clausola di salvaguardia nonostante le gravi difficoltà in cui versa il settore tessile e dell’abbigliamento nell’Unione europea – soprattutto in paesi come il Portogallo – e rimandano anzi quest’urgente decisione. Chiedo quindi: quando verranno applicate le clausole di salvaguardia? Quando si procederà a rivedere il mandato della Commissione europea per i negoziati OMC? E’ necessario sospendere e invertire le attuali politiche di liberalizzazione commerciale; è necessario creare un sistema di scambi equo e corretto, teso ad ottenere un concreto e sostenibile sviluppo delle potenzialità di ogni paese, senza relazioni di dominio e di dipendenza, e un immediato miglioramento delle condizioni di vita dei popoli del mondo, i cui diritti devono essere garantiti."@it12
"Não embarcamos no barco dos que procurando escamotear as suas profundas responsabilidades quanto aos objectivos e forma como dirigem as negociações no quadro da OMC promovendo e tentando impor uma cega e violenta liberalização do comércio mundial com gravíssimas consequências económicas e sociais, vêm agora tentar sacudir a água do capote procurando responsabilizar a China por todos os males. Trata-se de um discurso que pretende igualmente mistificar que quem efectivamente mais ganha com a actual liberalização do comércio mundial são os grandes grupos económico-financeiros. São estes que deslocalizam a sua produção em busca do máximo lucro, são estes que dominando a distribuição arrecadam a fatia de leão. O sector do têxtil e vestuário é um exemplo desta alarmante realidade. Não é a China a responsável pela forma como foram realizadas as negociações sobre o têxtil e o vestuário no âmbito da OMC, mas sim a Comissão Europeia e o Conselho. Não é a China a responsável por um euro super-valorizado que acentua a dificuldades e a competitividade do têxtil e do vestuário produzido nos países da União Europeia. Não é a China, mas sim a Comissão Europeia e o Conselho, que ainda não accionaram a cláusula de salvaguarda apesar da grave situação vivida pelo sector têxtil e vestuário na União Europeia, nomeadamente em países como Portugal e, pelo contrário, protelem essa decisão imperiosa. Por isso pergunto: para quando o accionamento das cláusulas de salvaguarda? Para quando o revisão do mandato da Comissão Europeia para as negociações na OMC? O que se impõe é a suspensão e a inversão das actuais políticas de liberalização do comércio. O que é necessário é a criação de um sistema de trocas justo e equitativo, orientado para o real desenvolvimento das potencialidades de cada país, de modo sustentado, sem relações de domínio e dependência e assim para a melhoria urgente das condições de vida dos povos do mundo e do assegurar dos seus direitos."@lt14
"Não embarcamos no barco dos que procurando escamotear as suas profundas responsabilidades quanto aos objectivos e forma como dirigem as negociações no quadro da OMC promovendo e tentando impor uma cega e violenta liberalização do comércio mundial com gravíssimas consequências económicas e sociais, vêm agora tentar sacudir a água do capote procurando responsabilizar a China por todos os males. Trata-se de um discurso que pretende igualmente mistificar que quem efectivamente mais ganha com a actual liberalização do comércio mundial são os grandes grupos económico-financeiros. São estes que deslocalizam a sua produção em busca do máximo lucro, são estes que dominando a distribuição arrecadam a fatia de leão. O sector do têxtil e vestuário é um exemplo desta alarmante realidade. Não é a China a responsável pela forma como foram realizadas as negociações sobre o têxtil e o vestuário no âmbito da OMC, mas sim a Comissão Europeia e o Conselho. Não é a China a responsável por um euro super-valorizado que acentua a dificuldades e a competitividade do têxtil e do vestuário produzido nos países da União Europeia. Não é a China, mas sim a Comissão Europeia e o Conselho, que ainda não accionaram a cláusula de salvaguarda apesar da grave situação vivida pelo sector têxtil e vestuário na União Europeia, nomeadamente em países como Portugal e, pelo contrário, protelem essa decisão imperiosa. Por isso pergunto: para quando o accionamento das cláusulas de salvaguarda? Para quando o revisão do mandato da Comissão Europeia para as negociações na OMC? O que se impõe é a suspensão e a inversão das actuais políticas de liberalização do comércio. O que é necessário é a criação de um sistema de trocas justo e equitativo, orientado para o real desenvolvimento das potencialidades de cada país, de modo sustentado, sem relações de domínio e dependência e assim para a melhoria urgente das condições de vida dos povos do mundo e do assegurar dos seus direitos."@lv13
"Não embarcamos no barco dos que procurando escamotear as suas profundas responsabilidades quanto aos objectivos e forma como dirigem as negociações no quadro da OMC promovendo e tentando impor uma cega e violenta liberalização do comércio mundial com gravíssimas consequências económicas e sociais, vêm agora tentar sacudir a água do capote procurando responsabilizar a China por todos os males. Trata-se de um discurso que pretende igualmente mistificar que quem efectivamente mais ganha com a actual liberalização do comércio mundial são os grandes grupos económico-financeiros. São estes que deslocalizam a sua produção em busca do máximo lucro, são estes que dominando a distribuição arrecadam a fatia de leão. O sector do têxtil e vestuário é um exemplo desta alarmante realidade. Não é a China a responsável pela forma como foram realizadas as negociações sobre o têxtil e o vestuário no âmbito da OMC, mas sim a Comissão Europeia e o Conselho. Não é a China a responsável por um euro super-valorizado que acentua a dificuldades e a competitividade do têxtil e do vestuário produzido nos países da União Europeia. Não é a China, mas sim a Comissão Europeia e o Conselho, que ainda não accionaram a cláusula de salvaguarda apesar da grave situação vivida pelo sector têxtil e vestuário na União Europeia, nomeadamente em países como Portugal e, pelo contrário, protelem essa decisão imperiosa. Por isso pergunto: para quando o accionamento das cláusulas de salvaguarda? Para quando o revisão do mandato da Comissão Europeia para as negociações na OMC? O que se impõe é a suspensão e a inversão das actuais políticas de liberalização do comércio. O que é necessário é a criação de um sistema de trocas justo e equitativo, orientado para o real desenvolvimento das potencialidades de cada país, de modo sustentado, sem relações de domínio e dependência e assim para a melhoria urgente das condições de vida dos povos do mundo e do assegurar dos seus direitos."@mt15
"Wij varen niet mee in het schuitje van al diegenen die proberen hun verantwoordelijkheid te ontlopen voor de wijze waarop de onderhandelingen met de Wereldhandelsorganisatie, de WTO, zijn gevoerd en de doelstellingen die men daarmee hoopte te bereiken. Men heeft geprobeerd ons een meedogenloze liberalisering van de wereldhandel op te leggen en dat heeft ernstige economische en sociale gevolgen gehad. En nu wil men zich van alle schuld vrijwaren door China aan te wijzen als de verantwoordelijke voor alle problemen. Met deze voorstelling van zaken probeert men ook te verhinderen dat duidelijk wordt wie er het meeste baat ondervindt bij de huidige liberalisering van de wereldhandel – de grote economische en financiële groepen. Het zijn deze groepen die hun productie overbrengen naar die plaats waar het meeste winst te realiseren valt; zij zijn bij de verdeling de baas en eigenen zichzelf het leeuwendeel toe. De sector kleding en textiel is een voorbeeld van deze alarmerende gang van zaken. China is niet verantwoordelijk voor de wijze waarop de onderhandelingen over kleding en textiel bij de WTO zijn gevoerd. Verantwoordelijk zijn de Commissie en de Raad. China is niet verantwoordelijk voor de enorme overwaardering van de euro, die de problemen verergert en de concurrentiepositie van de in EU-landen geproduceerde kleding en textiel verzwakt. Het zijn de Raad en de Commissie – en niet China – die tot nu toe in gebreke zijn gebleven de vrijwaringsclausule van toepassing te verklaren, terwijl het toch overduidelijk is dat de sector kleding en textiel een ernstige crisis doormaakt, zeker in landen als Portugal. Integendeel: ze stellen die hoogst belangrijke beslissing voortdurend uit. Daarom vraag ik: wanneer wordt de vrijwaringsclausule in werking gesteld? Wanneer wordt het mandaat van de Commissie voor de onderhandelingen in het kader van de WTO herzien? We moeten het beleid omgooien en de liberalisering van de handel stopzetten en terugdraaien. We moeten een systeem opzetten voor een eerlijke en billijke handel, waarbij wordt gekeken naar het vermogen van elk land om zich werkelijk en duurzaam te ontwikkelen, zonder dat er sprake is van betrekkingen waarin de een overheerst en de ander afhankelijk is. Het is hoog tijd dat we iets doen om de levensomstandigheden van de volkeren op deze wereld te verbeteren en hun rechten veilig te stellen."@nl3
"Não embarcamos no barco dos que procurando escamotear as suas profundas responsabilidades quanto aos objectivos e forma como dirigem as negociações no quadro da OMC promovendo e tentando impor uma cega e violenta liberalização do comércio mundial com gravíssimas consequências económicas e sociais, vêm agora tentar sacudir a água do capote procurando responsabilizar a China por todos os males. Trata-se de um discurso que pretende igualmente mistificar que quem efectivamente mais ganha com a actual liberalização do comércio mundial são os grandes grupos económico-financeiros. São estes que deslocalizam a sua produção em busca do máximo lucro, são estes que dominando a distribuição arrecadam a fatia de leão. O sector do têxtil e vestuário é um exemplo desta alarmante realidade. Não é a China a responsável pela forma como foram realizadas as negociações sobre o têxtil e o vestuário no âmbito da OMC, mas sim a Comissão Europeia e o Conselho. Não é a China a responsável por um euro super-valorizado que acentua a dificuldades e a competitividade do têxtil e do vestuário produzido nos países da União Europeia. Não é a China, mas sim a Comissão Europeia e o Conselho, que ainda não accionaram a cláusula de salvaguarda apesar da grave situação vivida pelo sector têxtil e vestuário na União Europeia, nomeadamente em países como Portugal e, pelo contrário, protelem essa decisão imperiosa. Por isso pergunto: para quando o accionamento das cláusulas de salvaguarda? Para quando o revisão do mandato da Comissão Europeia para as negociações na OMC? O que se impõe é a suspensão e a inversão das actuais políticas de liberalização do comércio. O que é necessário é a criação de um sistema de trocas justo e equitativo, orientado para o real desenvolvimento das potencialidades de cada país, de modo sustentado, sem relações de domínio e dependência e assim para a melhoria urgente das condições de vida dos povos do mundo e do assegurar dos seus direitos."@pl16
"Não embarcamos no barco dos que procurando escamotear as suas profundas responsabilidades quanto aos objectivos e forma como dirigem as negociações no quadro da OMC promovendo e tentando impor uma cega e violenta liberalização do comércio mundial com gravíssimas consequências económicas e sociais, vêm agora tentar sacudir a água do capote procurando responsabilizar a China por todos os males. Trata-se de um discurso que pretende igualmente mistificar que quem efectivamente mais ganha com a actual liberalização do comércio mundial são os grandes grupos económico-financeiros. São estes que deslocalizam a sua produção em busca do máximo lucro, são estes que dominando a distribuição arrecadam a fatia de leão. O sector do têxtil e vestuário é um exemplo desta alarmante realidade. Não é a China a responsável pela forma como foram realizadas as negociações sobre o têxtil e o vestuário no âmbito da OMC, mas sim a Comissão Europeia e o Conselho. Não é a China a responsável por um euro super-valorizado que acentua a dificuldades e a competitividade do têxtil e do vestuário produzido nos países da União Europeia. Não é a China, mas sim a Comissão Europeia e o Conselho, que ainda não accionaram a cláusula de salvaguarda apesar da grave situação vivida pelo sector têxtil e vestuário na União Europeia, nomeadamente em países como Portugal e, pelo contrário, protelem essa decisão imperiosa. Por isso pergunto: para quando o accionamento das cláusulas de salvaguarda? Para quando o revisão do mandato da Comissão Europeia para as negociações na OMC? O que se impõe é a suspensão e a inversão das actuais políticas de liberalização do comércio. O que é necessário é a criação de um sistema de trocas justo e equitativo, orientado para o real desenvolvimento das potencialidades de cada país, de modo sustentado, sem relações de domínio e dependência e assim para a melhoria urgente das condições de vida dos povos do mundo e do assegurar dos seus direitos."@sk18
"Não embarcamos no barco dos que procurando escamotear as suas profundas responsabilidades quanto aos objectivos e forma como dirigem as negociações no quadro da OMC promovendo e tentando impor uma cega e violenta liberalização do comércio mundial com gravíssimas consequências económicas e sociais, vêm agora tentar sacudir a água do capote procurando responsabilizar a China por todos os males. Trata-se de um discurso que pretende igualmente mistificar que quem efectivamente mais ganha com a actual liberalização do comércio mundial são os grandes grupos económico-financeiros. São estes que deslocalizam a sua produção em busca do máximo lucro, são estes que dominando a distribuição arrecadam a fatia de leão. O sector do têxtil e vestuário é um exemplo desta alarmante realidade. Não é a China a responsável pela forma como foram realizadas as negociações sobre o têxtil e o vestuário no âmbito da OMC, mas sim a Comissão Europeia e o Conselho. Não é a China a responsável por um euro super-valorizado que acentua a dificuldades e a competitividade do têxtil e do vestuário produzido nos países da União Europeia. Não é a China, mas sim a Comissão Europeia e o Conselho, que ainda não accionaram a cláusula de salvaguarda apesar da grave situação vivida pelo sector têxtil e vestuário na União Europeia, nomeadamente em países como Portugal e, pelo contrário, protelem essa decisão imperiosa. Por isso pergunto: para quando o accionamento das cláusulas de salvaguarda? Para quando o revisão do mandato da Comissão Europeia para as negociações na OMC? O que se impõe é a suspensão e a inversão das actuais políticas de liberalização do comércio. O que é necessário é a criação de um sistema de trocas justo e equitativo, orientado para o real desenvolvimento das potencialidades de cada país, de modo sustentado, sem relações de domínio e dependência e assim para a melhoria urgente das condições de vida dos povos do mundo e do assegurar dos seus direitos."@sl19
". Vi följer inte snällt i hasorna på dem som försöker smita från sitt ansvar för de mål som har stakats ut vid WTO-förhandlingarna och för sättet att föra samtalen. Efter att ha försökt att genomdriva en blind och brutal avreglering av världshandeln, med ytterst skadliga ekonomiska och sociala konsekvenser, försöker de nu vältra över ansvaret på Kina och beskylla landet för allt ont i världen. Deras tal syftar till att dölja att det är de stora ekonomiska grupperna som har mest att vinna på den avreglering av världshandeln som nu genomförs. Det är de som omlokaliserar sin produktion på jakt efter högre vinster, och det är de som, tack vare att de styr distributionen, kommer undan med lejonparten. Textil- och konfektionssektorn är ett exempel på denna oroväckande situation. Kina bär inte skulden för hur WTO-förhandlingarna om tekosektorn har förts. Det är kommissionen och rådet som är de skyldiga. Kina är inte ansvarigt för eurons övervärdering, som förvärrar problemen och hämmar konkurrenskraften för de textiler och kläder som tillverkas i EU-länderna. Det är följaktligen rådet och kommissionen, inte Kina, som helt har misslyckats med att aktivera skyddsklausulen, trots den dåliga situation som EU:s textil och konfektionssektor befinner sig i för närvarande, i synnerhet i länder som Portugal. Istället försenar de detta avgörande beslut. Jag vill därför ställa följande frågor: När kommer skyddsklausulen att aktiveras? När kommer kommissionens mandat för WTO-förhandlingarna att ses över? Det vi måste göra är att avskaffa och slå om kursen för den nuvarande politiken för handelsavreglering. Det vi måste göra är att garantera lika villkor för handeln genom att införa ett system som inriktas på verklig och hållbar utveckling av varje lands potential, ett system som inte bygger på dominans och beroende, utan som i stället inriktas på att så snabbt som möjligt förbättra levnadsstandarden för människor i hela världen och garantera deras rättigheter."@sv21
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"Pedro Guerreiro,"5,19,15,1,18,14,16,11,13,17
"em nome do Grupo GUE/NGL"5,19,15,1,18,18,14,14,16,16,11,13,17

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